Esta tecnologia tornará possível criar lentes flexíveis e líquidas para smartphones e câmaras de vídeo.
Segundo a PC Pro um novo avanço na gestão de fluidos poderá levar ao aparecimento de um novo tipo de lentes líquidas e flexíveis. Este avanço foi obtido por engenheiros no Rensselaer Polytechnic Institute, que juntaram nanopartículas de metal a gotas de líquido.
Ao serem manipuladas através de eletroímanes, estas gotas podem ser usadas como lentes de focagem rápida em máquinas digitais, ou como pistões para sistemas lab-on-a-chip (sistemas que executam uma ou várias funções de um laboratório, num único chip).
Ao mudar a forma e espessura do líquido recorrendo a variações da força magnética, podemos focar a luz que. Como as imagens são capturadas eletronicamente, podemos, também usar software para editar quaisquer quadros desfocados.
Esta tecnologia poderá significar lentes mais leves que exigem apenas uma fração da energia usada pelos modelos de hoje.
Fonte:http://aeiou.exameinformatica.pt/nanotecnologia-possibilita-o-fabrico-de-lentes-liquidas=f1008304
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
TMN lança pré-pago com comunicações (quase) ilimitadas
A TMN lançou hoje o tarifário pré-pago "e", que tem como principais atrativos o envio de SMS e a possibilidade de fazer chamadas sem limites entre utilizadores da rede TMN.
Ao contrário dos pré-pagos que vigoraram até à atualidade, os telemóveis usados no âmbito do novo tarifário não ficam impedidos de fazer chamadas quando o utilizador não faz o carregamento com o valor fixado inicialmente para cada período de 30 dias. Nestes casos, os utilizadores podem continuar a fazer telefonemas, enviar SMS ou navegar na Net, mas com custos superiores aos previstos pelo tarifário "e".
Em conferência de imprensa realizada hoje, os responsáveis da PT informaram que o "e" foi criado após uma análise de mercado junto de milhares de potenciais clientes.
O novo pré-pago tem por objetivo chegar ao utilizador médio de Internet móvel. Os utilizadores que navegam intensivamente na Net móvel deverão procurar outros tarifários, recordam os responsáveis da PT.
Entre os objetivos da PT está, claramente, a possibilidade de capitalizar a liderança no que toca à quota de mercado (cerca de 7,3 milhões de clientes).
O novo tarifário disponibiliza uma modalidade que contempla telefonemas e SMS ilimitados dentro da rede TMN com custos mensais a partir de 10 euros (para quem quer o serviço apenas à noite e ao fim de semana; quem pretende esta modalidade para todas as horas de todos os dias deve pagar 20 euros mensais).
Há ainda uma modalidade que junta 500 MB de tráfego na Net aos telefonemas e SMS ilimitados dentro da rede TMN. Esta alternativa exige o pagamento de uma mensalidade mínima de 15 euros, para quem pretende usar o serviço apenas à noite e aos fins de semana. Quem enveredar por esta modalidade para todas as horas do dia deverá pagar 25 euros mensais.
As chamadas para as redes concorrentes da TMN têm um custo de 20 cêntimos por minuto. Em contrapartida, o envio de SMS para a Optimus ou a Vodafone exigem o pagamento de 10 cêntimos.
Quando não fazem o precarregamento do "e", os utilizadores podem continuar a fazer chamadas telefónicas - mas deverão pagar 30 cêntimos por minuto.
Em contrapartida, o envio de um SMS nestas condições fica orçado em 15 cêntimos. Sempre que excede os 500 MB de tráfego, o utilizador paga mais um euro para continuar a navegar na Net.
Fonte:http://aeiou.exameinformatica.pt/tmn-lanca-pre-pago-com-comunicacoes-quase-ilimitadas=f1008303
Ao contrário dos pré-pagos que vigoraram até à atualidade, os telemóveis usados no âmbito do novo tarifário não ficam impedidos de fazer chamadas quando o utilizador não faz o carregamento com o valor fixado inicialmente para cada período de 30 dias. Nestes casos, os utilizadores podem continuar a fazer telefonemas, enviar SMS ou navegar na Net, mas com custos superiores aos previstos pelo tarifário "e".
Em conferência de imprensa realizada hoje, os responsáveis da PT informaram que o "e" foi criado após uma análise de mercado junto de milhares de potenciais clientes.
O novo pré-pago tem por objetivo chegar ao utilizador médio de Internet móvel. Os utilizadores que navegam intensivamente na Net móvel deverão procurar outros tarifários, recordam os responsáveis da PT.
Entre os objetivos da PT está, claramente, a possibilidade de capitalizar a liderança no que toca à quota de mercado (cerca de 7,3 milhões de clientes).
O novo tarifário disponibiliza uma modalidade que contempla telefonemas e SMS ilimitados dentro da rede TMN com custos mensais a partir de 10 euros (para quem quer o serviço apenas à noite e ao fim de semana; quem pretende esta modalidade para todas as horas de todos os dias deve pagar 20 euros mensais).
