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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

UFJF em 18º no ranking do MEC

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) ocupa a 18ª colocação entre 102 instituições públicas de ensino superior do Brasil, de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC) 2009, divulgado ontem pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) do Ministério da Educação (MEC). Das 20 federais mais bem posicionadas, nove são de Minas, e sete entidades que participarão do consórcio para a formação da superuniversidade mineira estão entre as 30 melhores. Considerando a classificação geral de 180 universidades, incluindo as privadas, a UFJF fica em 20º lugar. Em todo o país, foram avaliadas mais de duas mil instituições.

A classificação avaliou a qualidade de cursos de graduação, mestrado e doutorado, tendo como base as notas dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) em 2007, 2008 e 2009, e Nota Capes, no caso da pós-graduação, além de análise do corpo docente, infraestrutura e programa pedagógico. São atribuídos valores entre zero a 500 pontos a cada uma das instituições. Essas notas são classificadas por faixa de aproveitamento, que variam de um a cinco (IGC por faixa).

A UFJF alcançou 357 pontos, ficando na faixa 4 e subindo uma posição em relação à classificação anterior, referente a 2008. As federais de Itajubá (Unifei), Alfenas (Unifal), Uberlândia (UFU), Ouro Preto (Ufop) e São João del Rei (UFSJ) obtiveram o mesmo conceito (ver quadro). Já a Universidade Federal de Lavras (UFLA) ficou em terceiro lugar na classificação nacional, com 420 pontos (faixa 5), atrás apenas das federais de São Paulo (Unifesp), com 440 pontos, e Rio Grande do Sul (UFRGS), com 422 pontos.

Fonte:http://www.tribunademinas.com.br/geral/geral30.php

Google compra empresa de livros eletrônicos

A primeira aquisição do Google de 2011, a eBook Technologies Inc., foi confirmada nesta quinta-feira (13).


A Google confirmou para o site TechCrunch, nesta quinta-feira (13), que adquiriu a empresa de hardware e software de livros eletrônicos, eBook Technologies Inc., sua primeira aquisição de 2011. A aquisição foi confirmada pela gigante das buscas após um post no site da eBook Tech, dizendo que estavam "felizes em anunciar que foram adquiridos pelo Google".
A empresa provavelmente auxiliará o Google no desenvolvimento de softwares para eBooks, já que os únicos produtos de hardwares que desenvolveram datam de 2007 e já estão ultrapassados. O valor da transação não foi divulgado pelo Google nem pela eBook Tech Inc.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/google_compra_empresa_de_livros_eletronicos

Tinta eletrônica para ajudar na camuflagem

Empresa britânica está desenvolvendo uma pintura que reproduz imagens do ambiente no casco dos tanques de guerra.
Os tanques de guerra camuflados percorreram um longo caminho desde o tempo em que eram pintados com tonalidades de verde para imitar o ambiente natural. De acordo com o jornal britânico Telegraph, uma empresa de tecnologia de defesa do Reino Unido está desenvolvendo um sistema de camuflagem que irá utilizar uma espécie de tinta eletrônica. A pintura vai reproduzir as imagens do ambiente que estão ao redor do tanque em seu casco para que ele se torne invisível aos possíveis atacantes.
Usando um conjunto de sensores eletrônicos instalados na parte externa do tanque, o sistema vai recriar as cores, linhas e formas do entorno do veículo. Com isso, mesmo que o ambiente mude, enquanto o tanque estiver se movimentando, a tinta será capaz de reproduzir estas imagens automaticamente. O sistema ainda só existe no papel, mas os cientistas estão confiantes de que podem torná-lo realidade. A ideia é entregar o projeto às tropas britânicas que irão servir no Afeganistão nos próximos anos. Caso o grupo consiga criar a tinta, o tanque deverá ter um alto custo de produção, o que, aparentemente, não será um grande problema para o Ministério da Defesa britânica. O atual veículo da tropa custa em torno de US$ 6 milhões e eles estão querendo modernizá-lo ainda mais.

Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/tinta_eletronica_para_ajudar_na_camuflagem

Espelho mede a temperatura do corpo

Por meio de um sensor infravermelho, o Thermo Mirror identifica a temperatura da pessoa e aciona um alarme caso ela esteja com febre.

