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quarta-feira, 7 de junho de 2017

5 substâncias que riem na cara da física


Essas substâncias, criadas por seres humanos, parecem feitiçaria, mas são apenas fascinantes exemplos de física e química (o que é exatamente o que uma bruxa diria sobre uma criação sua, mas tudo bem). Confira:

5. Gotas de vidro mais fortes do que o aço… até que explodem


Se você pegar um copo e manter uma chama sobre ele, o vidro vai derreter. Deixei um pouco desse material cair em um copo de água, ele vai esfriar e se solidificar instantaneamente, formando uma gota de vidro em formato de lágrima. Essa gota, a parte grossa do vidro, é uma das substâncias mais fortes conhecidas pelo homem. Você pode martelá-la repetidamente, e ela permanecerá lá, inteira, silenciosamente zombando de você:

Então, por que nossas casas e tudo o mais não são feitos dessa substância incrível? Porque ela tem uma grande fraqueza: sua cauda. Se você tocar a parte mais fina da gota, mesmo que seja com seus dedos, ela simplesmente explodirá.

A “gota do príncipe Rupert” ou “lágrima holandesa” possui uma força explosiva reprimida, devido ao processo de resfriamento. O vidro fundido encolhe quando esfria, mas quando mergulhado em água, a camada externa solidifica primeiro. O núcleo interno então tenta encolher, mas não consegue. Logo, fica bloqueado em um estado perpétuo de tensão. Você não pode quebrar a parte mais “gorda” da gota porque está apenas aplicando força na direção em que ela já está “empurrando”.
Aplicar força em seu ponto fraco, entretanto, vai desencadear uma reação em cadeia que fará com que ela se vaporize em uma fração de segundo, liberando instantaneamente todas as forças que foram reprimidas desde a sua criação. E você vai precisar de proteção para os olhos:

4. A substância mais escura que existe


Em 2014, os cientistas criaram a coisa mais negra conhecida pela humanidade. É tão preta que olhar para uma foto dela lhe dá apenas um pequeno gosto de sua escuridão – é preciso vê-la pessoalmente para obter o efeito total, porque as telas não tem como transmitir um pretume deste nível.
Vantablack é um material tão escuro que, se você brilhar uma luz sobre ele, vai apenas engoli-la:

Fabricada a partir de nanotubos de carbono, a substância tem uma absorção de luz de 0,035%, o que significa que tudo o que você revestir com esse material vai parecer uma silhueta que você cortou no Photoshop. É tão preto que os seus contornos são totalmente invisíveis:

A Surrey NanoSystems na Inglaterra, que criou essa tecnologia, explica que a escuridão do material não é sua característica mais importante (você não pode fazer um traje ninja com ele, por exemplo, porque o material é tão preto que se destaca das sombras). O que é realmente interessante é que é dez vezes mais forte do que o aço e um melhor absorvente de calor do que qualquer outro material conhecido.

3. Metal hidrofóbico


Substâncias hidrofóbicas são materiais que não se molham. Você pode jogar um balde de água sobre eles e tudo vai simplesmente saltar como bolas de gude no chão. Tais substâncias geralmente assumem a forma de pulverizadores usados para tratar tecidos, mas o problema é que tendem a desaparecer pouco depois de sua aplicação, tornando-os úteis para vídeos legais no YouTube, e basicamente nada mais.
Até que os cientistas da Universidade de Rochester criaram isso:

Esse metal é superhidrofóbico, o que significa que repele gotas de água e nunca se desgasta. Eles chegaram a esse resultado usando lasers com poder para cortar pequenos sulcos na superfície do metal em um padrão particular, conhecido apenas pelos feiticeiros da ciência. Eles nem precisaram descobrir essa feitiçaria por tentativa e erro – basicamente copiaram as folhas das plantas de lótus, que têm as mesmas propriedades.

Há muitas aplicações diárias para esse material, como um para-brisas que não se abala com a chuva. Ou um banheiro hidrófobo no qual seus resíduos mais líquidos (não estamos falando apenas de xixi, mas daqueles momentos de diarreia que ninguém gosta de mencionar) apenas saltariam sem deixar marcas de arrependimento. Não estamos sendo nojentos de propósito – foram os pesquisadores que mencionaram esse uso para o material. Um vaso sanitário com essas propriedades precisaria de pouca ou nenhuma água, o que é bom para o meio ambiente. Eita ciência!