Há ainda uma modalidade que junta 500 MB de tráfego na Net aos telefonemas e SMS ilimitados dentro da rede TMN. Esta alternativa exige o pagamento de uma mensalidade mínima de 15 euros, para quem pretende usar o serviço apenas à noite e aos fins de semana. Quem enveredar por esta modalidade para todas as horas do dia deverá pagar 25 euros mensais.
As chamadas para as redes concorrentes da TMN têm um custo de 20 cêntimos por minuto. Em contrapartida, o envio de SMS para a Optimus ou a Vodafone exigem o pagamento de 10 cêntimos.
Quando não fazem o precarregamento do "e", os utilizadores podem continuar a fazer chamadas telefónicas - mas deverão pagar 30 cêntimos por minuto.
Em contrapartida, o envio de um SMS nestas condições fica orçado em 15 cêntimos. Sempre que excede os 500 MB de tráfego, o utilizador paga mais um euro para continuar a navegar na Net.
Fonte:http://aeiou.exameinformatica.pt/tmn-lanca-pre-pago-com-comunicacoes-quase-ilimitadas=f1008303
Como enfrentar os desafios do gerenciamento de banco de dados
O Oracle Database 11g permite que as empresas adotem novas tecnologias rapidamente, minimizando o risco.
Três áreas continuam a ser os maiores desafios de gerenciamento para os administradores de banco de dados. São elas: •Desempenho: Como manter os bancos de dados de produção em desempenho máximo para manter altos níveis de serviço. •Gerenciamento de alterações: Como reduzir o risco da implantação de alterações, assim como de inovações tecnológicas, nos ambientes de bancos de dados Oracle a baixos custos. •Administração do dia a dia: Como automatizar as tarefas repetitivas do dia-a-dia de forma que a mão-de-obra possa ser liberada para se concentrar em necessidades mais estratégicas, como a segurança e a alta disponibilidade.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/como_enfrentar_os_desafios_do_gerenciamento_de_banco_de_dados
Três áreas continuam a ser os maiores desafios de gerenciamento para os administradores de banco de dados. São elas: •Desempenho: Como manter os bancos de dados de produção em desempenho máximo para manter altos níveis de serviço. •Gerenciamento de alterações: Como reduzir o risco da implantação de alterações, assim como de inovações tecnológicas, nos ambientes de bancos de dados Oracle a baixos custos. •Administração do dia a dia: Como automatizar as tarefas repetitivas do dia-a-dia de forma que a mão-de-obra possa ser liberada para se concentrar em necessidades mais estratégicas, como a segurança e a alta disponibilidade.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/como_enfrentar_os_desafios_do_gerenciamento_de_banco_de_dados
Use ferramentas de compressão para segurar a explosão de dados
As empresas estão sofrendo uma explosão no volume de dados necessários para operar seus negócios com eficácia. Essa tendência no crescimento dos dados pode ser atribuída a diversos fatores-chave.
A súbita explosão no volume de dados apresenta um desafio assustador de gerenciamento para os administradores de TI. Antes de tudo, estão os custos de armazenagem crescendo em espiral: mesmo com a queda dramática no custo por MB de armazenamento nos últimos anos, o imenso crescimento no volume de dados que devem ser mantidos on-line torna o armazenamento um dos maiores elementos de custo na maioria dos orçamentos de TI. Além disso, a escalabilidade e o desempenho dos aplicativos devem continuar a atender as demandas dos negócios, mesmo quando os volumes de dados explodem.
O Oracle Database 11g apresenta a opção de Compressão Avançada para ajudar os clientes a enfrentar esses desafios. As inovações nas tecnologias de compressão da Oracle ajudam os clientes a reduzir os recursos e os custos de administrar grandes volumes de dados. A introdução dessas empolgantes novas tecnologias surge em uma época na qual bancos de dados de terabytes, antes considerados uma novidade, estão se tornando prevalentes nos centros de dados das empresas.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/use_ferramentas_de_compressao_para_segurar_a_explosao_de_dados
A súbita explosão no volume de dados apresenta um desafio assustador de gerenciamento para os administradores de TI. Antes de tudo, estão os custos de armazenagem crescendo em espiral: mesmo com a queda dramática no custo por MB de armazenamento nos últimos anos, o imenso crescimento no volume de dados que devem ser mantidos on-line torna o armazenamento um dos maiores elementos de custo na maioria dos orçamentos de TI. Além disso, a escalabilidade e o desempenho dos aplicativos devem continuar a atender as demandas dos negócios, mesmo quando os volumes de dados explodem.
O Oracle Database 11g apresenta a opção de Compressão Avançada para ajudar os clientes a enfrentar esses desafios. As inovações nas tecnologias de compressão da Oracle ajudam os clientes a reduzir os recursos e os custos de administrar grandes volumes de dados. A introdução dessas empolgantes novas tecnologias surge em uma época na qual bancos de dados de terabytes, antes considerados uma novidade, estão se tornando prevalentes nos centros de dados das empresas.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/use_ferramentas_de_compressao_para_segurar_a_explosao_de_dados
Internet do Plano Nacional de Banda Larga deve custar R$ 35
Em uma reunião com representantes de provedores de Internet, o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo afirmou que o preço ainda pode cair.
