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quarta-feira, 28 de março de 2012

Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo país



A presidente Dilma Rousseff foi recebida na terça-feira no aeroporto de Nova Délhi …
DESTAQUES

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para proporcionar banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira em Nova Délhi o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.
O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, tem um custo avaliado de 750 milhões de reais (412 milhões de dólares). Apenas o lançamento custará 80 milhões de dólares.
"Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante", disse o ministro.
O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros a acessar a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.
Brasil, Índia e África do Sul - três integrantes do grupo dos emergentes Brics, ao lado de China e Rússia - também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para "entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas".
Com a China, país com o qual mantém uma intensa cooperação desde os anos 80 - com o lançamento conjunto de três satélites -, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera "estratégica" a cooperação Sul-Sul.
Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta-feira dos Brics na capital indiana.
Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira, Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa "Ciências Sem Fronteiras", que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.
O programa já enviou 100.000 brasileiros ao exterior, em particular aos Estados Unidos (20.000), Alemanha (10.000) e França (8.000).
No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e turberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/brasil-lan%C3%A7ar%C3%A1-sat%C3%A9lite-levar-banda-larga-pa%C3%ADs-100441263.html

segunda-feira, 26 de março de 2012

Opinião: a Google está passando pelo começo do fim?



A falta de capacidade de a empresa de aprender com os erros dos outros pode estar ambientando o palco para seu fracasso.
ROB ENDERLE (*), INFOWORLD (EUA)

Recentemente, li um post interessante escrito por um funcionário da Microsoft que havia deixado a companhia para juntar-se ao Google e depois retornou após descobrir que a grama não era tão verde assim lá do outro lado da cerca. A Google é bem conhecida por fornecer um dos melhores ambientes de trabalho do mundo, mas como muitas companhias que têm sido reverenciadas de forma similar, parece estar eliminando esse ambiente, pelo menos de acordo com este post. Tudo isso soou muito familiar e vejo na Google uma repetição de todos os erros catastróficos cometidos pela IBM, Apple, Microsoft, Netscape, Sun, e Yahoo! em algum momento da história das comapnhias.

Deste grupo, a Microsoft sobreviveu, a IBM está quase restaurada e a Apple, na verdade, se tornou maior do que nunca, sugerindo que o padrão não precisa ser terminal. Mas a Sun Microsystems, Netscape e possivelmente o Yahoo! ilustram que esse pode ser certamente o fim de empresas que um dia foram bem-sucedidas. Vamos dar uma olhada em como a falta de capacidade da Google de aprender com os erros dos outros está ambientando o palco para seu fracasso.

O blog Microsoft-Google-Microsoft
Várias vezes em minha própria carreira eu poderia ter escrito algo similar ao post que descreve como a Google perdeu sua forma. Ele conta a triste história de uma companhia que iniciou fundada com pó de fada e sonhos e que, de repente, teve de enfrentar duas realidades: perder o foco e começar a ser tornada obsoleta pelo Facebook. O que é interessante é que o escritor, James Whittaker, deixou e depois voltou para a Microsoft. Imagino que isso seja devido ao fato de a Microsoft estar em um estado estável, enquanto a Google está em transição, e transições são incrivelmente dolorosas e desmotivadoras, principalmente quando elas vêm à custa de direitos.

Whittaker também conta a história de uma companhia que perdeu sua essência e que tem a necessidade desesperada de ser vista como bem-sucedida. Uma companhia que interpretou errado o conselho de Steve Jobs sobre ter foco e simplicidade. A Google está simplificando e se focando nas pessoas, o que é algo consistente ao conselho de Jobs, mas a companhia parece ter pulado a parte sobre decidir no que eles são bons e focarem-se nisso. A Google ainda parece estar atrás da Microsoft, Apple ou, neste post, do Facebook.

A IBM agora está mais focada
Quando passei por um problema semelhante pela primeira vez, eu era um analista interno da IBM. A companhia dominava o mercado da tecnologia e estava operando atualmente sob o modelo que conhecemos por software como serviço (SaaS). De fato, era ainda mais avançado. Tudo era basicamente serviço. Líderes corporativos viram os computadores pessoais emergirem e a Apple crescer como uma ameaça. Responderam a essa ameaça por meio da criação do IBM PC e da formação de uma parceria com a Microsoft para formar um bloqueio para a Apple e então eles viram a Sun aparecer e decidiram sacrificar a estrutura principal no altar da computação cliente-servidor. Depois, identificaram a Microsoft como uma ameaça e decidiram fazer software terceirizados para a plataforma OS/2.

Cada tentativa de se tornar outra companhia enfraqueceu a IBM a um ponto em que a empresa quase foi à falência. Agora que a IBM mudou suas engrenagens e está focando em ser a melhor IBM que ela pode ser, sem tentar parecer ser a Google ou o Facebook, suas ações estão sendo negociadas pelo preço mais alto do que eles já venderam.

