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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pico-projetor da 3M tem tamanho de celular e dispensa conexão ao PC

René Ribeiro, da PC WORLD
09-09-2010
Modelo MPro 150 cabe no bolso, produz imagens de até 50 polegadas e tem aplicativo para ler documentos do Office, fotos e vídeos
A 3M melhorou sua linha de pico-projetores e lançou o Mpro 150. Trata-se de um projetor que pode ser levado no bolso e, além de um notebook ou desktop, também pode ser ligado a um iPhone e iPod (com cabo vendido separadamente).

O Mpro 150 tem 13 centímetros de comprimento, 6 cm de largura e 2,4 cm de espessura. Utiliza tecnologia LED como fonte de luz, e tem luminosidade de 15 lúmens. O modelo anterior, chamado Mpro 120, chegava a 12 lúmens. O LED em questão não é substituível pelo usuário, e segundo a 3M sua vida útil é de 20 mil horas.

Mas a principal melhoria do Mpro 150 é a capacidade para armazenar arquivos. Ele vem com 1 GB de memória interna e possui slot para um cartões microSD. O produto ainda vem com um cartão de 2 GB. Além de armazenar arquivos, o Mpro 150 vem com software para ler documentos nos formatos do Microsoft Office (DOC, PPT, XLS e PPS), texto puro (.TXT) e PDF.





Pico-projetor MPro 150: Memória e aplicativos internos dispensam uso do PC


Mas o MPro 150 não se restringe apenas aos documentos. Esse pico-projetor ainda exibe imagens (JPG, GIF e BMP), vídeos (AVI, MOV, MP4 3GP e 3GP2) e reproduz áudio (MP3, AMP, AWB e WAV).

Testes
A primeira coisa que fizemos foi verificar a facilidade de uso. Sem conectar o aparelho a um computador, inserimos um cartão micro SD com apresentações em PowerPoint, planilhas, textos (DOC) e documentos PDF. Escolhemos o aplicativo para ler apresentações e logo foram exibidos os arquivos em PPT do cartão e o arquivo exemplo que está armazenado na memória interna. Os documentos do Word, Excel e PDF também foram lidos corretamente.



O Mpro 150 tem também quatro níveis de zoom, o que foi muito útil para ler com clareza as planinhas grandes e documentos PDFs que continham letras pequenas.

Leia também:
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Apesar da luminosidade do Mpro150 ter melhorado em relação ao modelo anterior, ainda assim é necessário uma sala bem escura para exibir uma tela de 50 polegadas (diagonal) com nitidez. O resultado é muito bom no contraste, mas ainda sente-se a falta de brilho na exibição de filmes.

Obtém-se melhor resultado com tamanhos de 40 polegadas, e para ajustar o tamanho basta afastar ou aproximar o projetor da parede. O projetor aceita resoluções de 640 x 480 (VGA) até 1280 x 768.



Menu do MPro 150: acesso fácil a arquivos do Office, PDF, vídeos e fotos

A aplicação para exibir imagens é interessante, pois possui slide show com efeitos de transição e é possível inserir uma música de fundo. O tempo de transição entre as fotos é ajustado facilmente pelo menu. O sistema de amplificação de som do Mpro 150 melhorou bastante: apesar dos alto-falantes terem a potência de 0,5 watt, o som obtido foi bastante nítido.



Projetor MPro e acessórios que acompanham o produto


A bateria tem capacidade de 2200 mAh, 3,7 volts e 8,1 Wh. É um pouco maior do que a de um smartphone. Em nosso teste deixamos um álbum de fotos sendo exibido continuamente, com brilho máximo e a autonomia foi de uma hora e 52 minutos.

Mas se for necessário fazer apresentações com mais tempo do que isso, o Mpro 150 acompanha carregador e pode ser utilizado na tomada sem restrições. Outro ponto interessante é o cabo RCA. Com ele é possível conectar ao projetor qualquer dispositivo que tenha saída RCA (o popular "cabo de áudio e vídeo" com plugues branco, vermelho e amarelo). Com cabos opcionais, é possível conectar câmeras fotográficas e filmadoras também.

O MPro 150 é ideal para quem viaja muito fazendo apresentações, mas serve apenas para salas pequenas. Em auditórios, a luminosidade do MPro 150 não é suficiente. O recurso para exibir fotos com música de fundo é interessante. Quanto a exibição de vídeos, o ideal é se restringir aos vídeos curtos, para ilustrar alguma apresentação. Vídeos longos tornam-se cansativos devido à baixa luminosidade.

Pico-Projetor MPro 150
Fabricante: 3M
Pontos fortes:
Mobilidade
3 GB para armazenar documentos e imagens (1 GB de memória interna e 2 GB em cartão microSD que acompanha o produto)
Aplicaçoes internas para ler vários tipos de arquivo dispensa o uso de um PC

Pontos fracos:
Luminisosidade ainda deixa a desejar para exibição de filmes.

Preço: R$ 1.499,00 (Sugerido)
Onde encontrar:
www.compre3m.com.br

Fonte:http://pcworld.uol.com.br/reviews/2010/09/09/pico-projetor-da-3m-tem-tamanho-de-celular-e-dispensa-conexao-ao-pc/

Entenda como funciona o Google Instant Search

Klaus Junginger e William Marchiori
09-09-2010
Em apresentação no canal de vídeos do Google no YouTube, executivos da empresa falam das vantagens deste novo recurso.
Depois de meses de especulação e de testes, o Google anunciou a estréia do Instant Search, recurso de busca que apresenta ao internauta os potenciais resultados enquanto os termos procurados são digitados no campo de buscas do site.

Antecipação

Conforme mencionado em duas notas (um blog post e uma nota) de ontem, era previsto que o Instant viesse a funcionar esse mês, mas a extensão de potenciais benefícios e de mudanças na dinâmica das buscas na web ainda está por vir.

Negócios

Com um tempo de buscas previsivelmente menor, os anúncios pagos são expostos por poucos segundos, links patrocinados normalmente expostos nas três primeiras posições dos resultados de busca orgânica ou em uma barra lateral do lado direito da página de mudam de acordo com a busca. O uso do Instant Search é facultativo, isto é, ao lado da janela de buscas há uma opção de desativar o recurso.