Em uma reunião nesta terça-feira (11) com representantes de pequenos provedores de Internet, o novo Ministro das Comunicações Paulo Bernardo divulgou qual deverá ser o custo da Internet fornecida pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que será fornecido pelo Governo Federal. "Trabalhamos com o valor de referência do acesso à Internet a R$35 mensais, mas podemos reduzir esse preço", afirmou. O preço seria referente à velocidade mínima de 512kbps.
Uma das ideias para o plano é criar uma linha de crédito especial no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para facilitar empréstimos para companhias regionais de Internet. Segundo Bernardo, o preço médio do país hoje é de R$60, principalmente devido aos impostos, burocracia e altos preços para o tráfego de dados. O Ministro também falou de seus planos para a criação do Plano de Aceleração da Banda Larga.
A meta do PNBL é levar Internet rápida a preços populares para mais de mil municípios até o fim de 2011. Para tanto, o plano deverá disponibilizar 30 mil quilômetros de fibra ótica da Telebrás e outras estatais e negociar isenções de impostos com os estados para baixar mais o preço.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/internet_do_plano_nacional_de_banda_larga_deve_custar_r_35
Em uma reunião nesta terça-feira (11) com representantes de pequenos provedores de Internet, o novo Ministro das Comunicações Paulo Bernardo divulgou qual deverá ser o custo da Internet fornecida pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que será fornecido pelo Governo Federal. "Trabalhamos com o valor de referência do acesso à Internet a R$35 mensais, mas podemos reduzir esse preço", afirmou. O preço seria referente à velocidade mínima de 512kbps.
Uma das ideias para o plano é criar uma linha de crédito especial no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para facilitar empréstimos para companhias regionais de Internet. Segundo Bernardo, o preço médio do país hoje é de R$60, principalmente devido aos impostos, burocracia e altos preços para o tráfego de dados. O Ministro também falou de seus planos para a criação do Plano de Aceleração da Banda Larga.
A meta do PNBL é levar Internet rápida a preços populares para mais de mil municípios até o fim de 2011. Para tanto, o plano deverá disponibilizar 30 mil quilômetros de fibra ótica da Telebrás e outras estatais e negociar isenções de impostos com os estados para baixar mais o preço.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/internet_do_plano_nacional_de_banda_larga_deve_custar_r_35
O alfabeto ordenado pela popularidade no Google
Equipe da agência de publicidade Smäll organizou todo o abecedário e numerais conforme a quantidade de resultados em uma busca no Google.
A equipe da agência de publicidade espanhola Smäll fez uma pesquisa no Google para organizar todas as letras do alfabeto e numerais em um ranking conforme a quantidade de vezes que eles aparecem no buscador - ou a "popularidade" deles, como afirmaram. Os resultados mostraram a influência da lingua inglesa que, apesar de não se a mais falada do mundo, é a "língua franca" dentro da Internet.
A vencedora é a letra "A", com cerca de 25 bilhões de resultados em uma busca - "a" é o artigo indefinido "uma" e "um" em inglês. Em segundo lugar, com 140 milhões de resultados a menos que a primeira, vem o "I", que, de novo, em inglês é o pronome pessoal "eu".
As próximas letras têm uma queda considerável no número de resultados, com "S" e "T" em terceiro e quarto lugares, respectivamente. A explicação para isso é que as duas letras juntas ("st") são a abreviação de "rua" (street) e "santo" (saint), também em inglês.
Nos numerais, o primeiro lugar ficou, incrivelmente, com o "6". A explicação da equipe do site é que isso se deve ao famoso número da besta, o 666. Será?
fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/o_alfabeto_ordenado_pela_popularidade_no_google
A equipe da agência de publicidade espanhola Smäll fez uma pesquisa no Google para organizar todas as letras do alfabeto e numerais em um ranking conforme a quantidade de vezes que eles aparecem no buscador - ou a "popularidade" deles, como afirmaram. Os resultados mostraram a influência da lingua inglesa que, apesar de não se a mais falada do mundo, é a "língua franca" dentro da Internet.
A vencedora é a letra "A", com cerca de 25 bilhões de resultados em uma busca - "a" é o artigo indefinido "uma" e "um" em inglês. Em segundo lugar, com 140 milhões de resultados a menos que a primeira, vem o "I", que, de novo, em inglês é o pronome pessoal "eu".
As próximas letras têm uma queda considerável no número de resultados, com "S" e "T" em terceiro e quarto lugares, respectivamente. A explicação para isso é que as duas letras juntas ("st") são a abreviação de "rua" (street) e "santo" (saint), também em inglês.
Nos numerais, o primeiro lugar ficou, incrivelmente, com o "6". A explicação da equipe do site é que isso se deve ao famoso número da besta, o 666. Será?
fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/o_alfabeto_ordenado_pela_popularidade_no_google
Brasil é o terceiro maior país produtor de spam no mundo
Sophos publica novo ranking com doze países e mostra que cibercriminosos mudaram suas táticas.