A Microsoft ainda encara desafios
A próxima da lista é a Microsoft, a qual o sucesso foi ligado à terceirização de software. Os engenheiros de hardware nunca entenderam o software realmente e a grande ideia da Microsoft foi a de fornecer serviços terceirizados. Primeiro o fizeram para a Apple e depois para a IBM. O que, eventualmente, resultou no Windows. Contudo, a IBM ficou preocupada por estar tendo seu lugar tomado pela Microsoft, e então as duas companhias entraram em guerra. A Microsoft começou a vender diretamente para corporações.

Depois, a Microsoft viu a AOL como uma ameaça e criou o MSN, mas faltou a parte de web nele e ele foi emboscado pelo Netscape. No processo, a Microsoft perdeu o foco nos usuários e nos OEMs. Começou a se preocupar com o fato de a Sony estar planejando transformar o PlayStation em um PC e então criou o Xbox, o que mais tarde alienou os OEMs e, basicamente, acabou com o negócio de jogos de computador.

Finalmente, a Google chegou e a Microsoft gastou bilhões tentando ser melhor que a Google. Mas a Microsoft não pareceu entender o modelo central da gigante de buscas. O modelo uma vez imbatível de software terceirizado para a plataforma Windows já não era mais tão imbatível assim. A Microsoft continua, mas os OEMs que inicialmente fizeram a companhia imbatível agora estão usando o Google, e a Microsoft perdeu seu lugar no campo dos smartphones e tablets.

A Apple, que uma vez esteve perto de seu fim, agora está mais forte que nunca
A Apple, que começou como uma companhia de computadores pessoais, teve seu lugar inicialmente tomado pela Commodore, que se focava melhor no cliente, e quase chegou ao seu fim tentando ser uma melhor fornecedora de computadores para negócios. Após perder Jobs, a Apple pareceu ter se perdido, primeiro ao tentar ser como a Compaq, Sony/HP e então Microsoft. A companhia expandiu massivamente suas linhas de hardware e depois se aventurou em softwares terceirizados através do licenciamento com o MacOS.

A Apple estava apenas meses de distância de falir quando Jobs voltou. Ele reconcentrou a companhia nos negócios voltados aos clientes de computadores e então, prevendo que o crescimento do PC estava diminuindo e reconhecendo que acertaria a Microsoft em seu ponto fraco, passou para o entretenimento. O novo foco nos clientes e na excelência permitiu que a companhia recriasse a sua própria imagem. A Apple é a única empresa que, após perder seu foco, emergiu mais forte do que em sua melhor época.

O Netscape culpou a Microsoft equivocadamente
O Netscape foi o primeiro exemplo do que acontece ao esquecer sua essência. O Netscape era a internet e, quando as pessoas inicialmente começaram a usar a web virtualmente, todas elas utilizavam um produto Netscape. Mas o Netscape não conseguiu entender como fazer o que a Google eventualmente viria a fazer mais tarde: monetizar a web da forma correta. No lugar disso, a companhia decidiu focar-se em eliminar a Microsoft.

Milhões de dólares foram gastos por muitas companhias nas últimas três décadas nesse esforço de derrubar a Microsoft do que de qualquer outra estratégia fracassada, e isso ocorreu com quase todas as companhias. O que é fascinante é que quando você conversa com um ex-executivo do Netscape, ele irá muitas vezes dizer que a companhia foi retirada dos negócios pela Microsoft, a qual, em uma briga similar com a Google, não tem tido muito sucesso. Cada grande fracasso levou a uma decisão tomada pelos executivos do Netscape que era ligada, em grande parte, a algo que não tinha nada a ver com seu domínio da internet.

O sol se pôs para a Sun ao passo que ela tentava ser a Microsoft
A Sun protagonizou algo similar ao efeito que a Google teve para a Microsoft com a IBM. A companhia foi, em grande parte, responsável por fazer a IBM esquecer seu modelo de sucesso e quebrar sua fórmula. Mas logo depois a Sun se fixou na Microsoft, criando uma estratégia que ‘comoditizava’ a indústria, ainda que não fosse conseguir sobreviver em um mercado de comodities. Resultado: a Sun causou uma quantidade significativa de danos a Microsoft, mas, durante esse processo, faliu.

A Sun foi um dos exemplos mais catastróficos do que ocorre quando uma companhia esquece seu propósito e foca-se excessivamente no modelo de outra companhia. Na realidade, a Sun deveria ter entendido que ela não era uma concorrente direta da Microsoft e sim ter identificado a IBM, HP e a crescente Dell como suas rivais primárias. A Sun estava em guerra com o modelo de terceirização que a Microsoft representava, mas em vez de seguir os passos da Apple e focar-se em concluir soluções e ser proprietária das mesmas a Sun tentou se transformar na Microsoft e foi paralisada no meio dessa transição.

