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terça-feira, 20 de março de 2012
Uma em cada 5 empresas rejeita candidato por perfil em redes sociais
Estudo anual Eurocom Worldwide aponta que empregadores de fato se baseiam nas mídias sociais para escolher novos funcionários.
Uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita candidatos a vaga de emprego por causa do perfil em mídias sociais, de acordo com a pesquisa Eurocom Worldwide.
O estudo anual havia informado anteriormente que 40% das companhias participantes checavam as redes sociais de quem tentava ingressar, mas esta é a primeira vez que foi confirmada a rejeição de candidatos por sua identidade online.
“O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen, diretor de redes na Eurocom Worldwide.“O fato de um em cada cinco candidatos ser desqualificado de uma entrevista de trabalho por conta de seus conteúdos sociais é um aviso às empresas e um verdadeiro indicativo da realidade digital em que vivemos agora”.
Leia Mais: Veja sete erros na busca por empregos via web
A Computerworld do Reino Unido participou do evento e-Skills na semana passada em que estudantes de graduados da universidade ITMB (Information Technology Management for Business) se reuniram para discutir habilidades e buscar empregos. A gerente de desenvolvimento profissional Kate Ross fez uma palestra no encontro e destacou alguns pontos importantes no gerenciamento do seu perfil na internet.
“É importante gerenciar a sua presença digital e se atentar a coisas como sua página no Facebook, porque vamos acessá-la quando você estiver buscando um emprego conosco”, disse Kate. “Valorizamos candidatos com forte presença no mundo digital e temos muitos recém-formados chegando às empresas com sites próprios e incríveis conteúdos compartilhados em seus perfis no Twitter. Somos encorajados internamente pela IBM a construir nossa própria eminência digital”.
Kate entregou aos participantes um manual de como lidar com a vida digital, intitulado “Managing Reputation in the Digital World: IBM Recommendations for Applicants and Prospective Employees”.
Um trecho do livro diz: “Cada indivíduo é responsável por sua reputação online, e deve cuidadosa e ativamente gerenciar sua reputação no mundo digital, um lugar em que informações e imagens que você publica podem se tornar públicas e possivelmente irão se espalhar rapidamente, e que podem ser consideradas por potenciais empregadores”.
O manual adverte aos estudantes que pensem antes de publicar algo em uma rede social, que sempre sejam positivos e construtivos, para considerar uma luta de longo-prazo pelo profissionalismo.
Uma dica para usar o Facebook com mais liberdade é restringir as suas publicações de acordo com as suas listas de amigos. Veja como fazer isso no nosso tutorial.
(Derek du Preez)
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/mercado/2012/03/19/uma-em-cada-5-empresas-rejeita-candidato-por-perfil-em-redes-sociais/
Google vai penalizar sites que abusam de SEO
Algoritmo de busca será alterado para rebaixar portais que, por meio de artifícios, aparecem entre os primeiros resultados do serviço.
O Google está preparando mais uma mudança em seu algoritmo de busca, revelou Matt Cutts, engenheiro da companhia. O objetivo é penalizar portais que, embora não possuam um conteúdo bom, costumam aparecer entre os primeiros resultados de pesquisas.
“Quanto às pessoas que estão abusando do SEO (otimização para motores de busca), nós em geral não anunciamos alterações antecipadamente, mas há algo em que estamos trabalhando nos últimos tempos e queremos implantar nas próximas semanas ou meses”, anunciou Cutts, durante o evento de cultura digital SXSW, realizado em Austin, nos Estados Unidos.
Segundo o engenheiro, o software GoogleBot, responsável pela coleta e organização de portais, ficará mais inteligente, a fim de aumentar a relevância dos resultados. “Iremos atrás daqueles que enchem a página de palavras-chave, trocam muitos links ou vão além do que normalmente esperamos. Temos muitas pessoas trabalhando nisso no momento.”
Leia mais: Ferramenta promete 'consertar' motor de busca da Google
Em janeiro a companhia de Mountain View informou também que puniria páginas com publicidade excessiva. “Se o portal dedica grande parte da tela inicial a anúncios, ele não oferece uma boa experiência de usuário. Alguns sites podem não permanecer na mesma posição atual”, explicou.
No mesmo mês a empresa chegou a rebaixar o próprio navegador, o Chrome, em seu motor de busca. A gigante foi pega violando suas regras, por não utilizar a tag de código “nofollow” para links patrocinados que promovem o browser. Esta tag serve para impedir que companhias com muitos recursos comprem lugares privilegiados no serviço.
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/03/19/google-vai-penalizar-sites-que-abusam-de-seo/
segunda-feira, 19 de março de 2012
TSE: Candidatos só podem utilizar Twitter em campanha a partir de 6 de julho
"É como proibir as pessoas de cochichar", afirmou o ministro relator, para quem o Twitter não pode ser definido como meio de comunicação como na legislação eleitoral.