Cerca de 5% do spam mundial parte do Brasil, terceiro colocado no levantamento feito pela Sophos, empresa especializada em segurança. A lista é liderada pelos Estados Unidos, seguido pela Índia, considerando o período o último trimestre do ano passado. Veja a lista completa na tabela abaixo:
1. EUA - 18,83%
2. Índia - 6,88%
3. Brasil - 5,04%
4. Rússia - 4,64%
5. Reino Unido - 4,54%
6. França - 3,45%
7. Itália - 3,17%
8. Coreia do Sul - 3,01%
9. Alemanha - 2,99%
10. Vietnã - 2,79%
11. Romênia - 2,25%
12. Espanha - 2,24%
Outros - 40,17%
Fonte: Sophos
Segundo a Sophos,apesar dos mesmos países continuarem a dominar em termos de quantidade de spam, a natureza do "spam" distribuído é cada vez mais mal-intencionada
Anúncios de produtos farmacêuticos continuam a ser uma preocupação. Uma vez que cerca de 36 milhões de americanos relatam ter comprado online, medicamentos de vendedores sem licença. Porém cada vez mais mensagens espalham malware e phishing para tentar capturar nomes de usuário, senhas e informações pessoais.
A empresa também percebeu um aumento no número de relatos de aplicativos maliciosos, perfis comprometidos e mensagens indesejadas espalhadas por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter.
"Independentemente dos métodos utilizados pelos spammers, os internautas nunca devem abrir uma mensagem de spam por curiosidade, ou clicar em um link desconhecido, só porque ela aparece no perfil de um amigo no Facebook", explicou Graham Cluley, consultor sênior de tecnologia da Sophos "Os usuários de Internet têm que estar cientes dessas novas abordagens ao cibercrime como as técnicas de spam se tornam mais e mais sofisticadas. Para combater isso, é essencial que os usuários continuem cautelosos ao clicar em links desconhecidos, independentemente deles parecem estar em uma página de contato confiável de redes sociais."
fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/brasil_e_o_terceiro_maior_produtor_de_spam_no_mundo
Cerca de 5% do spam mundial parte do Brasil, terceiro colocado no levantamento feito pela Sophos, empresa especializada em segurança. A lista é liderada pelos Estados Unidos, seguido pela Índia, considerando o período o último trimestre do ano passado. Veja a lista completa na tabela abaixo:
1. EUA - 18,83%
2. Índia - 6,88%
3. Brasil - 5,04%
4. Rússia - 4,64%
5. Reino Unido - 4,54%
6. França - 3,45%
7. Itália - 3,17%
8. Coreia do Sul - 3,01%
9. Alemanha - 2,99%
10. Vietnã - 2,79%
11. Romênia - 2,25%
12. Espanha - 2,24%
Outros - 40,17%
Fonte: Sophos
Segundo a Sophos,apesar dos mesmos países continuarem a dominar em termos de quantidade de spam, a natureza do "spam" distribuído é cada vez mais mal-intencionada
Anúncios de produtos farmacêuticos continuam a ser uma preocupação. Uma vez que cerca de 36 milhões de americanos relatam ter comprado online, medicamentos de vendedores sem licença. Porém cada vez mais mensagens espalham malware e phishing para tentar capturar nomes de usuário, senhas e informações pessoais.
A empresa também percebeu um aumento no número de relatos de aplicativos maliciosos, perfis comprometidos e mensagens indesejadas espalhadas por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter.
"Independentemente dos métodos utilizados pelos spammers, os internautas nunca devem abrir uma mensagem de spam por curiosidade, ou clicar em um link desconhecido, só porque ela aparece no perfil de um amigo no Facebook", explicou Graham Cluley, consultor sênior de tecnologia da Sophos "Os usuários de Internet têm que estar cientes dessas novas abordagens ao cibercrime como as técnicas de spam se tornam mais e mais sofisticadas. Para combater isso, é essencial que os usuários continuem cautelosos ao clicar em links desconhecidos, independentemente deles parecem estar em uma página de contato confiável de redes sociais."
fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/brasil_e_o_terceiro_maior_produtor_de_spam_no_mundo
Preserve suas fotos de fim de ano por muito mais tempo
Dave Johnson e Rafael Rigues
Todos tiramos mais fotos do que o normal durante as festividades de fim de ano, e essa coleção de fotografias é muito importante. São preciosas memórias, e não é seguro confiar décadas de imagens a um delicado disco magnetizado que gira a 7000 rpm e que, com o passar do tempo, pode falhar catastroficamente. Não queremos assustar ninguém, porém esse é um fato da vida: todas as peças do computador quebram um dia, e é importante ter cópias de segurança das fotografias quando esse dia chegar. Com isso em mente, separamos algumas opções para fazer o backup desses arquivos.