Como usar

Para usá-lo, é necessário estar logado na conta do Gmail. Como o Google Instant Search ainda não está ativo no canal google.com.br, é preciso acessar a página .com do buscador.

Testamos o Googe Instant Search:






SEO

Segundo afirmações feitas pelos apresentadores, as técnicas de ranqueamento, ou seja, os dados analisados na hora de compor a lista de links sugeridos pelo Google, não deverão mudar em nada. Mas a estratégia de links patrocinados deve sentir os efeitos com menores taxas de click, afirmam outras vozes do segmento de SM, de search marketing.

User behavior

Também depende do usuário se acostumar com esse novo jeito de apresentar resultados. Como mencionado pela especialista em SEO Ana Martins, no Twitter: quantas pessoas vocês conhecem que digitam olhando para a tela e quantas para o teclado? Ela acredita que o número de pessoas que digitam olhando para o teclado é muito maior.

Também vale lembrar aos usuários que os resultados são ranquedaos exatamente da mesma forma que o Suggest, recurso que demonstra termos ligados a palavra que o internauta digita em uma caixa ordenada hierarquicamente.

O recurso irá consultar o banco de dados que salva o histórico de buscas no Google na hora de devolver SERPs (páginas de resultados) nas buscas.

Requisitos

Quem quiser navegar no Google Instant Search, deve rodar uma versão estável do Chrome (beta, aqui na redação não funcionou). Segundo o Google, os navegadores FireFox, Safari e IE 8 também suportam esse recurso.
Fonte:http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/09/09/entenda-como-funciona-o-google-instant-search/

Cinco medidas de segurança para proteger aplicações na nuvem

Segundo prestadores de serviços, algumas diretrizes garantem privacidade dos dados processados na infraestrutura de cloud computing.
Por CIO/EUA
10 de setembro de 2010 - 07h05
As redes criminosas de ataques, que incluem botnets e outras formas de ameaças dependentes de computadores escravos, nada mais são do que um tipo de nuvem formada para o crime. As nuvens legítimas, no entanto, devem ter em vista que podem acabar sendo usadas para ataques ilícitos. Os bandidos virtuais sabem muito bem o poder dessas redes.

O problema ganha mais gravidade quando se leva em consideração a facilidade de se contratar tais serviços. Mas, segundo a Amazon, a nuvem é uma evolução no sentido da segurança, pois é muito mais fácil pegar os maus elementos nesse tipo de infraestrutura.

A empresa afirma que “as atividades ilegais na rede existem muito antes de cloud computing existir". Criminosos que escolhem a nuvem da Amazon podem ser barrados mais facilmente, pois a empresa pode acessar e desabilitar seus softwares. Uma melhoria significativa em relação aos velhos tempos da internet, quando hosts criminosos ficavam inacessíveis por longos períodos de tempo.

Fornecedores de serviços em cloud computing elencam cinco medidas que devem ser tomadas pelos hosts para melhorar a segurança na nuvem.

1 – Analise o comportamento dos usuários
De acordo com o responsável por segurança em nuvem da HP, Archie Reed, a facilidade que os clientes têm para usar a nuvem é boa para os negócios, mas o mesmo benefício se estende para quem quer usar as redes para o mal. “Eles também têm acesso a baixo custo, provisão instantânea e habilidade de acessar a infraestrutura a qualquer hora, de qualquer lugar. Todos esses benefícios podem ser aproveitados por quem tem conhecimento para fazê-lo e serão”, disse.

Em vez de tomar a decisão de fechar um cliente sem saber exatamente se a atividade é criminosa ou não, a HP opta por remover capacidade de banda dos usuário supostamente malicioso. “Estamos trabalhando para detectar comportamentos estranhos e deixamos as coisas mais lentas para o cliente suspeito de forma que ele possa reagir rápido caso seja legítimo. Não podemos simplesmente bloquear esses clientes nem deixar de tomar atitudes com hosts que tenham comportamento inadequado”, completa.

2 – Reforçe a segurança
Segundo a Amazon, o princípio de uma nuvem segura começa em seu projeto inicial, que deve avançar continuamente com engenheiros dedicados especificamente a essa tarefa.

A empresa diz que não há nada conflito no fornecimento de infraestrutura sob demanda, ao mesmo tempo em que busca o isolamento de segurança que as empresas se acostumaram quando tinham ambientes próprios.

3 – Monitore os blogs
Uma tecnologia ainda pouco valorizada pelas empresas é a que realiza gerenciamento de registros de atividades, os famosos logs. Um recente estudo da Verizon Business sobre vazamento de dados concluiu que os ataques criminosos refletem nos logs em mais de 90% das vezes, mas menos de 5% das empresas os monitoram para detectar ataques.

A Loggly é uma das empresas focadas nesse tipo de atividade. Segundo seu fundador, Raffael Marty, soluções para monitorar logs costumam ser encaradas como uma forma de garantir SLA, mas também podem ser seriamente aplicadas em segurança. “Fornecedores de cloud, como a Amazon, deveriam desenvolver rapidamente esse tipo de tecnologia na infraestrutura”, afirma.

4 – Aprimore a proteção dos recursos
Um grande benefício da computação em nuvem é a economia de escala, proporcionando os baixos custos nos serviços. Para a Amazon, a vantagem da escala reflete também na melhor proteção dos recursos.

Em outras palavras, companhias grandes, com muitos clientes, podem investir muito mais dinheiro em um sistema de segurança abrangente. Com o uso de APIs, um gestor de operações pode identificar cada instância de cada máquina que roda na nuvem.

5 – Senhas com autenticação forte
Um dos ataques mais comuns da nuvem é o sequestro de contas, de acordo com o organismo internacional para segurança de cloud computing Cloud Security Alliance. Em março de 2010, uma pesquisa do instituto identificou que esse era o principal perigo, embora ainda seja uma das menos utilizadas pelos criminosos.