É lei. Lei das Eleições (Lei 9.504/97), que só permite a propaganda eleitoral a partir do dia 6 de julho do ano do pleito. E como este ano é ano de eleições municipais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira, 15/3, que a propaganda eleitoral feita por candidato e partido político pelo Twitter antes do dia 6 de julho é ilícita e passível de multa. Os ministros entenderam que o Twitter é um meio de difusão de massa e que, assim como ocorre no rádio e na TV, a propaganda só deve ser autorizada a partir da data definida na legislação.
Por maioria (4x3), o plenário do TSE decidiu ainda manter a multa de R$ 5 mil aplicada ao ex-candidato à Vice-Presidência da República em 2010 pelo PSDB, Indio da Costa, por veicular no Twitter mensagem eleitoral antes do período permitido.
Os ministros Aldir Passarinho Júnior, Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, se posicionaram pela manutenção da multa e pela proibição da propaganda eleitoral de candidatos e partidos pelo Twitter antes do período admitido pela legislação. Já a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, o ministro Dias Toffoli e Gilson Dipp votaram contra.
Ao finalizar a votação, o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, destacou que "os cidadãos, que não estiveram envolvidos no pleito eleitoral, podem se comunicar à vontade. O que não pode é o candidato divulgar a propaganda eleitoral antes da data permitida pela lei", afirmou o ministro Lewandowski, garantindo a liberdade de expressão.
A decisão em plenário foi contrária ao voto-vista do ministro Gilson Dipp, para quem o Twitter, embora mecanismo de comunicação social, não pode ser definido como meio de comunicação geral, com destinários indefinidos, não se enquadrando, portanto, nos conceitos dos dois artigos da Lei das Eleições, mesmo com as alterações nela introduzidas pela Lei 12.034/2009.
As regras já valem para as eleições municipais deste ano, e caso o candidato desrespeite entendimento do TSE, pode receber multa que varia entre R$ 5 mil e R$ 25 mil.
(*) Com informações do site do TSE
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/03/16/tse-candidatos-so-podem-utilizar-twitter-em-campanha-a-partir-de-6-de-julho/
Dicas: Saiba como se livrar de 10 incômodos no Google Docs
Ian Paul, PCWorld EUA
Siga nossas dicas e aprenda a lidar com texto repetido, descubra como trabalhar offline, sincronize suas “nuvens” e muito mais.
O Google Docs é conveniente, barato e compatível com praticamente qualquer plataforma, tornando a colaboração incrivelmente simples. Também é irritante, incompleto e limitado. Como ele existe “na nuvem”, pouco além do alcance de seus dedos, você está à mercê dos engenheiros da Google, que controlam os ajustes, correções e melhorias.
Desde que colocou o serviço no ar em 2006 a Google vem melhorando o Docs para adicionar suporte a documentos de texto complexos, tabelas, formulários e apresentações. Você pode ter que esperar que os engenheiros façam grandes mudanças, mas ainda assim pode aplicar alguns truques para contornar problemas ou acessar recursos ocultos. Quer reduzir o número de abas abertas? Compensar a falta de um corretor ortográfico guiado? Criar atalhos para trechos de texto frequentemente usados? Então continue lendo para tornar sua preferência mais agradável.
Neste primeiro artigo de uma série, iremos falar apenas do editor de textos do Google Docs. Em breve teremos também dicas para a planilha de cálculo e ferramenta de apresentações.
1. Aprenda a lidar com texto repetido
Os editores de texto tradicionais podem usar plug-ins e utilitários, como o TextExpander para o OS X e iOS, que completam automaticamente frases e palavras frequentemente usadas, seja um título profissional ou uma linha de código HTML frequentemente usada. O Google Docks tem uma função similar - porém um tanto limitada.
Digamos que você é um professor que precisa escrever constantemente a frase “precisa de mais explicações” nos trabalhos de seus alunos. Para economizar tempo abra um documento de texto no Docs e clique em Ferramentas / Preferências. Na janela que surge, sob o item Substituição automática, digite pme debaixo de Substituir e precisa de mais explicações debaixo de Com. Clique em OK.
De volta ao seu documento digite pme, tecle espaço e a abreviatura deve ser automaticamente substituída pelo texto que você definiu. Se não funcionar volte a Ferramentas / Preferências e certifique-se de que a opção Substituição automática está marcada. Escolha substituições curtas e tente usar combinações de letras únicas, para que o Google Docs não confunda uma palavra com uma substituição.
As preferências de substituição são universais, e uma vez configuradas irão funcionar em qualquer documento de texto. Uma limitação é que o Google Docs só permite substituições em uma linha de texto, então criar um comando para substituir blocos inteiros, como uma assinatura, está fora de cogitação. Pelo menos por enquanto.