Yahoo: A história mais triste de todas
Talvez a companhia que mais esteja sofrendo seja a Yahoo". Possuía redes sociais antes de começarmos a chamá-las de redes sociais. Ainda mais triste é o fato de que a AOL e a Compuserve (que se fundiram) também as possuíram, antes do Yahoo!. O Yahoo! se fascinou pela Google, companhia na qual o Yahoo! pôs um grande investimento. Mas em vez de alavancar a parceria e reconhecer que o Yahoo! estava mais perto do objetivo de fornecer informações de propaganda de alto valor do que a Google (dado o envolvimento mais acentuado dos clientes), os executivos da companhia foram atrás do objeto brilhante além da Google e o perseguiram.

É irônico que o Facebook seja hoje a maior ameaça ao Google e tanto a Microsoft quanto o Yahoo não tenham sido nada além de um estimulo que manteve a Google focado na sua busca. De fato, vou argumentar que caso os dois tivessem evitado o negócio de buscas, a Google teria se tornado tanto regulado como um monopólio óbvio e vulnerável aos avanços na tecnologia que teria deixado passar.

O Yahoo! perdeu sua essência completamente e foi forçado a processar o Facebook por causa de uma tecnologia que ele não utiliza mais. Em vez de ser uma fornecedora dominante de redes sociais a companhia é agora um exemplo patético do que acontece quando se perde sua essência.

A Google em negação, a beira do precipício
A Google está no negócio de propaganda e ainda assim parece estar em algum tipo de estado de negação. Todo o seu foco deveria estar centrado em encontrar maneiras de tornar as propagandas na internet mais rentáveis e em ser a fonte primária de gestão de receitas de propagandas para todos. Sua fórmula vencedora estava monetizando a web, constituída na verdade por um super conjunto de propagandas. Mas é claro, institucionalmente, que a Google está em negação sobre a fonte real de seu sucesso.

A Google deveria ter trabalhado para ter a Microsoft e o Facebook como seus parceiros, não concorrentes. Julgando pelo blog do ex-funcionário da Google que nos botou para pensar, a Google parece estar deixando a ideia de se tornar a Microsoft e tentando se tornar o Facebook, e fracassando nesse processo.

O que é particularmente triste é que a Google parece ter vindo ao mercado com a ideia de ser uma anti-Microsoft, com a percepção implícita de que a gigante dos software era uma força do mal. Hoje, se você fizer uma busca nas duas companhias, você possivelmente encontrará referências durante os últimos cinco anos que denunciam que a Google está fazendo mais coisas ruins do que a Microsoft.

Essa busca sugere que nas melhores universidades (e a Google só contrata das melhores) eles simplesmente não ensinam muita história e, possivelmente, aparentam focarem-se em falar mal de quem esteja no poder, o que indica que a próxima geração possivelmente sairá da faculdade desejando acabar com a Google, bem como a geração do Google, que saiu desejando destruir a Microsoft, que por sua vez teve uma geração que entrou no mercado querendo tomar o lugar da IBM.

Será que o Facebook poderá evitar tais erros?
Dada esta tendência, o Facebook pode parecer ser a próxima companhia a cometer o erro de esquecer sua essência e focar-se excessivamente em outra companhia. A Pinterest começou a emergir como uma desafiante a coroa e, enquanto a Pinterest está no espaço do Facebook, seria tolo tentar ser uma Pinterest melhor se isso significasse abandonar tudo pelo o que o Facebook já é conhecido. Por hora, não há indicação de que o Facebook esteja cometendo esse erro, mas dado o histórico de outras empresas é fácil imaginar que ela eventualmente o fará, seja para ir atrás da Pinterest ou de alguma outra companhia.

Três passos fáceis para destruir uma companhia
A lição? Parece existir um caminho bem definido sobre como destruir uma companhia de sucesso. Tudo começa de dentro, com a companhia esquecendo sua essência ou deixando de entender a fórmula que criou o seu sucesso em primeiro lugar. Segue-se com um foco excessivo no concorrente, o que faz a companhia competir com aquele novo concorrente na zona de conforto do mesmo. Tudo isso termina com uma série de esforços mal executados e cada vez mais desesperados para se tornar a companhia que tanto os assusta.

Reciprocamente, existem três passos fáceis para garantir o sucesso. Conheça sua fórmula para o sucesso e a proteja. Concentre-se no objetivo – o cliente – não no competidor. E tente ver para onde o mercado está caminhando e chegue lá antes, o que normalmente significa que você precisará guiar o mercado para aquele objetivo.

A IBM e a Apple representam o que pode acontecer quando executivos esquecem a essência e, mais recentemente, elas são índices de como competir em um mercado que muda constantemente.

Seria sábio para os executivos atuais, particularmente aqueles da Google, darem um passo atrás e decidir se eles querem ser a próxima IBM ou Apple ou a próxima Netscape ou Yahoo.

Eu sei em qual lado eu gostaria de estar, ainda assim continuo a me surpreender com o número de executivos que estão fazendo estratégias que os colocam no caminho mal sucedido.

Como é aquele antigo ditado? Aqueles que não aprendem com a história estão condenados a repeti-la? Pode parecer que, a menos que algo mude, este possa ser o epitáfio da Google.