Disquetes – milhares de disquetes
Na verdade, é brincadeira. Há algum tempo esse tipo de mídia era a maneira mais comum de fazer cópias de segurança de arquivos, mas ela acabou se tornando obsoleta – e uma indicadora da idade do usuário.
Os modelos mais comuns de disquete tinham capacidade de 1.44MB, o que significa que serão precisos aproximadamente 700 disquetes para armazenar aproximadamente 8GB de fotos. Já que uma montanha de disquetes não é prática o suficiente, quais são as outras opções?
CD ou DVD
Ao contrário dos disquetes, essas mídias podem armazenar muito mais conteúdo; são aproximadamente 700MB para cada CD e os DVDs comportam até 4,7GB de dados. Já que a maioria dos PCs vêm com drives de DVD, arquivar suas fotos nesses discos é fácil.
Caso seu PC tenha o Windows Vista ou Windows 7, não é preciso nenhum software adicional para arquivar as fotografias. Basta inserir um disco virgem no gravador de CD ou DVD do computador, escolher a opção para gravar os arquivos em disco utilizando o Windows Explorer e seguir o assistente para copiar as fotos. O Windows fornece duas opções para isso, que podem ser um pouco confusas.
A primeira opção chamada Live File System – faz com que o disco funcione como um pendrive ou um disco rígido qualquer, ou seja, ao arrastar um arquivo para o CD ou DVD, ele é copiado imediatamente. Essa é geralmente a melhor opção; a outra alternativa (chamada de disco Mastered) é um pouco mais complexa, pois é preciso selecionar os arquivos para então gravá-los de uma só vez. O disco resultante, contudo, é mais compatível com outros dispositivos como players de DVD e Blu-ray. Caso seu sistema operacional ainda seja o Windows XP, é preciso um programa para gravar os DVDs; um bom candidato é o software pago Roxio Creator 2011.
HD externo
Embora a gravação de CDs e DVDs não exija nenhum investimento adicional (a não ser pelas mídias virgens), não é muito conveniente ter uma pilha de discos na prateleira ou jogados em uma caixa qualquer. É um processo extremamente manual: sempre há novas fotos chegando, e aqueles DVDs não vão se copiar sozinhos.
HDs externos USB são a escolha certa para backup contínuo de fotos. Há preços para todos os bolsos, ele podem ser configurados para copiar os arquivos automaticamente, é fácil recuperar os dados e eles geralmente duram por anos sem falhar. CDs e DVDs duram mais (pelo menos na teoria), mas restaurar um backup a partir de uma pilha de DVDs, ou ficar procurando até achar em que disco está aquela foto da vovó, é uma dor de cabeça.
Drives como o Samsung S2 Portable são pequenos e não ocupam espaço no desktop. Ele é bem pequeno e não precisa de fonte de alimentação, então é fácil levá-lo consigo durante a viagem, por exemplo. A série S2 Portable está disponível em vários tamanhos e cores, e um modelo de 500 GB pode ser encontrado por cerca de R$ 200.
Online
Pra que se preocupar com CDs, DVDs ou ficar contando o espaço disponível no HD externo? Coloque suas imagens em um servidor na web e acesse-as de qualquer computador conectado à internet, o que é ótimo para compartilhá-las com a família. Serviços como o Flickr, do Yahoo!, dão espaço ilimitado para suas imagens por R$ 45,90 anuais e você pode organizá-las em álbuns públicos ou privados.
Para quem não quer pagar ou não precisa de tanto espaço, há alternativas gratuitas como os álbuns online do Photoshop.com (2 GB, e já vem com ferramentas de edição) e o Picasa Web Albums do Google (1 GB). Estes serviços são confiáveis e oferecidos por grandes empresas, o que significa que dificilmente irão sumir da noite para o dia levando suas fotos junto. Mas seguro morreu de velho, então talvez seja uma boa idéia ainda ter uma cópia local daquelas fotos realmente importantes, como o primeiro sorriso de uma criança. O que nos leva à nossa última sugestão.
Windows Home Server
Por fim, vamos trazer a arma secreta. Suponha que o usuário tenha vários PCs em casa e queira que o backup das máquinas seja feito automaticamente. Uma opção é dar um drive externo para cada computador. No entanto, a partir desse ponto é melhor considerar um servidor domético com o Windows Home Server.
O PC com o Home Server é muito fácil de ser configurado: basta plugar o equipamento à tomada, conectá-lo à rede e instalar um pequeno programa em cada computador da casa. O Home Server irá fazer backup de cada computador automaticamente todas as noites, centralizando o local onde são armazenadas as fotos e outros arquivos. Esse tipo de equipamento possui outras vantagens como a habilidade de compartilhar arquivos e pastas com todos usuários da rede doméstica. Há diversos modelos de PCs com Windows Home Server vendidos por empresas como Acer, HP, Lenovo e Asus, com diversas faixas de preço, mas eles ainda são um pouco difíceis de encontrar no Brasil. Os detalhes podem ser encontrados no site do Home Server da Microsoft.