2. Veja arquivos em “texto puro”
Se você usa editores como o Emacs, Gedit, Notepad e Vim, pode ter notado que alguns arquivos criados por estes aplicativos não são exibidos pelo Google Docs. Em vez disso você verá o “documento sorridente” e a mensagem de erro abaixo.
Isso ocorre quando você faz o upload de um arquivo de texto com uma extensão que o Google Docs não reconhece, como a .sh dos shell scripts em Bash, ou quando seu documento não tem uma extensão. Antes de fazer o upload de um arquivo de texto para o Google Docs, clique com o botão direito do mouse sobre ele, escolha Renomear e adicione a extensão .txt ao final. Agora você não terá problema ao visualizá-lo no Google Docs.
3. Simule um corretor ortográfico guiado
Em contraste à maioria dos editores de texto, o Google Docs não tem um processo “formal” de correção ortográfica: ela é feita automaticamente enquanto você digita. Sempre que você vir uma palavra sublinhada em vermelho, pode clicar com o botão direito do mouse sobre ela para ver possíveis correções.
Mas para algumas pessoas isso não é tão bom quanto um corretor tradicional, que aponta os erros em sequência, um a um. Para simular este comportamento use dois atalhos de teclado: Ctrl+; te leva ao próximo “erro”, e Ctrl+[, que volta ao anterior.
4. Conquiste mais espaço
O Google Docs desperdiça valioso espaço na tela cercando o menu e barras de ferramentas com amplo espaço em branco, o que pode ser um problema se você está trabalhando em uma tela de resolução limitada, como um netbook. Para redimir o problema clique em Visualizar / Compactar controles (ou tecle Ctrl+Shift+F).
Lembre-se que esta opção tem de ser definida para cada tipo de documento em separado. Você pode compactar os controles em um documento de texto, por exemplo, mas suas planilhas ainda mostrarão os controles normais a não ser que você repita o processo.
Em cima, os controles "normais" no Google Docs. Embaixo, a versão "compacta"
Se você quiser ainda mais espaço, tente ver os documentos em “tela inteira” (Visualizar/Tela inteira). Eles irão ocupar toda a janela do navegador, e os menus e barras de ferramentas ficarão ocultos até que você tecle Esc. É uma boa opção para quem já domina os atalhos de teclado do Docs e não precisa dos menus e barras de ferramentas sempre visíveis. Esta opção não é permanente, e você tem de ativá-la cada vez que abrir um documento.
Para ter ainda mais espaço, combine o modo “tela inteira” do Docs com o modo Tela Cheia de seu navegador favorito. No Firefox e no Chrome basta teclar F11. Assim o navegador irá ocupar a tela inteira, o documento irá ocupar todo o navegador, e você terá o máximo de espaço para seu texto, sem nada mais para lhe distrair.
5. Desligue todas as notificações
Você está colaborando em um documento online mas ficando maluco por causa das constantes notificações via e-mail? Então não está sozinho. Reagindo aos usuários que expressaram sua frustração em várias threads nos grupos de discussão do Google Docs, a Google criou um recurso que permite bloquear as notificações em documentos específicos.
Basta abrir o documento, clicar no botão Comentários no canto superior direito da tela e em Configurações de notificação. Na janela que surge, marque Não enviar notificações por e-mail sobre este documento para mim e clique em OK. Você também pode escolher ser notificado apenas quando mencionado em um comentário, ou quando alguém responder a algo sobre o que você comentou.
Leia mais na PC World
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2012/03/15/dicas-saiba-como-se-livrar-de-10-incomodos-no-google-docs/
Siga nossas dicas e aprenda a lidar com texto repetido, descubra como trabalhar offline, sincronize suas “nuvens” e muito mais.
O Google Docs é conveniente, barato e compatível com praticamente qualquer plataforma, tornando a colaboração incrivelmente simples. Também é irritante, incompleto e limitado. Como ele existe “na nuvem”, pouco além do alcance de seus dedos, você está à mercê dos engenheiros da Google, que controlam os ajustes, correções e melhorias.
Desde que colocou o serviço no ar em 2006 a Google vem melhorando o Docs para adicionar suporte a documentos de texto complexos, tabelas, formulários e apresentações. Você pode ter que esperar que os engenheiros façam grandes mudanças, mas ainda assim pode aplicar alguns truques para contornar problemas ou acessar recursos ocultos. Quer reduzir o número de abas abertas? Compensar a falta de um corretor ortográfico guiado? Criar atalhos para trechos de texto frequentemente usados? Então continue lendo para tornar sua preferência mais agradável.
Neste primeiro artigo de uma série, iremos falar apenas do editor de textos do Google Docs. Em breve teremos também dicas para a planilha de cálculo e ferramenta de apresentações.