No centro deste padrão estão os conceitos de predisposição de confirmação, a noção de que favorecemos raciocínios que confirmam nossas crenças e uma armação para explicar porque o raciocínio muitas vezes resulta em decisões irracionais. Uma vez que você entenda isso, você poderá explicar porque os executivos cometem esses erros repetidas vezes.

(*) Rob Enderle é presidente e analista chefe do Grupo Enderle. Antes, foi ‘Senior Research Fellow’ dos Grupos Forrester Research e Giga Information. Antes disso, trabalhou para a IBM ocupando cargos de auditoria interna, análise competitiva, marketing, finanças e segurança. Atualmente Rob escreve sobre tecnologias emergentes, segurança e Linux em várias publicações e aparece em programas de TV nacionais que incluem os canais CNBC, FOX, Bloomberg e NPR.

Fonte:http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/03/22/opiniao-a-google-esta-passando-pelo-comeco-do-fim/

sexta-feira, 23 de março de 2012

Google Street View permite navegar pelos rios da Amazônia




O novo recurso oferece 50 mil fotos tiradas em agosto do ano passado na região da Reserva do Rio Negro.


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O Google Maps disponibilizou nesta semana o recurso do Street View para uma parte da Amazônia, começando pelos arredores de Manaus, incluindo o Rio Negro e partes da Comunidade Timbira. Agora internautas de todo o mundo podem fazer um passeio virtual pelo rio em um barco e curtir a paisagem da floresta Amazônica por meio das fotos em 360º oferecidas pela gigante das buscas online.

Muitas das imagens são de locais agora protegidos por lei e com acesso restrito aos turistas, incluindo a Reserva do Rio Negro. Com isso, a ferramenta Google pode ser uma das únicas formas de conhecer esses locais da floresta Amazônica.

"Estamos muito felizes em ajudar desde cientistas e pesquisadores, até os exploradores de sofá em todo o mundo a aprenderem um pouco mias sobre a Amazônia, e entender melhor como as comunidades locais estão trabalhando para preservar esse ambiente único para as futuras gerações", de acordo com a postagem no blog oficial da empresa anunciando a novidade.

O projeto só foi possível porque a Google firmou parceria com a Amazonas Sustaintable Foundintion (FAS), a organização local sem fins lucrativos, que convidou a equipe da gigante das buscas a fotografar às áreas. No total, 50 mil fotos foram unidas para fornecer o visual panorâmico do Street View. O início da captura da imagens foi anunciado pela empresa em agosto do ano passado.

Fonte:http://pcworld.uol.com.br/noticias/2012/03/22/google-street-view-permite-navegar-pelos-rios-da-amazona/

quinta-feira, 22 de março de 2012

Especialistas dão dicas para a publicação de artigos científicos



Por Karina Toledo

Escolher periódico antes da redação do texto e considerar grau de novidade e relevância da pesquisa é fundamental, dizem especialistas no workshop "How to Write for and Get Published in Scientific Journals"


Agência FAPESP – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de serem citados em futuras pesquisas e de contribuírem para aumentar o fator de impacto do periódico.

Essas foram algumas das dicas apresentadas por Daniel McGowan, diretor do Grupo Edanz, durante o workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals”, realizado no dia 16 de março pela FAPESP e pela editora científica Springer.

Desde 1990, o número de artigos submetidos para revisão teve um aumento 100% superior ao do número de novos periódicos, segundo dados do Grupo Edanz, empresa de consultoria na área. Com o crescimento da competição, de acordo com McGowan, “o mínimo que os editores esperam é ciência de qualidade e linguagem adequada”.

“A pesquisa brasileira é boa, mas vejo dois grandes desafios a serem superados pelos pesquisadores do país: a dificuldade com a língua inglesa e a falta de entendimento de como deve se estruturado um artigo científico. Muitos parecem não saber o que colocar na introdução, na discussão e na conclusão do trabalho”, disse McGowan à Agência FAPESP.

Durante sua apresentação no workshop, McGowan explorou o tema e deu exemplos de como estruturar um resumo, como inserir tabelas, gráficos e figuras no texto, como formatar referências e escolher o título e como elaborar uma carta de apresentação ao editor. Deu também dicas sobre o tempo verbal mais adequado nas diferentes situações e recomendou aos cientistas redigir frases na voz ativa e deixar sempre o sujeito da oração perto do verbo.

“Grande parte das pessoas que vão ler o artigo científico também não tem o inglês como primeira língua. O que elas desejam é ler rapidamente, apenas uma vez e conseguir entender a lógica do pesquisador”, destacou.

Para McGowan, ex-editor associado da Nature Reviews Neuroscience, o primeiro passo para melhorar a qualidade da produção científica é a leitura do maior número possível de artigos publicados.

“Isso ajuda o pesquisador a saber se está fazendo as perguntas certas, usando os métodos adequados, interpretando os resultados no contexto apropriado, citando os estudos mais relevantes da área e escolhendo o periódico com o perfil indicado para sua pesquisa”, disse.