A empresa japonesa de eletrônicos NEC/Avio desenvolveu um espelho bastante diferente, o Thermo Mirror. O dispositivo usa um sensor infravermelho para medir a temperatura de uma pessoa que esteja a até 30 centímetros de distância. Sem contato físico algum, a temperatura da pessoa aparece na superfície do espelho e, se ela estiver com febre, um alarme é disparado para alertá-la.
Quando o espelho não está em uso, ele mostra a data, hora, umidade relativa do ar e a temperatura ambiente. De acordo com a agência de notícias AFP, a empresa pretende vender o dispositivo para escolas, hospitais e outras instituições públicas.
O Thermo Mirror já está disponível no Japão em duas versões, uma de 98 mil ienes e outra de 120 mil ienes, o equivalente a US$ 1.180 e US$ 1.440. E, segundo a empresa, o produto custa menos de 10% das câmeras de termografia usadas nos aeroportos para triagem de pessoas com doenças transmissíveis.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/espelho_mede_a_temperatura_do_corpo

Usar anti-inflamatórios triplica risco de infarto

Estudo suíço mostra que os idosos são os mais vulneráveis a drogas como ibuprofeno

O consumo de analgésicos de venda livre, como ibuprofeno, para tratar inflamações pode dobrar ou triplicar o risco de ataques cardíacos e derrames em pessoas mais vulneráveis, segundo estudo realizado por médicos suíços e publicado na "British Medical Journal".

Pessoas que tomam esses remédios ocasionalmente para aliviar dores de cabeça ou menstruais não parecem correr riscos, dizem os autores. Mas idosos que sofrem de artrite e de problemas cardíacos que usam esses medicamentos regularmente e em altas doses estão em maior perigo.

Os pesquisadores analisaram 31 estudos envolvendo 116.429 pacientes para estimar o risco cardiovascular de todas as drogas anti-inflamatórias não esteróides em comparação a placebos. Estudos anteriores já haviam sugerido um risco aumentado de problemas cardiovasculares relacionados a essas drogas.

Eles descobriram que o ibuprofeno, por exemplo, elevou o risco de acidente vascular cerebral em três vezes, enquanto o diclofenaco e o etericoxibe aumentaram em quatro vezes a chance de morte por infarto ou derrame.

Em 2004, um dos medicamentos dessa classe, o Vioxx, foi retirado das farmácias depois de comprovado que ele aumentava o risco de infarto. Peter Juni, professor na Universidade de Berna e um dos principais autores, disse que é preciso tomar sérios cuidados na hora de receitar essas drogas a idosos.
(O Globo, 13/1)

Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75856

Como o gato bebe água, artigo de Fernando Reinach

"Se o suspiro da fã mudou minha maneira de observar Caetano Veloso, essa descoberta aumentou meu prazer de observar um verdadeiro gato bebendo água. É para isso que serve a ciência"

Fernando Reinach é biólogo. Artigo publicado em "O Estado de SP":

A mão largou o violão e abraçou o copo. Foi num show de Caetano Veloso. O copo tocou os lábios e assim que o pomo de adão voltou à sua posição inicial, indicando o fim do gole, ouvi um sussurro feminino suficientemente alto para ser ouvido no palco: "Gato!"

Foi essa a lembrança que me veio à mente ao ler o relato de como os verdadeiros gatos, aqueles com quatro patas e sete vidas, bebem água. O método utilizado por esse animal, tão elegante e arredio quanto o cantor na imaginação de suas fãs, é muito mais sofisticado que o utilizado pelos seres humanos. E, apesar de ter sido observado por milhões de seres humanos nos últimos milênios, somente agora foi investigado pelos cientistas.

Todos os animais necessitam de água. A maioria vive nos mares e rios e não precisa lidar com a força da gravidade. Cercados de água, basta abrirem um orifício para serem inundados. Mas para a minoria que vive no ambiente terrestre, a gravidade é um problema. A água, como todo líquido que se preza, acumula no fundo dos recipientes, um copo, lago ou rio, e necessita ser transportada para o interior da boca contra a força da gravidade.