1. Aprenda a lidar com texto repetido
Os editores de texto tradicionais podem usar plug-ins e utilitários, como o TextExpander para o OS X e iOS, que completam automaticamente frases e palavras frequentemente usadas, seja um título profissional ou uma linha de código HTML frequentemente usada. O Google Docks tem uma função similar - porém um tanto limitada.
Digamos que você é um professor que precisa escrever constantemente a frase “precisa de mais explicações” nos trabalhos de seus alunos. Para economizar tempo abra um documento de texto no Docs e clique em Ferramentas / Preferências. Na janela que surge, sob o item Substituição automática, digite pme debaixo de Substituir e precisa de mais explicações debaixo de Com. Clique em OK.
De volta ao seu documento digite pme, tecle espaço e a abreviatura deve ser automaticamente substituída pelo texto que você definiu. Se não funcionar volte a Ferramentas / Preferências e certifique-se de que a opção Substituição automática está marcada. Escolha substituições curtas e tente usar combinações de letras únicas, para que o Google Docs não confunda uma palavra com uma substituição.
As preferências de substituição são universais, e uma vez configuradas irão funcionar em qualquer documento de texto. Uma limitação é que o Google Docs só permite substituições em uma linha de texto, então criar um comando para substituir blocos inteiros, como uma assinatura, está fora de cogitação. Pelo menos por enquanto.
2. Veja arquivos em “texto puro”
Se você usa editores como o Emacs, Gedit, Notepad e Vim, pode ter notado que alguns arquivos criados por estes aplicativos não são exibidos pelo Google Docs. Em vez disso você verá o “documento sorridente” e a mensagem de erro abaixo.
Isso ocorre quando você faz o upload de um arquivo de texto com uma extensão que o Google Docs não reconhece, como a .sh dos shell scripts em Bash, ou quando seu documento não tem uma extensão. Antes de fazer o upload de um arquivo de texto para o Google Docs, clique com o botão direito do mouse sobre ele, escolha Renomear e adicione a extensão .txt ao final. Agora você não terá problema ao visualizá-lo no Google Docs.
3. Simule um corretor ortográfico guiado
Em contraste à maioria dos editores de texto, o Google Docs não tem um processo “formal” de correção ortográfica: ela é feita automaticamente enquanto você digita. Sempre que você vir uma palavra sublinhada em vermelho, pode clicar com o botão direito do mouse sobre ela para ver possíveis correções.
Mas para algumas pessoas isso não é tão bom quanto um corretor tradicional, que aponta os erros em sequência, um a um. Para simular este comportamento use dois atalhos de teclado: Ctrl+; te leva ao próximo “erro”, e Ctrl+[, que volta ao anterior.
4. Conquiste mais espaço
O Google Docs desperdiça valioso espaço na tela cercando o menu e barras de ferramentas com amplo espaço em branco, o que pode ser um problema se você está trabalhando em uma tela de resolução limitada, como um netbook. Para redimir o problema clique em Visualizar / Compactar controles (ou tecle Ctrl+Shift+F).
Lembre-se que esta opção tem de ser definida para cada tipo de documento em separado. Você pode compactar os controles em um documento de texto, por exemplo, mas suas planilhas ainda mostrarão os controles normais a não ser que você repita o processo.
Em cima, os controles "normais" no Google Docs. Embaixo, a versão "compacta"
Se você quiser ainda mais espaço, tente ver os documentos em “tela inteira” (Visualizar/Tela inteira). Eles irão ocupar toda a janela do navegador, e os menus e barras de ferramentas ficarão ocultos até que você tecle Esc. É uma boa opção para quem já domina os atalhos de teclado do Docs e não precisa dos menus e barras de ferramentas sempre visíveis. Esta opção não é permanente, e você tem de ativá-la cada vez que abrir um documento.
Para ter ainda mais espaço, combine o modo “tela inteira” do Docs com o modo Tela Cheia de seu navegador favorito. No Firefox e no Chrome basta teclar F11. Assim o navegador irá ocupar a tela inteira, o documento irá ocupar todo o navegador, e você terá o máximo de espaço para seu texto, sem nada mais para lhe distrair.
5. Desligue todas as notificações
Você está colaborando em um documento online mas ficando maluco por causa das constantes notificações via e-mail? Então não está sozinho. Reagindo aos usuários que expressaram sua frustração em várias threads nos grupos de discussão do Google Docs, a Google criou um recurso que permite bloquear as notificações em documentos específicos.
Basta abrir o documento, clicar no botão Comentários no canto superior direito da tela e em Configurações de notificação. Na janela que surge, marque Não enviar notificações por e-mail sobre este documento para mim e clique em OK. Você também pode escolher ser notificado apenas quando mencionado em um comentário, ou quando alguém responder a algo sobre o que você comentou.