Como cada publicação tem regras próprias para estruturar o texto e citar referências, a redação do artigo só deve começar após estar definida a revista para a qual ele será submetido.

“O pesquisador deve ser honesto ao avaliar o grau de relevância e novidade da pesquisa e escolher um periódico com fator de impacto compatível. Ela traz um avanço incremental ou conceitual? Afeta a vida de uma pequena população ou de milhares de pessoas? Melhora o conhecimento sobre um fenômeno ou apresenta uma nova tecnologia?”, exemplificou McGowan.

O pesquisador deve ainda considerar fatores como o perfil do público a ser atingido, o prestígio da publicação e se ela trabalha como sistema de acesso aberto ou assinatura. “Acesso aberto permite alcançar um número maior de leitores e, portanto, gera mais citações. Mas também tem um custo muito maior”, disse.

Segundo McGowan, um artigo nunca deve ser enviado a mais de um periódico ao mesmo tempo. “Por outro lado, se um pesquisador demora muito para publicar suas descobertas, pode ocorrer de outro grupo publicar antes. Recomendo, portanto, entrar em contato com o editor caso não receba retorno após seis semanas. Se depois de dois meses ainda não houver resposta, sugiro cancelar formalmente a submissão e só então enviar para outra revista”, afirmou.

Outra dica do consultor é relatar no fim do artigo os financiamentos recebidos de agências de fomento ou de outras instituições e empresas, descrever possíveis conflitos de interesse e as limitações do trabalho, como tamanho pequeno da amostra por exemplo.

“Os editores percebem quando há falhas ou limitações na pesquisa, mas ainda assim podem publicá-la se os resultados forem interessantes. Não mencionar esses fatores, porém, pode ser um motivo para rejeição”, disse.

Pesquisa brasileira

Na abertura do workshop, o vice-presidente da editora Springer, Paul Manning, contou que o motivo que levou a empresa a abrir um escritório no Brasil foi o crescimento expressivo da produção científica do país.

“A Springer surgiu na Alemanha no século 19 e foi para Nova York após a Segunda Guerra, pois era onde a ciência estava acontecendo. Nos anos 1970, fomos para o Japão pelo mesmo motivo. Agora, percebemos que havia muita coisa interessante aqui no Brasil”, disse. A Springer atualmente está presente em 20 países.

Segundo dados apresentados pelo diretor da Springer Brasil, Harry Blom, a produção científica brasileira cresce a uma taxa de 17% ao ano – enquanto a média mundial é de 3% – e já corresponde a 55% da produção científica da América Latina.

Mariana Biojone, editora da Springer Brasil, apresentou as ferramentas gratuitas oferecidas no site da empresa para apoiar pesquisadores. Uma delas é o Author Mapper, que mostra os temas mais pesquisados do momento e em quais centros. “Isso pode ajudar o cientista a encontrar colaboradores para seu projeto”, afirmou.

As apresentações do evento estão disponíveis em: www.fapesp.br/6848

Fonte:http://agencia.fapesp.br/15344

Uso da internet móvel dobra no Brasil em 2011



Renato Rodrigues, do IDG Now!


Estudo revela também que acesso 3G está disponível para 84% da população e quase 49% das cidades; banda larga fixa chega a 100% dos municípios.

O uso da internet móvel de alta velocidade dobrou no Brasil em 2011, passando de 20,6 milhões de acessos em 2010 para 41,1 milhões. Projeções da consultoria Teleco estimam que esse serviço no país deve se manter em crescimento pelos próximos anos, podendo chegar a 73 milhões de acessos em 2012, e a 124 milhões em 2014. Os números fazem parte do estudo “Balanço Huawei da Banda Larga 2011”, realizado em pela consultoria Teleco e divulgado nesta terça (20) pela fabricante.

Segundo a pesquisa, no ano passado a banda larga móvel já estava disponível para 84% da população brasileira; crescimento de 15,7% em relação ao ano anterior. O índice supera as metas estabelecidas pela Anatel para 2016. No quesito cobertura, o estudo mostra que, em 2011, 48,6% dos municípios brasileiros eram atendidos pelo serviço, em comparação com 23,4% do ano anterior.

No entanto, a definição de banda larga, móvel e fixa, é bastante ampla: são considerados acessos iguais ou acima de 256 kbps.

Faturamento com dados
O faturamento das empresas com uso de dados também continua crescendo no mundo inteiro. No Japão, por exemplo, mais de 50% da receita líquida das operadoras é por uso de dados; nos Estados Unidos, 40%; na Europa, mais de 30%. No Brasil, esse índice foi de 20,9% em 2011. Segundo a Teleco, essa tendência de crescimento é estimulada pela crescente venda de smartphones, mesmo com o aumento de 27,4% nos preços desses aparelhos no último trimestre do ano passado.