Poucos, como nós, podem contar com a ajuda das mãos. Muitos aspiram a água, seja com o nariz (elefantes), seja com a boca (cavalos, vacas, ovelhas). Outros, como os cães e os felinos, são incapazes de controlar seus lábios de modo a fechá-los completamente. Para esses animais, aspirar ou chupar o líquido é impossível.

A solução é utilizar a língua. Os cães mergulham a língua no líquido e a dobram para a frente, de modo que ela se assemelhe a uma colher; depois levantam rapidamente a língua jogando parte da água no interior da boca. O resto se espalha em volta do animal e o resultado é sempre espalhafatoso, barulhento e um tanto caótico. Quem já observou um gato beber água, discreto e elegante, talvez já tenha se perguntado como cada movimento da língua leva água ao interior da boca.

Cientistas dos departamentos de engenharia do MIT e de Princeton, duas das melhores universidades dos EUA, filmaram diversos gatos bebendo água com câmaras de vídeo de alta velocidade. Durante a ingestão da água, a língua sai da boca, toca levemente a superfície da água e volta para o interior da boca. Isso ocorre quatro vezes por segundo, mas, como entre cada movimento a língua permanece por 100 milissegundos no interior da boca, o ciclo de sair da boca, tocar a água e voltar para a boca leva aproximadamente 150 milésimos de segundo.

Com uma câmara de alta velocidade, é possível observar em velocidade reduzida tudo o que ocorre nesses 150 milissegundos. O gato posiciona a boca 3 cm acima do nível da água (todos os gatos usam a mesma altura). Primeiro, a língua desce em direção à água a uma velocidade que chega a 50 cm/seg. A após quase 50 milésimos de segundo, a ponta da língua, dobrada para trás, toca a superfície da água sem penetrá-la. O toque dura menos de 2 milissegundos e imediatamente a língua é recolhida em direção à boca do gato, subindo com uma velocidade máxima de 78 cm/seg.

Durante a volta da língua, forma-se uma coluna de água que liga a ponta da língua à superfície da água. Essa coluna se rompe quando a língua está quase na boca do gato e a maior parte da água presente na coluna volta para o recipiente. Mas como a coluna de água se rompe entre a língua e a superfície do líquido, parte da coluna, uma gota, fica aderida à superfície da língua e é ingerida. Assim, gota a gota, quatro coletadas por segundo, o gato abate sua sede, silenciosamente, sem espirrar água em sua volta.

Com base nos dados coletados a partir da análise dos filmes, os cientistas construíram um cilindro, cuja superfície é idêntica à da língua, capaz de baixar, tocar a água e subir, imitando a língua de um gato. Com essa engenhoca eles simularam o que ocorria se operassem a língua mais rápido ou mais devagar que o gato e também a diferentes distâncias da superfície da água.

Eles descobriram que a distância e a velocidade com que o gato movimenta sua língua é a que produz a maior gota de água na língua quando ela entra na boca. Ou seja, o gato "descobriu", ao longo da evolução, como otimizar esse mecanismo capaz de transportar a água para a boca.

Os cientistas também determinaram que a inércia da água é o fator determinante nesse processo e que a natureza do líquido e da superfície da língua tem pouca influência na eficiência do processo. É por isso que esse método serve para beber água, leite ou mingau.

Agora os engenheiros estão testando essa língua artificial como parte de um robô capaz de transportar quantidades precisas de líquidos.

Se o suspiro da fã mudou minha maneira de observar Caetano Veloso, essa descoberta aumentou meu prazer de observar um verdadeiro gato bebendo água. É para isso que serve a ciência.
(O Estado de SP, 13/1)
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75860

Veículo não tripulado trará segurança para a fronteira da Amazônia

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) trabalham em aeronaves que podem ser controladas por GPS ou controle remoto

Implantar um sistema de segurança nas fronteiras da Amazônia e monitorar o meio ambiente por meio de veículo aéreo não tripulado (Vant) são apenas algumas das ações que serão desenvolvidas pelo Núcleo de Excelência em Desenvolvimento de Sistemas Embarcados para Veículos Aéreos Não Tripulados e Robôs Táticos Móveis.