Fonte:http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/01/11/preserve-suas-fotos-de-fim-de-ano-por-muito-mais-tempo/
Todos tiramos mais fotos do que o normal durante as festividades de fim de ano, e essa coleção de fotografias é muito importante. São preciosas memórias, e não é seguro confiar décadas de imagens a um delicado disco magnetizado que gira a 7000 rpm e que, com o passar do tempo, pode falhar catastroficamente. Não queremos assustar ninguém, porém esse é um fato da vida: todas as peças do computador quebram um dia, e é importante ter cópias de segurança das fotografias quando esse dia chegar. Com isso em mente, separamos algumas opções para fazer o backup desses arquivos.
Disquetes – milhares de disquetes
Na verdade, é brincadeira. Há algum tempo esse tipo de mídia era a maneira mais comum de fazer cópias de segurança de arquivos, mas ela acabou se tornando obsoleta – e uma indicadora da idade do usuário.
Os modelos mais comuns de disquete tinham capacidade de 1.44MB, o que significa que serão precisos aproximadamente 700 disquetes para armazenar aproximadamente 8GB de fotos. Já que uma montanha de disquetes não é prática o suficiente, quais são as outras opções?
CD ou DVD
Ao contrário dos disquetes, essas mídias podem armazenar muito mais conteúdo; são aproximadamente 700MB para cada CD e os DVDs comportam até 4,7GB de dados. Já que a maioria dos PCs vêm com drives de DVD, arquivar suas fotos nesses discos é fácil.
Caso seu PC tenha o Windows Vista ou Windows 7, não é preciso nenhum software adicional para arquivar as fotografias. Basta inserir um disco virgem no gravador de CD ou DVD do computador, escolher a opção para gravar os arquivos em disco utilizando o Windows Explorer e seguir o assistente para copiar as fotos. O Windows fornece duas opções para isso, que podem ser um pouco confusas.
A primeira opção chamada Live File System – faz com que o disco funcione como um pendrive ou um disco rígido qualquer, ou seja, ao arrastar um arquivo para o CD ou DVD, ele é copiado imediatamente. Essa é geralmente a melhor opção; a outra alternativa (chamada de disco Mastered) é um pouco mais complexa, pois é preciso selecionar os arquivos para então gravá-los de uma só vez. O disco resultante, contudo, é mais compatível com outros dispositivos como players de DVD e Blu-ray. Caso seu sistema operacional ainda seja o Windows XP, é preciso um programa para gravar os DVDs; um bom candidato é o software pago Roxio Creator 2011.
HD externo
Embora a gravação de CDs e DVDs não exija nenhum investimento adicional (a não ser pelas mídias virgens), não é muito conveniente ter uma pilha de discos na prateleira ou jogados em uma caixa qualquer. É um processo extremamente manual: sempre há novas fotos chegando, e aqueles DVDs não vão se copiar sozinhos.
HDs externos USB são a escolha certa para backup contínuo de fotos. Há preços para todos os bolsos, ele podem ser configurados para copiar os arquivos automaticamente, é fácil recuperar os dados e eles geralmente duram por anos sem falhar. CDs e DVDs duram mais (pelo menos na teoria), mas restaurar um backup a partir de uma pilha de DVDs, ou ficar procurando até achar em que disco está aquela foto da vovó, é uma dor de cabeça.
Drives como o Samsung S2 Portable são pequenos e não ocupam espaço no desktop. Ele é bem pequeno e não precisa de fonte de alimentação, então é fácil levá-lo consigo durante a viagem, por exemplo. A série S2 Portable está disponível em vários tamanhos e cores, e um modelo de 500 GB pode ser encontrado por cerca de R$ 200.
Online
Pra que se preocupar com CDs, DVDs ou ficar contando o espaço disponível no HD externo? Coloque suas imagens em um servidor na web e acesse-as de qualquer computador conectado à internet, o que é ótimo para compartilhá-las com a família. Serviços como o Flickr, do Yahoo!, dão espaço ilimitado para suas imagens por R$ 45,90 anuais e você pode organizá-las em álbuns públicos ou privados.
Para quem não quer pagar ou não precisa de tanto espaço, há alternativas gratuitas como os álbuns online do Photoshop.com (2 GB, e já vem com ferramentas de edição) e o Picasa Web Albums do Google (1 GB). Estes serviços são confiáveis e oferecidos por grandes empresas, o que significa que dificilmente irão sumir da noite para o dia levando suas fotos junto. Mas seguro morreu de velho, então talvez seja uma boa idéia ainda ter uma cópia local daquelas fotos realmente importantes, como o primeiro sorriso de uma criança. O que nos leva à nossa última sugestão.
Windows Home Server
Por fim, vamos trazer a arma secreta. Suponha que o usuário tenha vários PCs em casa e queira que o backup das máquinas seja feito automaticamente. Uma opção é dar um drive externo para cada computador. No entanto, a partir desse ponto é melhor considerar um servidor domético com o Windows Home Server.