Outros dados são a continuidade do crescimento das receitas provenientes do serviço de voz, de 9,4% no quarto trimeste de 2011 com relação ao mesmo período do ano anterior e, pela primeira vez, o decréscimo da quantidade de acessos GSM, de 199,5 milhões em dezembro de 2011 para 199 milhões em fevereiro deste ano.

De acordo com estimativas da União Internacional de Telecomunicações (UIT), a banda larga móvel no mundo cresceu 26,2% em 2011, enquanto a fixa teve aumento de 12,1%. No Brasil e no mundo, o WCDMA/HSPA continua sendo a principal tecnologia para o fornecimento de banda larga móvel.

Banda larga fixa
A banda larga cresceu 19,6% em 2011, com 16,5 milhões de acessos, contra 13,8 milhões no ano anterior. As projeções da Teleco mostram que o Brasil deve atingir a marca de 20 milhões de acessos em 2012, chegando a 30 milhões até o ano da Copa do Mundo. Esses números levariam a penetração do serviço a 15 acessos/100 habitantes em 2014, comparado a uma média de 25,7 acessos/100 habitantes que os países da OCDE possuem hoje.

O estudo também mostra um expressivo avanço na cobertura do serviço. Em 2010, por exemplo, 81,1% dos municípios brasileiros eram atendidos por banda larga fixa. Em 2011, o porcentual chegou a quase 100%.

Projeções 4G
Hoje, segundo a GSA, 41% das redes 3G no mundo já são HSPA+, que suportam velocidades de download de 21/42 Mbps. Em 2010, havia 103 redes HSPA+; hoje o número subiu para 187, aumento de 82%. No ritmo atual, estima-se que em menos de três anos mais de 80% das 451 redes 3G no mundo já estariam atualizadas para suportar o HSPA+.

Já as redes LTE, adotadas como o padrão 4G pela maior parte das operadoras de celular e que suportam velocidades médias de 100/50 Mbps por célula, para canais de 20 MHz, aos poucos vêm ganhando projeção mundialmente, com 62 redes em operação comercial em janeiro deste ano.

No entanto, a maior oferta de terminais LTE é na faixa de 700 MHz, com 142 dispositivos em janeiro deste ano. A faixa de 2,6 GHz, objeto da licitação no Brasil, possui 65 dispositivos LTE FDD e 41 LTE TDD, o que pode retardar a adoção da tecnologia no país, pois os custos de terminais podem restringir seu mercado potencial.

Fonte:http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/03/20/uso-da-internet-movel-dobra-no-brasil-em-2011/

quarta-feira, 21 de março de 2012

PROJETO DE RECICLAGEM:Coleta seletiva: o lixo é reciclado no domicílio



CIDADÃO CONSCIENTE


(Projeto Preliminar)


Autor: Sérgio Crisóstomo dos Reis
E-mail: sergiocdreis@yahoo.com / (35) 8816-8728
Objetivo Geral:

Reciclar 50% a 70 % do lixo produzido no município.

Objetivos Específicos:

 Preservar o Meio Ambiente;
 Inclusão Social;
 Criar Cooperativa de Catadores;
 Envolver as instituições de Ensino, empresas públicas, privadas e de toda a sociedade;
 Produzir os próprios sacos de papeis coloridos com indicativo do produto a ser reciclado;
 Ou produzir sacolas plásticas coloridas com indicativo do produto a ser reciclado em parceria com os supermercados e o comércio em geral,

Sujeitos:
Prefeitura Municipal;
Órgãos Públicos e privados;
Instituições de Ensino;
População.

Execução:
O diferencial deste projeto consiste no envolvimento de toda a comunidade, através de campanha educativa e distribuição gratuita de sacos de papel (plástico) reciclado colorido para coletar o material reciclável de acordo com a sua natureza: papel, plástico, metal, vidro e orgânico.

Importante também será o envolvimento do comércio, na busca de substituir as sacolas plásticas pelas sacolas de papel (preferencialmente).

Os equipamentos serão adquiridos através de patrocínio com as empresas privadas e/ou públicas, em contra partida será oferecido espaço publicitário nas caçambas, sacos de coleta, faixas, outdoor e panfletos instrucionais.

Será criada uma cooperativa de catadores para recolher o material reciclável.
Os recursos adquiridos serão aplicados exclusivamente no projeto de reciclagem.
Equipamentos a serem adquiridos: prensa, empilhadeira e recipientes para coleta.

Haverá também uma área para recolher material de construção usado para ser disponibilizado às famílias carentes. (envolver as empresas e os profissionais da construção).

Recolhimento do material reciclável:

Será realizado por caminhão carroceria, que deverá passar antes do caminhão lixeiro.
A partir do momento em que o material reciclável for separado nas residências e empresas, facilitará o seu recolhimento que poderá ser feito por catadores autônomos, antes mesmo do caminhão que recolhe o material.

A campanha educativa nas escolas e empresas.

Será realizado por meio de teatro, histórias em quadrinhos, panfletos, concurso de redações, pesquisas e projetos sobre reciclagem.