Quem garante é o coordenador do projeto, professor Raimundo da Silva Barreto, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Ele disse que durante o período de quatro anos, o núcleo reunirá profissionais de diversas instituições de pesquisa, não somente do Amazonas, mas de outros estados, para desenvolver projetos em ciência da computação.

"O núcleo se constitui de duas linhas de pesquisas, o que possibilitará a formação de profissionais habilitados nesta área do conhecimento, além do que, deverá agregar estudantes de graduação (iniciação cientifica) e pós-graduação (mestrado e doutorado)", explica Barreto.

Expectativa

O núcleo é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência em Ciência e Tecnologia (Pronex), com aporte de R$ 381 mil. Os objetivos são melhorar processos, métodos e técnicas aplicadas em construção de veículos aéreos não-tripulados e robôs táticos móveis, bastante utilizados hoje no mundo.

Entre os benefícios que o núcleo trará, Barreto destaca dois aspectos. Um é o fator aglutinador de profissionais, o que possibilitará a troca de experiência e conhecimentos. E o outro é a aquisição de equipamentos específicos, que darão suporte à pesquisa e possibilitarão o desdobramento para outras investigações.

"Os resultados deste projeto deixarão o Amazonas numa condição favorável, no que tange ao controle das fronteiras. Uma vez que, nesses locais ocorrem com frequência o tráfico de drogas, guerrilhas, dentre outras atividades subversivas. Os veículos aéreos não tripulados vão desempenhar funções estratégicas como a captura de informações que posteriormente serão processadas e encaminhadas aos órgãos competentes como a Policia Federal (PF) e o Exército Brasileiro", destacou o coordenador do projeto.

A aquisição dos equipamentos também aponta para outras vantagens relacionadas a alguns problemas ambientais. "Será possível detectar enchentes, desmoronamentos, dentre outros fenômenos naturais que comprometem a vida do cidadão comum. A idéia dos robôs táticos, por exemplo, é detectar focos de incêndio", completa.

Para Barreto os custos para uso de um Vant são bem menores do que o uso de uma aeronave tradicional. Tendo o mesmo desempenho, os equipamentos medem aproximadamente 2 metros de comprimento e podem levar vários sensores, filmadora e máquina fotográfica para captar imagens e dados.

"A Fapeam tem sido uma agência de fomento que tem ajudado no crescimento da pesquisa em nosso estado. A disponibilidade deste recurso garantirá o desenvolvimento dos estudos. Vemos essa ação de forma muito positiva o que a torna uma grande parceira no avanço das pesquisas", ressaltou Barreto.
(Com informações da Agência Fapeam)
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75865

Alquimia no século 21

Assinado pelo pesquisador Fernando Galembeck, da Unicamp, editorial do "Journal of the Brazilian Chemical Society" reflete sobre a importância da produção química no país

O texto, publicado na edição n.2, volume 22, do "Journal of the Brazilian Chemical Society", ressalta que os países mais ricos são também os maiores produtores químicos e vice-versa.

Entretanto, afirma o editorial, "há algumas exceções, que são os países cuja posição como produtores químicos é superior à sua posição segundo o PIB. Trata-se da China, Brasil, Índia e Coréia do Sul, ou seja, um grupo de países que tem se saído bem desde a recente crise econômica global."

Apesar disso, o texto alerta que o Ministério da Ciência e Tecnologia não tem dado a devida atenção à área da Química. E ressalta a importância do Ano Internacional da Química, que será celebrado ao longo de 2011.

Leia a íntegra do editorial do JBCS em:
http://jbcs.sbq.org.br/online/2011/vol22_n2/JBCS22-2_draft.pdf
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75850

Educação superior: apenas 25 instituições conseguem nota máxima

Índice Geral de Curso (IGC) considera a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. Dados foram divulgados nesta quinta-feira, 13 de janeiro

Apenas 25 instituições de ensino superior obtiveram nota 5 no IGC (Índice Geral de Curso), que considera a qualidade dos cursos de graduação e dos de pós-graduação. Elas representam 1,39% das 1.793 faculdades, centros universitários e universidades que conseguiram conceito final -- o que depende da participação dos seus estudantes no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).