Archie Reed recomenda que todos os fornecedores de nuvem usem um método de autenticação mais forte, buscando proteger até mesmo o cliente de erros que ele possa cometer. “É também uma questão de reputação para o fornecedor. E os criminosos vão querer usar mais esse método de ataque, agora que sabem quanto do ambiente de um cliente pode estar na infraestrutura de nuvem”, completa.
Fonte:http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/09/09/fornecedores-de-cloud-revelam-5-diretrizes-de-seguranca/

Gartner identifica 10 tendências no mercado futuro de TI

Forças emergentes vão influenciar diretamente a forma de consumir e fazer negócios no universo da tecnologia.
Por REDAÇÃO DA COMPUTERWORLD
09 de setembro de 2010 - 15h37
Em uma prévia do que será discutido em simpósios de gestão de TI pelo mundo, a consultoria Gartner divulgou uma lista com as 10 principais forças que mais vão impactar o futuro do mercado de terceirização e serviços de TI.

Segundo o vice-presidente de pesquisa da Gartner, Benjamin Pring, “compradores, provedores e investidores do mercado de serviços de TI enfrentam as mesmas forças tecnológicas e lidam com o mesmo comportamento do mercado, mesmo tendo serviços bastante diferentes”. Segundo ele, "essas forças remodelam os fundamentos de como os provedores realizam a entrega e a vendade serviços de TI, ao mesmo tempo em que modifica a maneira de consumo".

Confira a lista com 10 elementos chaves que vão causar impacto no futuro da tecnologia:


Hiperdigitalização

É a manifestação acelerada do impacto gerado por técnicas digitais. Esse termo serve para descrever as partes da economia em que os “produtos” ou os “serviços” são de natureza parcial ou integralmente digitais. A participação desse segmento na economia cresce mais que os aspectos físicos da economia. Esse impacto causa conseqüências nas esferas pessoal e social, ao passo que acelera as atividades econômica, comercial e política. As projeções são de que , em 2020, um quarto de todo o PIB seja gerado por atividades digitais.


Globalização
A globalização é a força fundamental que altera a dinâmica de entrega e da competição em praticamente todos os mercados verticais. Ela altera a perspectiva de todos os aspectos do negócio, de parceiros passando por fornecedores, por clientes, atravessa cadeias produtivas e culmina na produção. Todas as organizações deveriam abraçar o conceito de globalização. De maneira similar, as estratégias de TI deve ser globais, o que significa lançar mão das vantagens da TI e derrubar as limitações físicas e passar a usufruir de um contingente de potenciais funcionários munidos do conhecimento tecnológico e inovador.


Consumerization
O termo em inglês se refere não apenas à aceleração das tecnologias orientadas ao consumo e ao comportamento do consumidor, mas trata também da inclusão e da expansão dessas tecnologias nas estratégias de TI das empresas. O comportamento dos consumidores irá decidir sobre a dinâmica de empresas; deverão surgir novas demandas e necessidades que devem, em um ambiente organizacional, ser reconhecidas e assimiladas. O poder de aquisição crescente e o uso da TI no processo de compra irão forçar os setores verticais a adotar novas tecnologias e a criar produtos novos que vão de encontro às expectativas dos consumidores. Cabe aos gestores de empresas avaliar se o modelo antigo vai comprometer o andamento dos trabalhos da empresa neste novo ambiente em que o consumidor faz as vezes de gestor.


Computação em nuvem

Segundo a Gartner, a computação em nuvem é “um estilo de computação em que o TI apresenta características de escalabilidade e de flexibilidade e passa para o consumidor em forma de serviços usando a internet como via”. Em função do nível de interação entre a comercialização e a padronização de tecnologias, entre a virtualização e as arquiteturas de software voltadas para serviços e, o mais importante, a interatividade entre o aumento no uso da web e a própria internet, surgiu uma descontinuidade que gera várias novas maneiras de relacionamento entre quem comercializa e quem consome tecnologias de TI. Face esse fenômeno de descontinuidade, a capacidade de fornecer serviços especializados de TI de maneira industrializada e persuasivo.


Tecnologia de inteligência

Depois de décadas de investimentos em TI, muitas organizações ainda partem do princípio de que a habilidade de gerar novas perspectivas de negócios não tem trazido resultados concretos na medida em que gostariam. No vocabulário da TI forma introduzidas novas palavras, como “analytics”, “reconhecimento de padrões” e soluções “espertas”. Iniciativas novas e relacionadas ao segmento de TI que não sejam adaptáveis a essa realidade passarão a ser cada vez menos atraentes para as empresas. O foco mudou de “soluções em TI para ajudar ao TI” para “soluções de TI que possam impulsionar o negócio”.


Segurança e privacidade

À medida que o ativismo migra para a web e para a nuvem e o segmento de hiperdigitalização acelera, a necessidade de incrementar a segurança e de esclarecer os direitos de privacidade do indivíduo e da corporação crescem juntos. A exploração de falhas de segurança e de privacidade tem efeitos que se estendem por ramificações profundas. Elas se espelham nas finanças e na queda do nível de confiança dos clientes. Ao passo que muitos argumentam sobre o fato de hackers atormentarem a vida na internet há 15 anos e, nem por isso, ela deixou de existir, o contra-argumento de que foram realizados investimentos enormes para dar conta desses ataques se impõe junto com a demanda por regulamentações que freiem uma nova onda de ataques.


Fragmentação

Cada vez mais componentes podem ser chamados de fragmentos de uma aplicação maior ou de maior abrangência. A noção de componentes “usados” se torna cada vez mais real à medida que a internet se transforma em uma plataforma, sobre a qual os usuários podem configurar suas soluções da maneira que lhes convier, em vez de ter de começar tudo a partir da estaca zero, cada vez que inicia um novo projeto de TI.


Hipercompetição

Essencialmente, esse termo se refere ao mercado disponível para consumidores de TI. Nele há uma combinação de fatores que influenciam de maneira muito abrangente todo o processo de tomada de decisão que normalmente é orientado à economia de recursos. A hipercompetição fomenta a existência de barganhas. O real perigo desse tipo de transação é que a estabilidade desse tipo de negócio é, normalmente, fraca, o que ocasiona um problema para o consumidor e para os fornecedores.