Fundamentação:

Colaborando com a reciclagem de lixo

A reciclagem é fundamental para a conservação do planeta, pois diariamente produzimos toneladas de lixo que muitas vezes acabam poluindo os rios, solos e o ar. Para evitar o desperdício de recursos naturais, devemos praticar o consumo responsável, reaproveitar ao máximo os materiais utilizados e encaminhar materiais recicláveis para os postos de coleta.

Os materiais que podem ser reciclados deverão ser separados nas seguintes categorias: papel, plástico, metais, vidro e orgânico. Os pontos de coleta encaminham para empresas de reciclagem.

Outro aspecto importante é jogar o lixo no lugar correto.

Confira o tempo que cada material demora para se decompor e saiba por que não podemos jogar o lixo na praia, nas estradas, nas ruas ou em qualquer outro lugar inadequado:

Produto Tempo de decomposição
Jornais 2 a 6 semanas
Papel 2 a 4 semanas
Cascas de frutas 3 meses
Chiclete 5 anos
Latas de alumínio 100 a 500 anos
Plásticos 450 anos
Fraldas descartáveis 500 anos
Garrafa de vidro mais de 1000 anos


Sacolas para os produtos a serem reciclados.

Sacolas feitas com papel reciclável (ou plástico) a serem feitas em diversas cores, de acordo com o material a ser recolhido

Azul para o papel;
Vermelho para o plástico;
Amarelo para o metal;
Verde para o vidro;
Marrom para matéria orgânica;
Preto para o lixo não reciclável.


Símbolos da reciclagem por material




Coletores a serem colocados em pontos estratégicos da cidade.




As cidades que mais reciclam

Os cinco municípios brasileiros onde a prefeitura faz chegar o serviço de coleta seletiva a 100% das residências, segundo um novo levantamento por amostragem no país:

Curitiba, uma das campeãs em reciclagem: a fórmula que deu certo lá inclui o uso de caminhões que recolhem apenas o lixo seco – sem nenhum resto orgânico. O resultado é que o lixo fica mais limpo e acaba vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. Isso ajuda a tornar o sistema de coleta seletiva em Curitiba mais barato (e viável) que o da maioria das cidades brasileiras

1 Curitiba (Paraná)
2 Itabira (Minas Gerais)
3 Londrina (Paraná)
4 Santo André (São Paulo)
5 Santos (São Paulo)

1) Porque hoje se fala tanto em Coleta Seletiva?

Não é novo o fato de que as cidades produzem, diariamente, milhares de toneladas de lixo e que esse é um problema que vem se tornando cada vez maior. No entanto, estamos chegando a um ponto em que já não é mais possível prosseguir sem que medidas mais eficazes sejam tomadas. Os aterros já não conseguem absorver tanto lixo, e a degradação do meio ambiente está tomando proporções perigosas para nossa sobrevivência no planeta.
Nossos rios e represas estão cada vez mais contaminados, ratos e insetos proliferam, as ruas estão sujas favorecendo todo o tipo de doenças.
Em função disso, o poder público e a própria sociedade vem buscando soluções que preservem o meio ambiente e a nossa própria vida.

2) Porque a Coleta Seletiva vem sendo considerada uma solução no problema do Lixo?

Pois através da Coleta Seletiva podemos separar os materiais recicláveis dos não recicláveis. Isso quer dizer que uma parte do lixo pode ser reaproveitada, deixando de se tornar uma fonte de degradação para o meio ambiente e tornando-se uma solução econômica e social, passando a gerar empregos e lucro.
3) Quais são as vantagens da Reciclagem do Lixo?
As vantagens são muitas. Confira!
• A diminuição do consumo de matérias primas virgens (muitas delas não são renováveis e podem apresentar ainda exploração dispendiosa).
• Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar.
• Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.
• Prolonga a vida útil de aterros sanitários.
• Melhora a produção de compostos orgânicos
• Gera empregos para a população não qualificada e receita para os pequeno e micro empresários.
• Gera receita com a comercialização dos recicláveis
• Estimula a concorrência, uma vez que os produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.
• Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

4) Quais são os materiais que podem ser reciclados?
Em geral, é possível reciclar papéis, vidros, plásticos e metais.