A escala do IGC vai de 1 a 5 - instituições que obtiverem notas 1 e 2 ficam sob supervisão do MEC. Caso não consigam sanar as deficiências, elas podem ter diminuído o número de vagas oferecidas ou, em último caso, ter suspenso o recredenciamento de seus cursos.

Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (13) pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarquia responsável pelo levantamento. A divulgação era esperada para o segundo semestre do ano passado.

Maioria passa "raspando"

Apenas 124 instituições ficaram com IGC 4 -- elas representam 6,92% dos cursos com avaliação.

Ao se analisar a distribuição de notas, a maioria das instituições passam "raspando" -- 945 instituições ficaram com nota 3, o que representa mais da metade deles 52,70%.

Devem ficar sob supervisão do MEC 699 instituições. Parte delas (12) obteve nota 1 e outro grupo, nota 2 (687).
Sem conceito

Por algum motivo -- mais comumente por causa da falta de massa de alunos realizando o Enade --, 344 insituições ficaram sem conceito na avaliação do triênio 2007/2009. Elas representam 16,10% do total de cursos que deveriam ser avaliados.

Algumas universidades públicas de renome como a USP (Universidade de São Paulo) não aderem ao Enade. Há diversos grupos de movimento estudantil que também são contra a avaliação.

Confira as instituições com nota 5:

- Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
- Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV)
- Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
- Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
- Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
- Universidade Federal de Lavras (Ufla)
- Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
- Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)
- Centro Universitário Municipal de São José (USJ)
- Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp)
- Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP)
- Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)
- Instituto Militar de Engenharia (IME)
- Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje)
- Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho (EG)
- Faculdade de Economia e Finanças (Ibmec)
- Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper)
- Faculdade de Administração de Empresas (Facamp)
- Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape)
- Escola de Direito de São Paulo (Direito GV)
- Escola de Economia de São Paulo (Eesp)
- Faculdade de Odontologia São Leopoldo
- Faculdade Fucape
- Escola Brasileira de Economia e Finanças
(Karina Yamamoto)
(UOL Educação, 13/1)
Fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75842

Carros inteligentes são mostrados em feira em Las Vegas

Carros inteligentes

Uma feira de tecnologia realizada recentemente em Las Vegas, Estados Unidos, mostrou as últimas tecnologias disponível para veículos de passeio.

A repórter da BBC especializada em tecnologia L. J. Rich foi à cidade norte-americana e mostrou tudo o que os carros podem fazer sem a ajuda do motorista, como estacionar.

Stephanie Janczak, gerente de segurança automotiva da Ford, conta que o novo carro da empresa usa sensores eletrônicos para estacionar sozinho. O veículo examina a vaga para saber se é grande o bastante e o motorista precisa apenas pisar nos pedais. A direção se move sozinha durante o processo.

Outro dispositivo é o controle de música por comando de voz. O arquivo de música - ou a estação de rádio - é sintonizado pelo celular ou por tocadores de MP3 e o controle é feito pelo próprio carro pelo sistema Bluetooth.

Isso evita que o motorista se desconcentre com o celular nas mãos. O carro vai tocar os arquivos de acordo com o comando de voz do motorista.

Carros-conceito

Mas, além de mostrar tecnologias para carros que estão disponíveis atualmente ou que podem ser adaptadas facilmente para o uso imediato, a feira em Las Vegas mostrou também os carros-conceito, como deverão ser os carros do futuro.

A repórter da BBC experimentou um carro-conceito da GM, que não pretende colocar o modelo de dois lugares no mercado.

A ideia da montadora é mostrar como um carro deverá ser no ano 2030. Ele poderá se comunicar com outros carros do mesmo modelo, não poluirá e também não fará ruído.

Montadoras como GM, Ford, Audi e BMW preferiram levar as novidades do setor nesta feira de Las Vegas, ao invés de mostrá-las apenas no tradicional salão do automóvel de Detroit, o que pode ser um sinal de que o futuro do carro é a tecnologia.

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=carros-inteligentes&id=010170110113&ebol=sim