Valor agregado

Deve ser o fator decisivo do modelo de consumo e de pagamento por serviços de TI. O futuro, no que se refere ao mercado, será regido pela máxima “tudo é melhor que partes”. Cabe às organizações serem mais proficientes na avaliação das necessidades de seus parceiros e da cadeia produtiva relacionada. Na nuvem, a cadeia de estende em vários vetores, ela deixa de ser unidimensional. Um pool de fornecedores será avaliado de acordo com sua especialização nessa nova realidade, em que as cadeias produtivas irão ensaiar práticas visionárias herdadas de outras empresas.


Hiperverticalilzação

Especializações profundas em dinâmicas de processos subverticais serão imprescindíveis nessa arena em que é travada a batalha por serviços de TI alternativos. Conhecimento detalhado acerca de processos industriais serão aplicados em segmentos subverticais. A fórmula para o sucesso futuro – as soluções microverticalizadas – deverão encaminhar o mercado rumo à fragmentação. Contudo essa fragmentação pode levar à inovações e aumentar a variedade para o consumidor e criar valores diferenciados em soluções prontas.
Fonte:http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/09/09/gartner-identifica-10-tendencias-no-mercado-futuro-de-ti/

Número de residências com Internet cresce 72% em 4 anos

Números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) indicam que a rede está presente em 27,4% dos lares.
Por ROBINSON DOS SANTOS, DO IDG NOW!
09 de setembro de 2010 - 11h27
A quantidade de residências com acesso à Internet no Brasil cresceu 71% entre 2005 e 2009, revelam os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada na quarta-feira (8/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2005, pelos dados divulgados em 2006 pelo PNAD, o Brasil tinha 16% de seus domicílios com acesso à rede mundial. Em 2009, esse número saltou para 27,4% (16 milhões).

Na comparação entre 2008 e 2009, o País viu o número de domicílios com acesso à Internet crescer 15%, em média. As regiões que registraram aumento acima da média foram a Norte (25%), a Nordeste (24%) e a Centro-Oeste (20%).

Pelos dados da PNAD, em 2009 27,54% dos 58,6 milhões de domicílios brasileiros tinham computador com acesso à Internet. Considerando-se a média de 3,3 moradores por domicílio, teríamos potencialmente 53,3 milhões de pessoas com acesso à Internet em casa.

Levando em conta o acesso no trabalho e em outros locais, como lan houses e telecentros, o número de internautas pode chegar perto da estimativa de 2009 feita pela International Telecommunication Union (ITU), de 75,9 milhões de usuários com acesso à rede.

Mas a ITU estima também que o Brasil tenha 8,34 assinaturas de Internet para cada grupo de cem habitantes – um número mais baixo até que o de vizinhos como Chile (9,85), Argentina (9,37) e Uruguai (8,59). Nos Estados Unidos, essa relação é de 26,04.

Micro em casa
A presença de microcomputador nos domicílios também teve um salto. De 2005 a 2009, o número de casas com pelo menos um PC cresceu 27%, na média nacional. Neste caso, a região líder em crescimento foi a Centro-Oeste (45%).

As regiões Norte e Nordeste também ficaram acima da média, com crescimentos de 32% e 37%, respectivamente, bem como a região Sudeste (34%). A região Sul apresentou crescimento de 23%.

O período a partir de 2005 corresponde à vigência do Programa Computador para Todos, criado naquele ano pelo governo federal para estimular a produção e a venda de PCs fabricados no País.

À época, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chegou a oferecer uma linha de crédito para que varejistas pudessem comprar máquinas e revendê-las mediante parcelamento.

Entre 2008 e 2009, o número de domicílios com PC cresceu 11%. As regiões líderes em crescimento no período foram a Norte (17%), Nordeste (18%) e Centro-Oeste (16%). Sudeste e Sul cresceram 12% 15%, respectivamente.

Expansão mais rápida
Outro fato revelado pelos números do PNAD é que o acesso à Internet cresce mais rapidamente que a expansão da base de computadores em domicílios a uma taxa nacional de 4%.

Considerando a comparação entre os crescimentos dos números de PCs domiciliares e os de linhas telefônicas (fixas ou celular), os números mostram que a base de computadores aumentou de forma mais acelerada, a uma taxa de 8%.

As regiões onde o crescimento da adoção de PCs domésticos mais supera o de linhas telefônicas são Nordeste (37%), Sudeste (34%) e Norte (32%). Vale destacar que 90,3% dos domicílios do Sudeste já tem telefone, ao passo que a presença do serviço no Nordeste é de 70,6%.
Fonte:http://computerworld.uol.com.br/telecom/2010/09/09/numero-de-residencias-com-internet-cresce-72-em-4-anos/

Algas marinhas multiuso

10/9/2010

Por Fábio Reynol

Agência FAPESP – O Brasil guarda debaixo d’água um reservatório valioso para o fornecimento de produtos como medicamentos, combustíveis e até mesmo um filtro solar natural de ótimo desempenho.

São as algas marinhas, cujo potencial muito além dos sushis foi destacado pelo professor Pio Colepicolo Neto, do Departamento de Bioquímica do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP), no Workshop sobre biodiversidade marinha: avanços recentes em bioprospecção, biogeografia e filogeografia, realizado pelo Programa Biota-FAPESP e que termina nesta sexta-feira (10/9), na sede da Fundação.

Colepicolo coordena o Projeto Temático “Estudos de bioprospecção de macroalgas marinhas, uso da biomassa algal como fonte de novos fármacos e bioativos economicamente viáveis e sua aplicação na remediação de áreas impactadas (biodiversidade marinha)”, que também integra o Biota-FAPESP.

“Por estarem expostas a ambientes e situações adversas, as algas desenvolvem, como metabólitos secundários, moléculas químicas extremamente sofisticadas e diferentes das estruturas produzidas por plantas terrestres”, disse à Agência FAPESP.

Segundo o cientista, já se sabe que as algas marinhas desempenham uma função fundamental no ambiente: elas respondem por cerca da metade do oxigênio liberado na atmosfera; delas saem o dimetil sulfeto, principal gás responsável pela formação de nuvens; são biorremediadoras de águas poluídas; e podem ser utilizadas como um biomarcador de poluição. Colepicolo também mostrou que as algas podem ser fornecedoras de compostos únicos e extremamente complexos.