Leia mais na PC World
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2012/03/15/dicas-saiba-como-se-livrar-de-10-incomodos-no-google-docs/
quinta-feira, 15 de março de 2012
Windows: Atualize já para evitar bug perigoso
A Microsoft está a aconselhar os utilizadores o procederem, rapidamente, à atualização do Windows para eliminar um bug que é considerado crítico.
Ontem, a Microsoft lançou o boletim de updates MS12-020, com seis atualizações que prometem sanar um total de sete vulnerabilidades.
Entre todos os bugs há um que se destaca: é conhecido pela denominação técnica de CVE-2012-0002 e pode ser explorado por hackers para lançar a ataques a computadores que não tenham procedido à atualização agora anunciada pela Microsoft.
De acordo com a Computerworld, o bug foi descoberto no Remote Desktop Protocol. Especialistas inquiridos pelo site noticioso referem que a vulnerabilidade permite intrusões em redes informáticas sem ser necessário passar por qualquer sistema de autenticação.
O Remote Desktop Protocol do Windows costuma ser usado por técnicos de informática e profissionais de tecnologias para aceder a ambientes de trabalho baseados na Net ou proceder à manutenção de servidores de empresas.
Amol Sarwate, consultor da empresa de segurança eletrónica Qualys, acredita que não deverá tardar muito para que o bug comece a ser explorado por gente mal intencionada. Até porque não são precisos conhecimentos muito aprofundados para criar códigos que tiram partido deste bug: «Que não haja qualquer dúvida, isto é muito atrativo para os hackers!», conclui.
Ler mais: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2012/03/14/windows-atualize-ja-para-evitar-bug-perigoso#ixzz1pBJYzL6i
Fonte:http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2012/03/14/windows-atualize-ja-para-evitar-bug-perigoso
quarta-feira, 14 de março de 2012
Em vez de perguntar aos pais, crianças preferem consultar o Google
Pesquisa britânica revelou também que 45% das crianças nunca usaram uma enciclopédia e 19% não sabem o que é um dicionário impresso.
Crianças de 6 a 15 anos agora confiam mais no Google que nos próprios pais quando o assunto é conhecimento. Uma pesquisa realizada pela Birmingham Science City (Reino Unido) revelou que 54% dos jovens preferem consultar o buscador quando têm dúvidas em vez de pais ou professores, de acordo com o portal britânico Daily Mail.
O estudo revelou também que 19% dos entrevistados não sabem o que é um dicionário impresso e 45% nunca usou uma enciclopédia. Em tentativas de adivinhar para que serviria a tal enciclopédia, as crianças disseram que seria uma meio de transporte ou um instrumento cirúrgico.
Apenas 3% dos entrevistados afirmaram que procuram a ajuda dos pais e professores quando têm dúvidas. A pesquisa britânica envolveu 500 crianças, com idades entre 6 e 15 anos, que declararam usar o Google ao menos cinco vezes por dia.
“Isso não é necessariamente uma coisa ruim. Ela mostra o quão comum é a tecnologia digital para as crianças de hoje e como elas estão confortáveis em usá-la”, disse Pam Waddell, Diretor da Birmingham Science City. “As crianças, não importa de qual geração, têm uma natureza questionadora e curiosa, e o fato de que elas podem usar essa nova tecnologia para explorar o conhecimento é um sinal positivo para o futuro.”
Uma outra pesquisa realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CTIC) do Comitê gestor da Internet revelou que 41% das crianças com idades entre 5 e 9 anos usam a Internet sem a supervisão dos pais. Bloqueadores de conteúdo impróprio, como o Web Filter, podem ajudar, mas como essas extensões podem ser facilmente desabilitadas, a abordagem mais indicada é a conversa entre pais e filhos.
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2012/03/12/em-vez-de-perguntar-aos-pais-criancas-preferem-consultar-o-google/
sexta-feira, 9 de março de 2012
EXCELENTE CARTA DE UNA PROFESORA A LA PRESIDENTE...