O PC com o Home Server é muito fácil de ser configurado: basta plugar o equipamento à tomada, conectá-lo à rede e instalar um pequeno programa em cada computador da casa. O Home Server irá fazer backup de cada computador automaticamente todas as noites, centralizando o local onde são armazenadas as fotos e outros arquivos. Esse tipo de equipamento possui outras vantagens como a habilidade de compartilhar arquivos e pastas com todos usuários da rede doméstica. Há diversos modelos de PCs com Windows Home Server vendidos por empresas como Acer, HP, Lenovo e Asus, com diversas faixas de preço, mas eles ainda são um pouco difíceis de encontrar no Brasil. Os detalhes podem ser encontrados no site do Home Server da Microsoft.
Fonte:http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/01/11/preserve-suas-fotos-de-fim-de-ano-por-muito-mais-tempo/
Paixão por ensinar
Pesquisa indica que mais de 70% dos professores são motivados a entrar em sala de aula pelo amor à profissão, mas 69% consideram que a carreira é desvalorizada
Maria Berenice Moura Alves cumpre uma jornada de 40 horas semanais no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, em Porto Alegre. Em casa, dedica outras 10 horas a preparar as aulas. Considera injusta a remuneração que recebe e, em sala, enfrenta o desafio diário de prender a atenção de adolescentes. Mas se diz apaixonada pelo que faz.
Aos 50 anos - 22 deles dedicados à profissão -, a professora de Geografia dá rosto aos números de uma pesquisa sobre o professor brasileiro, realizada pelo Ibope a pedido da Fundação Victor Civita (FCV).
O instituto ouviu 600 docentes em 13 capitais brasileiras, entre elas Porto Alegre. Um dos dados mais surpreendentes diz respeito à paixão dos professores - 73% deles afirmam que ensinar é um ato de amor. Outros 14% consideram estar contribuindo para uma sociedade melhor e 14% acreditam preparar os estudantes para o futuro. Já Maria Berenice vai além:
- Só penso nos meus alunos. Não sei se estou contribuindo para o país, mas estou ajudando a formar pessoas com valores, pessoas de bem.
A paixão com que os docentes brasileiros lecionam fica ainda mais evidente em outros números do estudo: quando colocados frente a frente com a afirmação "só fui dar aula porque não encontrei outro emprego", 79% disseram discordar totalmente. Em outro item da pesquisa, 72% se disseram apaixonados pela profissão.
Conselheiro do movimento Todos Pela Educação, Mozart Neves Ramos, professor de Química na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ex-secretário de Educação daquele Estado, fala por experiência própria:
- O magistério é como um vírus que está no sangue. Muito dessa paixão vem da grande oportunidade de formar pessoas. Isso empolga e torna os professores cegos em relação ao salário, à ausência de carreira. A grande questão é se, com a deterioração ao longo dos anos, esse sacerdócio não estaria sendo perdido.
A desvalorização da profissão foi citada por 69% dos docentes ouvidos pelo Ibobe. Insatisfação com salário e benefícios, desmotivação e indisciplina dos alunos e falta de participação por parte dos pais estão entre os desafios. Professor de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fernando Becker diz que o resultado da pesquisa reflete a realidade:
- Vivemos em um processo de descuido com a Educação. Mas muitos professores não fariam outra coisa na vida, mesmo por melhores salários.
Diretora-executiva da Fundação Victor Civita, Angela Cristina Dannemann faz um alerta: todo o amor declarado pelos entrevistados também tem um lado ruim.
- Ainda há essa ideia um pouco mística de que ser um bom professor demanda amor e dom. É uma consequência do não reconhecimento da profissão de professor como uma profissão de fato. O professor ainda é confundido com um cuidador - resume.
(Carla Dutra)
(Zero Hora, 9/1)
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75800
Maria Berenice Moura Alves cumpre uma jornada de 40 horas semanais no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, em Porto Alegre. Em casa, dedica outras 10 horas a preparar as aulas. Considera injusta a remuneração que recebe e, em sala, enfrenta o desafio diário de prender a atenção de adolescentes. Mas se diz apaixonada pelo que faz.
Aos 50 anos - 22 deles dedicados à profissão -, a professora de Geografia dá rosto aos números de uma pesquisa sobre o professor brasileiro, realizada pelo Ibope a pedido da Fundação Victor Civita (FCV).
O instituto ouviu 600 docentes em 13 capitais brasileiras, entre elas Porto Alegre. Um dos dados mais surpreendentes diz respeito à paixão dos professores - 73% deles afirmam que ensinar é um ato de amor. Outros 14% consideram estar contribuindo para uma sociedade melhor e 14% acreditam preparar os estudantes para o futuro. Já Maria Berenice vai além:
- Só penso nos meus alunos. Não sei se estou contribuindo para o país, mas estou ajudando a formar pessoas com valores, pessoas de bem.
A paixão com que os docentes brasileiros lecionam fica ainda mais evidente em outros números do estudo: quando colocados frente a frente com a afirmação "só fui dar aula porque não encontrei outro emprego", 79% disseram discordar totalmente. Em outro item da pesquisa, 72% se disseram apaixonados pela profissão.