“Essas moléculas encontram vasta aplicação na indústria farmacêutica ao servir de base para a fabricação de antiinflamatórios, antifúngicos, antivirais, bactericidas, antioxidantes e mais uma enorme gama de produtos que podem ser desenvolvidos de forma inovadora, estratégica e economicamente importante para o Brasil”, destacou.

As aplicações dessas substâncias vão além da medicina. Na agricultura, por exemplo, antifúngicos extraídos de macroalgas podem ser aplicados sobre frutas como mamão, morango e figo e, com isso, pode-se aumentar o tempo de vida útil da fruta na prateleira de três a quatro semanas.

“Podemos ganhar até um mês de viabilidade em produtos agrícolas que são exportados”, disse o professor da USP, ressaltando a importância econômica de aplicações como essa.

Outro grande potencial das micro e macroalgas marinhas é fornecer o princípio ativo para protetores solares naturais. Há cinco anos, em um outro projeto apoiado pela FAPESP sob a coordenação de Colepicolo, o grupo de pesquisa isolou de macroalgas da costa brasileira as micosporinas (MAA), substâncias químicas de baixo peso molecular, com alta capacidade de absorver radiação ultravioleta (UV).

Algumas micosporinas são também antioxidantes. Essas substâncias têm a finalidade de protegê-las contra os efeitos danosos de UV, função exercida pelos flavonoides nas plantas terrestres.

Por ficarem mais expostas ao sol, as algas tropicais são as que mais apresentam substâncias resistentes aos raios UV. Esses protetores solares naturais das algas são particularmente importantes para os biomas marinhos, pois também fornecem proteção solar a outros organismos como peixes, moluscos, zooplâncton e corais.

“As algas marinhas produzem essas substâncias e muitos peixes adquirem proteção solar ao se alimentar desses organismos fotossintetizantes”, explicou o pesquisador.

O fenômeno do branqueamento de corais é causado pela ausência desses protetores naturais fornecidos pelas algas. A ausência das algas que vivem em simbiose com os corais os deixam expostos à radiação. Com isso, eles acabam sofrendo a ação direta dos raios UV, perdem coloração e morrem. Ambientalmente, esse efeito é extremamente danoso, pois perdem-se componentes importantes do equilíbrio ecológico marinho.

O desempenho do protetor natural também chamou a atenção dos pesquisadores. Em testes, o absorvedor de UV das algas apresentou um espectro de absorção muito próximo ao mais eficiente produto sintético vendido no mercado.

“A indústria cosmética poderá se beneficiar de dois efeitos do produto – sua ação antioxidante e de proteção contra UV – e, com isso, oferecer produtos com ação sinérgica contra o estresse oxidativo, câncer de pele e envelhecimento precoce”, afirmou.

Colepicolo estima que, além de protetores para a pele, as micosporinas poderão ser usadas na base de tintas e vernizes para proteger materiais que ficam expostos à luz solar, como prédios e barcos.

Biocombustíveis

O pesquisador também abordou no workshop as perspectivas de produção de algas marinhas em regiões próximas à costa brasileira, um subprojeto integrante do Projeto Temático. “As fazendas de cultivo de macroalgas ajudariam a preservar as espécies, uma vez que evitam a extração e eventual predação dessas plantas em seu ambiente natural”, disse.

Em parceria com a professora Eliane Marinho-Soriano, do Departamento de Oceanografia e Limnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Colepicolo espera desenvolver sustentabilidade em cultivos integrados que envolvam a criação de organismos diferentes.

A primeira experiência é o cultivo de macroalgas e a criação de camarões em um único tanque do tamanho de um campo de futebol, em média, a 1,5 metro de profundidade.

A cada três meses, mesmo tempo de crescimento ideal das macroalgas, os camarões são coletados e as águas eutrofizadas dos tanques são devolvidas aos mangues da região. Com os cultivos integrados, as macroalgas colaboram para a purificação da água absorvendo o excesso de nitrogênio, fosfato e outros resíduos para seu desenvolvimento, servindo assim de biorremediadoras ambientais.

“A parceria com a professora Eliane da UFRN é muito importante. No Rio Grande do Norte há alta incidência de radiação solar, o que aumenta a produtividade das algas”, disse Colepicolo, explicando que a luz solar aumenta a velocidade de desenvolvimento e de reprodução das plantas aquáticas.

Para o professor da USP, as algas podem ainda ser uma boa fonte de biocombustíveis e suprir a demanda por biodiesel que não consegue ser atendida somente pelas fontes animais e vegetais terrestres atuais. Esse também é um dos braços de pesquisa contemplados pelo Projeto Temático.

Para esse objetivo, o pesquisador defende o melhoramento de cultivos e a aplicação de engenharia molecular, além de pesquisas em extração e refino do óleo de alga. Esses esforços poderiam tornar o combustível de alga competitivo em relação ao similar obtido do petróleo.

“A bioenergia de algas tem duas frentes diferentes de pesquisa. Primeiramente, as microalgas, ricas em lipídios, ou gorduras, são ideais para a fabricação de biodiesel”, disse Colepicolo, ressaltando que, diferentemente dos vegetais terrestres, o cultivo de algas não necessita de fertilizantes nem de pesticidas.

“Já as macroalgas possuem um alto teor de açúcar. Algumas espécies apresentam entre 50% e 60% de seu peso seco em polissacarídeos. São açúcares que, ao serem degradados por enzimas específicas, transformam-se em monômeros fermentáveis que dão origem ao etanol”, completou.

As macroalgas podem participar das pesquisas do etanol de terceira geração provenientes de carboidratos. “Trata-se de uma alternativa sustentável e ecologicamente correta, pois só usa água salgada e luz solar para crescer e não é necessária a utilização de agrotóxicos e fertilizantes”, disse.