Señora: yo soy docente. No trabajo 4 horas diarias porque no me alcanza. Tengo 30 módulos y necesitaría algunos más para poder tener una mínima capacidad de ahorro porque estoy al día. Le cuento que me llamo Silvina Faure, trabajo en colegios de gestión privada y estatal, en primaria y en secundaria. Es muy raro que falte a mi trabajo y me desempeño con toda la idoneidad de la que soy capaz. Me gustaría trabajar menos módulos para poder brindarles más a mis alumnos pero soy sostén de mi casa y no puedo hacerlo. Cuando llego del trabajo corrijo, planifico clases, busco material y elaboro material propio. También hago cursos de perfeccionamiento, asisto a conferencias de desarrollo profesional y hasta asisto a webinars desde mi casa, como una manera de estar actualizada. También llego a tener hasta 50 cuadernitos de compensación preventiva para trabajar de manera más personalizada con aquellos alumnos a los que mi materia les resulta más difícil, para apoyarlos y que ganen confianza. Esto lo hago desde el inicio de clases, no espero a fin de año como sugiere la reglamentación porque considero que tres meses es poco tiempo para revertir una situación poco favorable. Corregir estos cuadernos y buscar actividades acordes a lo que cada uno de mis alumnos necesita se suma a las tareas que desarrollo en mi casa. Mi ciclo lectivo suele terminar entre navidad y año nuevo, por lo que no entiendo de dónde saca Ud. que gozo de tres meses de vacaciones. Tengo estabilidad laboral, es cierto, pero eso no es algo que deba agradecerle a Ud. sino a la lucha de todos mis colegas a través de los años. Además de enseñar, entre mis funciones se encuentran la de hablar con las familias. Generalmente mis recreos son invertidos en esta tarea, por lo que se me dificulta hasta ir al baño. Para qué decirle que hablar con las familias no siempre es ameno y distendido. También debo atender a los pedidos administrativos que me llegan de mis superiores, planificaciones, informes, grillas varias, etc. He tenido esbozos nodulares y un hiatos longitudinal, producto de 17 años de labor ininterrumpida en aulas no apropiadas, muchas veces separadas por tabiques de madera, que me obligan a gritar por sobre el bullicio de las aulas aledañas. A 4 días del inicio del ciclo lectivo 2012 ya llevo gastados $150 en material didáctico que necesito para preparar mis clases. La suma asignada para este fin es ridículamente escasa. Pero no me quejo, encuentro sumo placer en tratar de armar una clase atractiva porque ésta es mi vocación y me hace feliz. No pretendo que me lo pague, pero tampoco diga que me lo paga Ud. porque no es así. Antes de ser profesora, me desempeñaba como empleada administrativa en un municipio y, si bien trabajaba 8 horas, paraba para ir al baño, podía tomarme algún café y cuando llegaba a mi casa el trabajo ya no existía para mí. Que nadie infiera que en mi visión los empleados administrativos la tienen fácil. Simplemente digo que la docencia ha sido para mí mucho más exigente en lo que se refiere al tiempo invertido. No voy a tildarla de ignorante, porque yo sé que ni Ud. se cree la burrada que expresó. Lo suyo es arengar a las masas â muchas veces poco criteriosas â y lo que está tramando es más perverso que la simple ignorancia: está tratando de poner al pueblo en contra de sus docentes. Con gobernantes como usted no me sorprendería que aumentaran los casos de violencia hacia los docentes. Ud. se llena la boca hablando de âtrabajo registradoâ pero a mí el estado me paga un básico miserable y la mayor parte de mi sueldo consiste en sumas no remunerativas (en negro), por lo cual intuyo que no podré jubilarme, salvo que me consiga un señor con dinero, pero ni para el botox me alcanza. Podrá repartir netbooks, pero las aulas de secundaria dan asco, con las paredes totalmente sucias, las mesas rotas y arqueadas, las sillas sin respaldo y con los asientos sueltos, los pizarrones inexistentes (muchas veces pintados en la pared) que no pueden borrarse correctamente y dejan todo sucio, las puertas que no cierran y las ventanas que no abren. No es un entorno que favorezca la concentración ni el desarrollo de hábitos de orden y estudio. La educación pública ha sido devastada (y no desbastada, como a usted le gusta decir). Reconozco que este proceso lleva muchos años, no es responsabilidad única de su gestión ni de la de su difunto esposo pero hasta los alumnos reconocen que arreglar las instalaciones de la escuela debería ser una prioridad. Qué bajo ha caído señora, podrá hablar muy bonito, se le podrá quebrar la voz de la emoción y podrá hacer saltar de la butaca a sus seguidores para aplaudirla de pie, pero a mí no me engaña. Sus palabras reflejan el lugar que usted le da a la educación.
Fonte: mensagem recebida por E-mail
Fonte: mensagem recebida por E-mail
quarta-feira, 7 de março de 2012
Google integra apps, músicas, vídeos e livros em um único serviço
Rafael Rigues, PCWorld Brasil
Google Play se torna uma bandeira única para todas as lojas de conteúdo da empresa.
A Google anunciou nesta terça-feira (06/03) uma reestruturação de suas lojas de conteúdo online. A partir de agora a venda de apps (Android Market), músicas (Google Music), vídeos (Google Movies) e livros (Google Books) será integrada sob uma única bandeira, o Google Play.
Segundo a empresa o serviço é "um único destino onde os usuários poderão encontrar, apreciar e compartilhar suas músicas, filmes, livros e apps, na web ou em seu smartphone ou tablet Android". O conteúdo é armazenado online, então os usuários não precisam se preocupar em "sincronizar" múltiplos dispositivos, perder arquivos ou copiá-los de um lugar para o outro.