Conselheiro do movimento Todos Pela Educação, Mozart Neves Ramos, professor de Química na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ex-secretário de Educação daquele Estado, fala por experiência própria:
- O magistério é como um vírus que está no sangue. Muito dessa paixão vem da grande oportunidade de formar pessoas. Isso empolga e torna os professores cegos em relação ao salário, à ausência de carreira. A grande questão é se, com a deterioração ao longo dos anos, esse sacerdócio não estaria sendo perdido.
A desvalorização da profissão foi citada por 69% dos docentes ouvidos pelo Ibobe. Insatisfação com salário e benefícios, desmotivação e indisciplina dos alunos e falta de participação por parte dos pais estão entre os desafios. Professor de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Fernando Becker diz que o resultado da pesquisa reflete a realidade:
- Vivemos em um processo de descuido com a Educação. Mas muitos professores não fariam outra coisa na vida, mesmo por melhores salários.
Diretora-executiva da Fundação Victor Civita, Angela Cristina Dannemann faz um alerta: todo o amor declarado pelos entrevistados também tem um lado ruim.
- Ainda há essa ideia um pouco mística de que ser um bom professor demanda amor e dom. É uma consequência do não reconhecimento da profissão de professor como uma profissão de fato. O professor ainda é confundido com um cuidador - resume.
(Carla Dutra)
(Zero Hora, 9/1)
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75800
Tempo de recuperação em empresas que usam nuvem é menor
Segundo estudo, empresas de médio porte que migraram para cloud gastam duas horas para reverter problemas graves, ante oito horas daquelas que não usam.
Por TECHWORLD.COM
Empresas de médio porte que usam a computação em nuvem para reverter falhas catastróficas voltam a funcionar normalmente quatro vezes mais rápido do que aquelas que não utilizam esse tipo de serviço, atesta estudo promovido pelo Grupo Aberdeen, instituto de pesquisa americano.
Essas companhias não só conseguiram atingir seu tempo de recuperação pretendido (RTOs, na sigla em inglês) com mais frequência do que as que não dispõem de serviços de computação em nuvem, como também melhoraram seus números ano após ano, afirma a o instituto.
Em média, as empresas com computação em nuvem voltam à atividade depois de 2,1 horas de inatividade, ante 8 horas das que não usufruem da tecnologia. Aliás, esse é um dos maiores motivos para elas para pagarem pelo serviço; 66% das organizações entrevistadas alegaram que o tempo menor de recuperação foi um fator decisivo para a contratação. Em segundo lugar ficou a redução de custos, citada por 55% delas.
Segundo o Grupo Aberdeen, há alguns obstáculos que impedem que companhias de médio porte migrem para a computação em nuvem, mas diz que com um planejamento bem feito tais empecilhos podem ser minimizados. São três os passos sugeridos: contratar um serviço de cloud público, desenvolver uma política própria para os dados, e, por fim, testá-la várias vezes quanto à sua eficiência para reverter desastres – 54% das empresas não possuem um programa formal de testes.
Segundo estudo, a computação em nuvem ainda tem muito a crescer. Cerca de 25% das companhias não a usam e 58% pretendem começar a utilizá-la até o fim deste ano.
Fonte:http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/01/11/tempo-de-recuperacao-em-empresas-que-usam-nuvem-e-menor/
Por TECHWORLD.COM
Empresas de médio porte que usam a computação em nuvem para reverter falhas catastróficas voltam a funcionar normalmente quatro vezes mais rápido do que aquelas que não utilizam esse tipo de serviço, atesta estudo promovido pelo Grupo Aberdeen, instituto de pesquisa americano.
Essas companhias não só conseguiram atingir seu tempo de recuperação pretendido (RTOs, na sigla em inglês) com mais frequência do que as que não dispõem de serviços de computação em nuvem, como também melhoraram seus números ano após ano, afirma a o instituto.
Em média, as empresas com computação em nuvem voltam à atividade depois de 2,1 horas de inatividade, ante 8 horas das que não usufruem da tecnologia. Aliás, esse é um dos maiores motivos para elas para pagarem pelo serviço; 66% das organizações entrevistadas alegaram que o tempo menor de recuperação foi um fator decisivo para a contratação. Em segundo lugar ficou a redução de custos, citada por 55% delas.
Segundo o Grupo Aberdeen, há alguns obstáculos que impedem que companhias de médio porte migrem para a computação em nuvem, mas diz que com um planejamento bem feito tais empecilhos podem ser minimizados. São três os passos sugeridos: contratar um serviço de cloud público, desenvolver uma política própria para os dados, e, por fim, testá-la várias vezes quanto à sua eficiência para reverter desastres – 54% das empresas não possuem um programa formal de testes.
Segundo estudo, a computação em nuvem ainda tem muito a crescer. Cerca de 25% das companhias não a usam e 58% pretendem começar a utilizá-la até o fim deste ano.
Fonte:http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/01/11/tempo-de-recuperacao-em-empresas-que-usam-nuvem-e-menor/
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