Mais informações: www2.iq.usp.br/docente/piocolep
Fonte:http://www.agencia.fapesp.br/materia/12748/algas-marinhas-multiuso.htm

Esponjas contra o câncer

10/9/2010

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – A diversidade de compostos químicos presente nas esponjas coloca esses animais marinhos entre as mais promissoras fontes para a obtenção de produtos naturais bioativos visando à produção de novas drogas, de acordo com Raymond Andersen, professor do Departamento de Química e Ciências da Terra e do Oceano da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.

Andersen, cujo laboratório se dedica à prospecção, isolamento, análise estrutural e síntese de compostos extraídos de organismos marinhos, participou, nesta quinta-feira (9/9), do Workshop sobre biodiversidade marinha: avanços recentes em bioprospecção, biogeografia e filogeografia, realizado pelo programa Biota-FAPESP.

O cientista apresentou, durante o evento na sede da FAPESP, trabalhos realizados por seu grupo sobre compostos isolados a partir de esponjas coletadas em Papua-Nova Guiné e na costa canadense. Os compostos têm ação antimitótica – ou seja, são capazes de deter o processo de divisão celular, o que permitiria sua utilização no desenvolvimento de drogas contra o câncer, por exemplo.

Segundo Andersen, as esponjas marinhas são especialmente interessantes para a prospecção de compostos bioativos, pois raramente se encontra uma diversidade química tão notável em um só organismo.

“Um dos fatores que explicam essa espantosa diversidade química é que as esponjas não têm defesas físicas, mas têm cores vivas, ficam expostas e não se movem, não podendo fugir de predadores. Por isso, elas têm necessidade de defesas químicas. Acreditamos que, por serem animais muito primitivos, elas sejam capazes de tolerar e produzir compostos químicos especialmente exóticos”, disse à Agência FAPESP.

A necessidade de defesa ligada à evolução, no entanto, não é a única explicação para a variedade de compostos químicos presentes nas esponjas, segundo o pesquisador. Boa parte dessa diversidade pode ser fruto da simbiose – outra característica marcante das esponjas.

“Cada vez mais começamos a acreditar que muitos desses compostos encontrados em esponjas são provenientes de relações simbióticas com microrganismos dos quais elas se alimentam”, disse.

Fotos microscópicas dos tecidos das esponjas mostram a presença – no interior dos próprios tecidos, ou em suas adjacências – de uma quantidade imensa de microrganismos. “Achamos que a alta tolerância das esponjas às relações simbióticas, desenvolvida ao longo da evolução, possa ser uma das explicações para que esses organismos sejam uma fonte tão rica de novos compostos químicos”, disse.

Segundo Andersen, em comparação com outros organismos marinhos, apenas os corais moles – da ordem Alcyonacea, que não possuem esqueleto de carbonato de cálcio – aproximam-se das esponjas com relação à riqueza de compostos químicos e metabólitos secundários.

“Mesmo assim, a química dos corais moles não tem tanta diversidade. O mais notável, no caso das esponjas, é que as classes de compostos são todas provenientes de biossintéticos diferentes. Mais uma vez, acreditamos que essa característica possa ser reflexo do fato de que boa parte desses compostos é feita por meio de simbiose, contando com a imensa diversidade de micróbios que vivem dentro das esponjas e são responsáveis pela incrível diversidade química que encontramos nelas”, explicou.

Dependendo do local onde uma mesma espécie de esponja é coletada, pode-se encontar compostos químicos muito diferentes. Para Andersen, isso é mais uma evidência de que a diversidade química é proveniente da simbiose.

“Provavelmente, as esponjas que vivem em diferentes locais têm simbiose com microrganismos diferentes. De certo modo, trata-se de uma maravilhosa amplificação da biodiversidade. Se a química estivesse ligada apenas às células da esponja, provavelmente a mesma esponja em todos os lugares teria a mesma composição. Mas, como a química está relacionada à simbiose, a mesma espécie de esponja pode ter composições químicas distintas em diferentes partes do mundo, multiplicando as possibilidades de prospecção de produtos bioativos”, afirmou.

O procedimento de prospecção consiste em coletar o maior número possível de esponjas e analisar, em uma fase posterior, o potencial bioativo dos compostos químicos presentes nelas.

“Em geral, já sabemos que as esponjas são uma rica fonte de compostos químicos. Então, não orientamos a busca para compostos específicos. Coletamos muitas esponjas de modo que possamos montar uma grande biblioteca de extratos, com grande diversidade química. Aí, usando ensaios biológicos, procuramos por compostos que tenham tipos específicos de atividade biológica, como a atividade antimitótica, ou a ação em um receptor específico”, explicou.

Gargalo da produção

Depois de coletar esponjas e obter uma grande diversidade biológica, os cientistas sabem que têm à disposição uma grande diversidade química de compostos. “Usamos então testes químicos para descobrir, na nossa imensa coleção de compostos, aqueles dois ou três que realmente queremos e que possuem as atividades biológicas que precisamos”, disse Andersen.

O segredo para uma boa bioprospecção, segundo ele, é possuir uma biblioteca química muito rica e, ao mesmo tempo, ter à disposição ensaios de atividade biológica que sejam muito eficientes e seletivos para os diversos tipos de compostos.

“As moléculas que procuramos devem cumprir os seguintes critérios: ter interesse teórico devido à novidade de sua biogênese – como moléculas que possuem novos esqueletos de carbono –, devem mostrar atividade biológica in vitro, o que faz delas potenciais alvos para o desenvolvimento de agentes farmacêuticos e, por último, devem mostrar atividades biológicas que lhes permitam ter um papel central na biologia do organismo que as produz”, explicou.

Uma vez encontrada a molécula, segundo o professor da Universidade da Colúmbia Britânica, surge o principal gargalo para a produção de novos fármacos: a produção em escala.

“Quando se trata de esponjas, não podemos ir à natureza coletá-las e usá-las como fonte para o desenvolvimento de drogas. Nenhuma indústria farmacêutica investiria em um composto que fosse desenvolvido exclusivamente a partir de um recurso natural desse tipo. É preciso ter uma fonte renovável. Por isso, depois de encontrar um composto que pareça realmente promissor, é preciso sintetizar a molécula e produzi-la em escala. Esse é um ponto crítico do processo, antes de partir para testes clínicos”, afirmou.
Fonte:http://www.agencia.fapesp.br/materia/12749/especiais/esponjas-contra-o-cancer.htm

Ei, Google, que tal uma Google Universal Instant Search?