Google Play: uma única vitrine para fotos, vídeos, músicas, livros e apps
Nos próximos dias o aplicativo do Android Market nos smartphones será atualizado automaticamente para o Google Play, bem como os aplicativos Google Movies, Google Music e Google Books, nos países onde estão disponíveis (o que não é o caso do Brasil). Conteúdo que você já comprou em qualquer um destes serviços continua funcionando, e o acesso a eles continua sendo feito com o mesmo usuário e senha de sua conta Google atual.
Para celebrar a nova bandeira a Google está realizando a promoção "7 days of Play": durante os próximos sete dias a empresa irá vender um app, um vídeo, um livro e um "CD" por preços especiais. Nesta terça-feira, por exemplo, é possível baixar o jogo "Where's My Water" por apenas US$ 0,25 (cerca de R$ 0,43).
Mais informações sobre o Google Play estão disponíveis no site oficial do serviço, em play.google.com/about
Fonte:http://pcworld.uol.com.br/noticias/2012/03/06/google-integra-apps-musicas-videos-e-livros-em-um-unico-servico/
Google Play se torna uma bandeira única para todas as lojas de conteúdo da empresa.
A Google anunciou nesta terça-feira (06/03) uma reestruturação de suas lojas de conteúdo online. A partir de agora a venda de apps (Android Market), músicas (Google Music), vídeos (Google Movies) e livros (Google Books) será integrada sob uma única bandeira, o Google Play.
Segundo a empresa o serviço é "um único destino onde os usuários poderão encontrar, apreciar e compartilhar suas músicas, filmes, livros e apps, na web ou em seu smartphone ou tablet Android". O conteúdo é armazenado online, então os usuários não precisam se preocupar em "sincronizar" múltiplos dispositivos, perder arquivos ou copiá-los de um lugar para o outro.
Google Play: uma única vitrine para fotos, vídeos, músicas, livros e apps
Nos próximos dias o aplicativo do Android Market nos smartphones será atualizado automaticamente para o Google Play, bem como os aplicativos Google Movies, Google Music e Google Books, nos países onde estão disponíveis (o que não é o caso do Brasil). Conteúdo que você já comprou em qualquer um destes serviços continua funcionando, e o acesso a eles continua sendo feito com o mesmo usuário e senha de sua conta Google atual.
Para celebrar a nova bandeira a Google está realizando a promoção "7 days of Play": durante os próximos sete dias a empresa irá vender um app, um vídeo, um livro e um "CD" por preços especiais. Nesta terça-feira, por exemplo, é possível baixar o jogo "Where's My Water" por apenas US$ 0,25 (cerca de R$ 0,43).
Mais informações sobre o Google Play estão disponíveis no site oficial do serviço, em play.google.com/about
Fonte:http://pcworld.uol.com.br/noticias/2012/03/06/google-integra-apps-musicas-videos-e-livros-em-um-unico-servico/
segunda-feira, 5 de março de 2012
SciELO Brasil mantém liderança mundial entre portais de publicações científicas
Biblioteca eletrônica mantida pela Bireme e FAPESP continua em primeiro em ranking que mede a visibilidade de repositórios científicos nos principais mecanismos de busca da internet (montagem sobre imagens WIkimedia)
05/03/2012
Por Elton Alisson
Agência FAPESP – A Scientific Electronic Library Online (SciELO) Brasil continua na liderança entre os maiores portais de publicações científicas em formato eletrônico e de acesso aberto e gratuito no mundo.
A confirmação foi feita pelo novo Ranking Web of World Repositories, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade de repositórios científicos nos principais mecanismos de busca da internet.
A SciELO, resultado de um projeto financiado pela FAPESP em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), permaneceu na primeira colocação entre os Top Portais de Acesso Aberto no ranking elaborado pelo Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC) da Espanha.
A coleção selecionada de periódicos brasileiros já ocupava a mesma posição na penúltima edição do ranking internacional, divulgada em julho de 2011.
Na avaliação de Abel Parker, coordenador operacional da SciELO, a colocação no ranking de Top Portais da Webometrics é resultado de uma estratégia que vem sendo executada desde o lançamento da SciELO, em 1998, de maximizar sua presença e de seus conteúdos em todos os índices de referência científicos na internet.
“Isso mostra o valor que a coleção brasileira de periódicos científicos tem em termos de conteúdo, presença e impacto e representa o reconhecimento do esforço da FAPESP e de todos os parceiros da SciELO para melhorar, cada vez mais, a qualidade da coleção como um todo e de cada um de seus periódicos”, disse Parker à Agência FAPESP.
Para elaborar o ranking, o CSIC utiliza como indicadores o número de páginas indexadas das coleções de periódicos em sistemas de busca na web, como o Google, além do número de links externos que apontam para o serviço, medidos por uma metodologia desenvolvida pelo Yahoo Site Explorer.