2. Hidrogel superforte e superfino


 
Os hidrogéis de polímeros são substâncias principalmente compostas de água (até 90%), mas com borracha suficiente para torná-las elásticas.
Esses materiais são bons, mas não muito bem cotados no departamento de resistência ao estresse – a menos que você esteja falando do hidrogel superforte inventado por Zhigang Suo e seus colegas da Universidade de Harvard, nos EUA.

O que você está vendo acima é uma grande e sólida bola de metal balançando no que é praticamente uma bolha de sabão.
De acordo com os engenheiros químicos que sintetizaram a substância, ela é o resultado de uma combinação específica de poliacrilamida e alginato, que são duas palavras que não fazem sentido para mim. Você pode esticar até 20 vezes seu comprimento original sem quebrá-la. Apesar de ser tão fina que é quase invisível, é tão resistente que você não pode rasgá-la com as mãos.
Os cientistas admitem que os hidrogéis “têm poucas aplicações práticas no momento”, mas eles preveem que esse material possa ser usado em isolamento acústico, em telas de TVs e smartphones, ou para fazer aparelhos estéreos bizarros.

1. Vidro à prova de bala só por fora


O vidro à prova de balas regular é fabricado a partir de vidro normal com uma camada termoplástica de policarbonato. Logo, ainda que seja alvejado, ele permanece intacto e não deixa a bala acertar quem está dentro do veículo.
O alvo fica seguro dentro do carro, mas se for do tipo proativo e quiser atirar de volta, ele não pode.
Ou não podia. Uma empresa de segurança chamada Armor Group inventou o RhinoGLASS, um tipo de vidro que bloqueia balas do lado de fora, mas permite que balas disparadas de dentro passem mais ou menos sem resistência pelo vidro.

Basicamente, por fora, ele é revestido de uma camada rígida de termoplástico. Uma bala disparada do exterior atinge essa camada rígida primeiro, e uma camada macia atua como amortecedora. A bala se fratura e retarda, ou para completamente. Mas se você atirar de dentro, a bala atravessa primeiro a seção mais macia, perfurando-a, e depois acerta a camada rígida que não tem nada a reforçando do outro lado, de forma que a bala pode passar por ela.

Desde que não seja atingido exatamente no mesmo ponto repetidamente, o vidro pode ser usado mais de uma vez e ainda funcionar. Por algum tempo, de qualquer forma. [Cracked]

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Portal Jurídico


O portal dos portais

Este Portal é gratuito e compila os principais portais jurídicos do Brasil, fonte de Legislação, Jurisprudência, Doutrina (buscadores de artigos científicos, fontes de E-books, periódicos jurídicos), portais de notícias, portais diversos e para os estudantes temos conteúdo de metodologia (Modelo de Monografia de acordo com a ABNT para TCC, Dissertação e Tese; Compêndio de Iniciação Científica, Manual de Normalização e Dicas para Apresentação Oral).
O portal atende aos Operadores do Direito, Professores, Bibliotecários, Estudantes de Graduação, Pós-Graduação e a todos que precisam de conteúdo jurídico.


Matérias já publicadas


http://portaldobibliotecario.com/2016/06/16/bibliotecario-cria-portal-de-informacoes-juridicas/