Por PC World/EUA
Publicada em 10 de setembro de 2010 às 09h20

Recurso que revela os resultados de busca na velocidade da digitação poderia ser combinado ao Google Desktop na criação da ferramenta ideal.

O novo Google Instant Search revela os resultados da busca web na velocidade que você digita. Embora seja tão incrível quanto possa parecer, os resultados são confinados à web.

A Google tem os elementos – combinando o Google Instant com o Google Desktop – para desenvolver um recurso de busca universal que pode aumentar drasticamente a produtividade.

Marissa Mayer, vice-presidente de Produtos de Busca e Experiência do Usuário da Google, descreve as vantagens do Google Instant, em um blog.

“Os benefícios de um Google Instant são muitos – mas o principal é o tempo economizado. Nosso teste mostrou que o Google Instant economiza de dois a cinco minutos por busca, para um usuário médio. Com o Google Instant, estimamos que poderemos fazer nossos usuários economizarem 11 horas por ano, segundo a segundo!”

Isso soa impressionante, mas quantas buscas web um usuário médio faz por dia? Eu poderia pesquisar a web cinco ou dez vezes por dia, mas a Internet é meu ganha-pão, assim eu posso não ser um caso válido. Mesmo assim, assumindo que o Google Instant pode economizar três segundos por busca, eu economizaria 30 segundos por dia, ou 2,5 minutos por semana de trabalho, o que daria um total de mais de duas horas por ano de tempo ganho.

Certamente não é nada desprezível – especialmente para grandes organizações com milhares de empregados, cada um economizando duas horas por ano. No entanto, a busca web já é bastante rápida, e entre o Google e o Bing eu posso geralmente encontrar o que procuro de forma bastante rápida. Encontrar dados locais já é uma história totalmente diferente.

O conceito de busca na velocidade da digitação não é novo. É novo para a busca na web da Google. O X1 oferece resultados instantâneos de busca para e-mails, anexos de arquivos, arquivos locais, eventos de agenda, contatos, e-mails arquivados, e dados remotos como servidores de arquivos e dados Microsoft SharePoint.

A Microsoft tem um recurso de busca parecido embutido no Windows 7. O problema com essas buscas no desktop é que elas não incluem os resultados de busca na web.

O Google Desktop oferece busca local comparável de e-mails, arquivos, música, fotos, chats, Gmail, e páginas web já vistas, mas não na web. Basicamente, se um usuário quer encontrar um bom exemplo para criar uma planilha de acompanhamento de gastos de projetos, ele terá de fazer buscas separadas em dados locais e na web, e comparar os resultados para encontrar a melhor opção.

E se a Google combinasse o Google Instant com o Google Desktop, para criar o Google Universal? Eis uma aplicação que realmente pode dar impulso à produtividade.

O Google Instante e o Google Desktop são excelentes ferramentas, mas uma barra de buscas que mostrasse preditivamente os resultados instantâneos dos dois ambientes – web e desktop – em um única interface seria a ferramenta definitiva para que os usuários trabalhassem de forma mais eficiente e eficaz.

(Tony Bradley)
Fonte:http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/09/10/ei-google-que-tal-uma-google-universal-instant-search

Acervo do Última Hora na web é passeio pela história do Brasil no século XX

“O jornal cumpriu o seu papel inicial que foi o de provocar a competição pela notícia. Nós tínhamos um repórter ao lado do presidente o dia inteiro, mas para humanizar as notícias dele, porque as notícias vinham oficiais, era um resto de censura, era o hábito da censura.
A coluna se tornou tão importante que deu um editorial no ‘Correio da Manhã’, o que na época era uma consagração, chamava-se ‘O Dia do Presidente’. Essa Nova Instituição da Imprensa Brasileira. Os jornais estrangeiros preferiam tirar a notícia do ‘Dia do Presidente’ e não da Agência Nacional.”

Publicadas na Folha de S.Paulo em 14 de janeiro de 1979, as palavras acima são do jornalista Samuel Wainer. Ele se referia ao jornal Última Hora (UH), fundado por ele em 1951 no Rio de Janeiro. Um dos periódicos brasileiros mais importantes em meados do século passado, o Última Hora entrou para a história pelas polêmicas nas quais se envolveu e por ter ajudado a renovar o modo de fazer jornalismo no Brasil.

Jornal Última Hora tinha forte apelo popular e representou uma inovação para a imprensa nacional
Você, leitor, agora pode viajar mais nessa história – e, por consequência, na da imprensa nacional e do próprio País – consultando um acervo de 54.600 fotos e 1.200 ilustrações do jornal que o Arquivo Público do Estado de São Paulo colocou na internet.

As imagens compreendem um período de cerca de 20 anos da edição carioca do Última Hora – de 1951 a 1970. O jornal também teve edições em outros estados, como São Paulo.

Vem mais por aí
O trabalho de digitalização ainda está em andamento. Segundo o Arquivo Público, o objetivo é chegar a um total de 600 mil imagens digitalizadas nos próximos anos – não há previsão de quando o projeto estará concluído.


Estreia de Roberto Carlos na TV Tupi, 1968
As imagens agora colocadas para acesso gratuito na web se somam às edições digitais do Última Hora. As versões digitalizadas estão no site desde 2008 e foram patrocinadas pela AMD. Foram digitalizadas 36.000 páginas, o que abrange 60 meses de jornal.

Já o tratamento de conservação preventiva e a digitalização das imagens, para usar o jargão dos técnicos, resulta do Projeto Última Hora – Acervo fotográfico, do Centro Iconográfico e Cartográfico do Arquivo Público. Essa iniciativa começou em 2007.

No total, o Fundo Última Hora, que é administrado pelo Arquivo Público do Estado de Paulo, contém 166 mil fotografias, 500 mil negativos, 2.223 ilustrações e uma coleção de edições da Ultima Hora do Rio de Janeiro entre os anos de 1951 e 1970, em papel ou microfilme.