Outros indicadores utilizados pelo ranking são o número de artigos nos formatos PDF, Doc e PS, extraídos dos principais buscadores na internet, denominados rich files, e o número de artigos recentes publicados no Google Scholar (uma ferramenta do sistema de busca que permite pesquisar em trabalhos acadêmicos) entre 2006 e 2010.
Nesses dois últimos quesitos, a SciELO Brasil obteve, em ambos os casos, a terceira colocação. “A coleção brasileira apresenta uma uniformidade de desempenho nos quatro indicadores e esperamos que esse equilíbrio da presença na internet em termos de dados, números de páginas e de artigos científicos se mantenha nos próximos anos”, disse Parker.
“A presença no Google Scholar também vai ao encontro de manter a posição competitiva da SciELO no Webometrics no futuro”, indicou. Além da coleção brasileira, a Rede SciELO emplacou 11 dos 62 portais classificados no ranking.
Coleções bem classificadas
A SciELO Chile, que foi uma das pioneiras a adotar a metodologia e continua sendo, juntamente com a SciELO Brasil, as coleções de referência da rede, obteve a sexta colocação.
Por sua vez, a coleção brasileira de saúde pública da biblioteca eletrônica, a SciELO Public Health, coordenada pela Bireme, ganhou duas posições em relação ao penúltimo ranking e conquistou a sexta colocação.
Outras coleções da rede SciELO classificadas no ranking foram a da Espanha, em 11º lugar; a da Argentina, em 17º; a de Cuba, em 18º; a do México, que figura pela primeira vez, em 23º; a do Peru, em 27º; da África do Sul, em 31º lugar; a do Uruguai, em 35º; a da Costa Rica, em 40º; a de Portugal, em 45º; e a da Colômbia, em 53º.
A coleção Brasiliana, da Universidade de São Paulo (USP), ficou na 46ª colocação no ranking.
Na avaliação de Parker, o desafio, agora, é manter a competitividade da rede SciELO, que completa 15 anos em 2013, no ranking Webometrics, dado que há outras coleções “brigando” pela primeira colocação.
“A coleção de periódicos da China, que obteve o primeiro lugar no ranking em termos de tamanho e no Scholar, provavelmente será muito competitiva no futuro”, afirmou.
Leia mais sobre a SciELO em http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4611&bd=1&pg=1&lg=.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
IR 2012: confira a lista dos 10 principais documentos para a entrega de declaração
SÃO PAULO – A temporada de declaração do IR 2012 acontece entre 1º de março e 30 de abril. Como a Receita Federal do Brasil já disponibilizou o programa gerador da declaração, dá para preparar o documento e aguardar o início da temporada para enviá-lo.
Para facilitar, o contribuinte obrigado a declarar deve ter em mãos alguns documentos importantes. Confira a lista dos 10 principais documentos, preparada pela gerente operacional e responsável pelo departamento de Imposto de Renda da MG Contécnica, Juliana Fernandes:
1.
Cópia da última declaração entregue em 2011, ano-calendário 2010.
2.
Código de acesso ou e-CPF para realização de consultas na RFB
3.
Informes financeiros (salário, previdência privada, bancário, aluguel, NF Paulista, lucros e dividendos, INSS etc)
4.
Contratos, informes e demais informações sobre empréstimos, financiamentos e consórcios
5.
Recibos e notas referentes às despesas com saúde e instrução
6.
Comprovantes das demais despesas e doações realizadas no período a serem informadas (advogado, aluguel, engenheiro, arquitetos, administração de imóveis, doações etc)
7.
Dados dos dependentes (nome, CPF, data de nascimento)
8.
Darfs de carnê-leão pagos
9.
Dados relativos às transações de aquisição de novos bens
10.
Dados relativos às transações de venda ou alienação de bens já declarados
Quem deve declarar?
Este ano, estão obrigados a declarar os contribuintes que:
Receberam, durante o ano de 2011, rendimentos brutos tributáveis superiores a R$ 23.499,15 ou rendimentos não-tributáveis, tributados exclusivamente na fonte e isentos, acima de R$ 40 mil;
Realizaram, em qualquer mês-calendário, venda de bens ou direitos na qual foi apurado ganho de capital sujeito à incidência de imposto, mesmo nos casos em que o contribuinte optou pela isenção através da aplicação do produto da venda na compra de imóveis residenciais no prazo de 180 dias;
Realizaram negócios em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Tiveram posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil durante o ano de 2011;
Passaram à condição de residente no Brasil durante o ano de 2011 e nessa condição se encontravam em 31 de dezembro;
Tiveram receita bruta superior a R$ 117.495,75 por meio de atividade rural ou que estejam compensando prejuízos de anos anteriores ou do ano a que se refere a declaração, neste caso, sendo vedada a declaração pelo modelo simplificado.
Fonte:http://br.finance.yahoo.com/noticias/IR-2012-confira-lista-dos-10-inmoney-2658632468.html
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