5) Quais são os materiais que não podem ser reciclados?
Não se recicla:
O Lixo Orgânico, ou seja, restos de comida, cascas de legumes, frutas, cascas de ovos, etc
Os chamados Rejeitos, que seriam lenços, papel higiênico, absorventes e guardanapos de papel sujos, fotografias, bem como espuma, acrílico, espelhos cerâmicas, porcelanas, tijolos, etc
Resíduos específicos, ou seja, pilhas e baterias.
Resíduos hospitalares, algodão, seringas, agulhas, gazes, ataduras, etc
Lixo químico ou tóxico, como por exemplo embalagens de agrotóxicos, latas de verniz, solventes, inseticidas, etc

VOCÊ SABIA????
• Que cada pessoa produz DIARIAMENTE 1,2 kg de lixo, em média?
• Que o Brasil produz cerca de 100 MIL TONELADAS de lixo por dia?
• Que o Brasil recicla MENOS DE 5% do lixo urbano – valor muito baixo se comparado à quantidade de material reciclado nos Estados Unidos e na Europa (40%)?
• Que de tudo que é jogado diariamente no lixo, pelo menos 35% poderia ser reciclado ou reutilizado, e outros 35%, serem transformados em adubo orgânico?
• Que para se fazer uma tonelada de papel são derrubados VINTE EUCALIPTOS, que demoram 7 anos para crescer?
• Que para cada tonelada de alumínio são retiradas da terra QUATRO TONELADAS de bauxita?
• Que uma única pilha contamina o solo por 50 anos?

Referência:
http://www.lixo.com.br/
http://www.fabercastell.com.br/docs/default_ebene3_asp_id~19668_domid~1010_sp~P_addlastid~0_m1~17466_m2~17468_m3~19650_m4~19652_m5~19666_m6~19668_suma~.htm
http://www.naturallimp.com.br/index3.htm
http://veja.abril.com.br/050907/p_120.shtml

Portal Internacional lança glossário jurídico em três idiomas



Assessoria Internacional lança glossário jurídico em três idiomas

Quarta-feira, 14 de Março de 2012


A Assessoria Internacional lança nesta quarta-feira (14), no Portal Internacional do STF, um glossário jurídico em três idiomas. Elaborado em português, inglês e espanhol, o glossário é voltado para o leitor estrangeiro e possui 80 verbetes a mais que o glossário hoje existente em português no portal do STF na internet.

O serviço visa apresentar para a comunidade internacional, de maneira sistematizada e simplificada, institutos jurídicos brasileiros, com destaque para o vocabulário mais utilizado nas notícias sobre a atuação do STF.

Ao todo, 180 verbetes compõem o glossário do Portal Internacional, que levou cerca de um ano para ser elaborado e contou com a colaboração de vários servidores e estagiários poliglotas da Assessoria de Assuntos Internacionais. O trabalho incluiu pesquisa, seleção, definição, tradução, revisão e publicação dos verbetes no site.

A meta é continuar ampliando o número de expressões publicadas, de modo a auxiliar o leitor na compreensão do conteúdo jurídico do Portal Internacional.

Além disso, os vocábulos serão ainda correlacionados por um padrão de hiperlinks, que buscarão facilitar a compreensão do termo buscado, a partir de um campo semântico comum.


Canal de diálogo

O Portal Internacional visa concentrar todas as informações relativas à atuação internacional do STF com o objetivo de estabelecer um canal de diálogo internacional sobre a Constituição e a corte constitucional brasileira. O portal tem versões em português, inglês e espanhol.

Além da descrição da estrutura e das funções do STF, a página apresenta relatos das principais decisões do tribunal e reúne a jurisprudência da corte constitucional brasileira presente nos principais bancos de dados internacionais, como a Comissão de Veneza, o Global Legal International Network (GLIN), o MERCOSUL e a Conferência das Jurisdições Constitucionais dos Países de Língua Portuguesa. O site dá destaque especial para os projetos de cooperação em desenvolvimento pelo tribunal e para os eventos que compõem a agenda internacional do STF.

O usuário pode ainda se manter atualizado com o Clipping internacional, que traz informações publicadas nos principais jornais do mundo sobre constitucionalismo e supremas cortes. Pode também acompanhar o desenvolvimento da jurisprudência dos países membros e associados do MERCOSUL por meio do informe MercoJur. Por fim, a seção “Glossário” dá ao público estrangeiro a definição de institutos jurídicos nacionais.


44 mil visitas

Lançado em setembro de 2010, o Portal Internacional obteve no último ano mais de 44 mil visitas, oriundas de todas as regiões do planeta. De acordo com o Google Analytics, dentre os 134 países que visitaram o Portal Internacional em 2011, os que mais buscam conhecer a Suprema Corte brasileira são, pela ordem, Estados Unidos, Argentina, México, Chile, Colômbia, Espanha, Peru, Portugal e Itália. Entre os países de língua portuguesa, destacam-se igualmente Moçambique e Angola. Os brasileiros também acessam com freqüência o Portal, replicando seu conteúdo em diversos sites jurídicos.

No ano passado, o Portal Internacional ganhou um perfil no Twitter por meio do qual divulga as notícias já traduzidas para o inglês. Este perfil, que é independente do perfil do Portal Clássico do STF, já conta com mais de 2.500 seguidores.

O endereço do Portal Internacional é de fácil memorização: http://www.stf.jus.br/internacional. Também é possível acessá-lo a partir do portal do STF, optando por inglês ou espanhol no alto da página.

fonte:http://www2.stf.jus.br/portalStfInternacional/cms/destaquesClipping.php?sigla=portalStfDestaque_pt_br&idConteudo=202636