Ao lado Getúlio Vargas e contra Carlos Lacerda
O Última Hora inovou tanto nos temas destacados na cobertura como pela forma como o fazia. O jornal trazia assuntos tradicionais (política, economia, internacional) no primeiro caderno, enquanto no segundo caderno o espaço era para esportes, divertimento e reivindicações populares. Cobertura policial também recebia atenção. Essa combinação foi um dos segredos para o sucesso de público do UH.


Foto de cobertura policial, tema bastante abordado pelo jornal, que destacava assuntos populares

“Considerado assunto menor em outros jornais, justamente por ser um tema por demais ligado às classes populares, o futebol foi alçado a assunto de primeira grandeza na UH justamente por promover o diálogo e estabelecer uma proximidade com o povo. Um dos momentos em que essa escolha foi levada ao extremo foi exatamente a Copa do Mundo”, consta no site do Arquivo Público.
Renovação estética
A questão gráfica também não ficava atrás. Samuel Wainer investiu na diagramação, no uso da cor, da fotografia e ilustrações. Como parte do projeto de valorização estética, as ilustrações não se restringiam apenas à política, algo já comum na época, mas também à arte, cultura e comportamento.


Pelé e outros esportistas eram personagens frequentes das ilustrações
“Eu trouxe o diagramador, criei a valorização do repórter, individualizei a função do fotógrafo, estruturei a cobertura de massa, enfim, uma série de coisas – que representam toda a criação de uma equipe, porque ninguém cria nada sozinho em jornal”, disse Samuel Wainer na já citada entrevista à Folha.


Amigo de Vargas, Samuel Wainer recebeu apoio do governo para montar o jornal
A criação do jornal foi estimulada pelo então presidente Getúlio Vargas, de quem Samuel Wainer era aliado de primeira hora. Carlos Lacerda, rival político feroz de Getúlio e Wainer, promoveu campanha contra o Última Hora sob a alegação de que o jornal foi fundado com empréstimo fraudulento do Banco do Brasil. Disso resultou uma CPI no Congresso, uma boa dose de polêmica e um dos capítulos mais movimentados da imprensa brasileira.

Acesse
http://www.arquivoestado.sp.gov.br/
para ver o acervo do Última Hora.

Fonte:http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/09/09/acervo-do-ultima-hora-na-web-e-passeio-pela-historia-do-brasil-no-seculo-xx/

Navegando sem usar o mouse: sim, é possível!

Confira atalhos para tornar a navegação mais fácil, além de um software que te ajuda a usar internet, Twitter e até mesmo acessar sites de notícias utilizando apenas as setinhas do seu teclado
Link da matéria:http://www.mousefighter.com/

Mouse Fighter

O mouse ainda é um dos artigos imprescindíveis para quem usa computador. Alguns fabricantes têm lançado máquinas sensíveis ao toque, mas ainda é uma solução distante da maioria do público. Então, o ratinho é quem continua mandando! Mas e se algum dia você ficar sem mouse, ou ele começar a falhar, e ainda assim precisar fazer algo urgente na internet? Bom, é melhor estar preparado. Então veja algumas dicas de como navegar pela web com o Firefox ou o Internet Explorer usando apenas o seu teclado.


Se você precisa selecionar o trecho de algum texto dentro da página de navegação, basta aperta a tecla F7. Em seguida o cursor aparecerá no texto da página, assim como aparece no Word, quando você escreve alguma coisa. Aí você pode circular pelo conteúdo usando apenas as setinhas do seu teclado. Para desabilitar a função basta selecionar F7 novamente. Agora você quer entrar em um novo site? Basta apertar as teclas ALT + D. Dessa forma você conseguirá digitar o nome do portal na barra de endereços.

Tá precisando voltar à pagina incial do seu navegador? Nesse caso é só selecionar Alt + HOME e pronto! CTRL + N você abre uma nova janela do browser e ao apertar CTRL + T uma nova aba aparece para sua navegação. O botão F5 ou a junção de CTRL + R fazem com que a página aberta seja atualizada. Para localizar uma palavra específica na página que você está, basta aplicar o comando F3.

A tecla TAB pode ser bastante útil. Com ela, você consegue passar pelos links que estão na página, ou então pelos campos de formulários e barra de endereços. Mas é chato quando você quer deixar o cursor em um campo e ele acaba ultrapassando o destino.. pra resolver isso é só apertar SHIFT + TAB. Com esse comando o cursor percorre o caminho contrário. Simples, não é?

Bom, mas se você cansou de navegar usando apenas as teclas do computador, aperte CTRL+W e todas as suas abas serão encerradas... e aí você corre para comprar logo um mouse novo...

Mas você sabia que é perfeitamente possível navegar pela internet, publicar mensagens no twitter, no orkut, acessar sites de notícias sem precisar usar o mouse, e sem ter que usar teclas de atalho? Bom, quem te ajuda a fazer tudo isso é esse programinha aqui. Veja como ele funciona.

Ao instalar o software no seu computador, ele vai exibir essa telinha de instruções mostrando a função de cada tecla. Para movimentar a setinha do mouse, você precisa apenas mexer nas setinhas do seu teclado para cima, para baixo e para os lados... a letra A substitui o botão esquerdo do mouse. E a letra S faz a vez do botão direito. Então, para abrir algum arquivo, basta apertar duas vezes o A. Bem simples, não é?!

Para você acionar a função de substituir o mouse pelo teclado, é preciso entrar nessa telinha, selecionar esta segunda opção e, em seguida, pressionar o botão CAPS LOCK. A partir daí você vai perceber que o cursor do mouse até vai ganhar um formato diferente. Para desativar o comando, basta apertar novamente o CAPS LOCK. Nesta abinha de Settings, é possível alterar a velocidade que os comandos são dados.

Quer fazer o download de mais essa dica? Então acesse agora olhardigital.com.br e clique nesta matéria em destaque na home. Lá você vai encontrar o caminho para baixar o software e também uma lista com outros atalhos para você se dar bem na internet, mesmo com o mouse pedindo, por favor, pra se aposentar. Corre lá!

Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/navegando-sem-usar-o-mouse-sim-e-possivel/13759/integra