quarta-feira, 27 de maio de 2015

O BIBLIOTECÁRIO GESTOR

O BIBLIOTECÁRIO GESTOR
Sérgio Crisóstomo dos Reis (sergiocdreis@yahoo.com)
O bibliotecário gestor depara-se como um novo paradigma onde a biblioteca tradicional tornou-se híbrida, demandando uma nova forma de gerir e planejar seus produtos e serviços, tendo de interagir com seus usuários através das tecnologias de informação e comunicação, determinando sua filosofia, reconhecendo a importância dos recursos humanos e da excelência no atendimento.
As bibliotecas evoluíram muito nos últimos anos, a ideia de depósito de livros não existe mais, hoje muitas bibliotecas são híbridas isto é tem tanto o acervo físico como o digital composto de: E-books, periódicos, trabalhos de conclusão de curso, teses, dissertações, repositório digital e bases de dados diversas. Estas inovações tecnológicas disponibilizam as informações para os usuários de forma instantânea e o desafio de inovar transforma o trabalho na biblioteca; e com todas estas transformações o bibliotecário gestor precisa fazer um planejamento estratégico utilizando ferramentas de alto impacto no desenvolvimento de produtos e serviços.
As tecnologias de informação e comunicação (TICs) alteram a interação dos usuários com a biblioteca e os bibliotecários têm a obrigação de manter-se atualizado com estas inovações tecnológicas, pois além de fornecer informação de qualidade com agilidade, nosso usuário pede uma maior interação com a biblioteca e esta interação se dá por meio das redes sociais como: Facebook, Twitter e pela internet com sites e blogs.
Para que a biblioteca tradicional seja modernizada e transforme-se na “Biblioteca do Futuro” o bibliotecário gestor tem de discutir com sua equipe e a administração superior a filosofia da biblioteca, ou seja, tem de definir: o negócio, a missão, a visão e os princípios que irão nortear todas as ações que serão implementadas, sabendo que é necessário acompanhar a implantação e avaliar frequentemente se está atendendo aos objetivos propostos.
O maior capital que temos são os recursos humanos e temos de gerir a equipe com uma administração participativa e horizontal onde é compartilhada a responsabilidade com autonomia e os trabalhos são feitos por equipes onde há um fluxo de pessoal, com o objetivo de que todos possam estar habilitados a participar de todos os trabalhos. O gestor tem de estar consciente que tudo que se faz tem como único objetivo o usuário, por isso a equipe tem de ser sempre reciclada e ter o foco no usuário e na excelência do atendimento.
Vemos que o momento é de transformação e superação de antigos conceitos e o bibliotecário gestor não pode se omitir perante a estas grandes transformações de planejamento, de comunicação, de fundamentos, de valorização dos recursos humanos e de reconhecer que o objetivo principal além de fornecer informação de forma ágil é a excelência no atendimento do usuário que é a razão de ser da biblioteca.


Juiz de Fora, 29 de abril de 2015


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

COMO PARTICIPAR DE UM CONGRESSO




  1. Escolha um evento em sua área de atuação;
  2. Produza um artigo e submeta a aprovação;
  3. Verifique se a sua instituição pode custear as despesas de inscrição, locomoção e diárias;
  4. Faça a inscrição e guarde o comprovante;
  5. Escolha o hotel onde vai ficar. Acesse os sites: www.decolar.com; www.booking.com, www.trivago.com.br, de preferência ao hotel mais próximo ao evento e faça a sua reserva;
  6. Leia sobre a cidade onde vai ficar e procure saber sobre sua História, economia e atrações turísticas;
  7. Locomoção (veja o melhor meio para se locomover);
  8. Antes do evento veja a programação do evento e faça um roteiro dos trabalhos que deseja ver;
  9. Faça um roteiro de visita aos expositores de seu interesse e procure saber as novidades e quais são as suas ações no evento;
  10. Procure registrar os pontos importantes de cada apresentação, quais ações podem ser implantadas em sua instituição e quais assuntos podem ser aprofundados em uma nova pesquisa;
  11. O segredo é planejar para usufruir o máximo do evento.

SUGESTÃO PARA A ORGANIZAÇÃO DE CONGRESSOS


Artigos
Seria interessante pontuar os autores (estrelas) de acordo com a sua produção científica e titulação;
Artigos aprovados devem ser separados por assuntos e agrupados em salas temáticas;
É interessante que o evento seja divido por dias temáticos;
Os mini cursos devem acontecer em um dia diferente de sua temática;
No ato da inscrição as pessoas podem escolher os trabalhos que lhe interessam, com o objetivo de verificar a quantidade de pessoas e poder determinar um local adequado para o público;
Um pequeno intervalo entre as apresentações;
A apresentação dos trabalhos devem ser filmados e postados na youtube

Sede do novo evento
Se houver mais cidades interessadas em sediar o próximo evento;
Devem apresentar a sua candidatura na abertura do evento (esta apresentação deve estar disponível no site) os congressistas terão uma senha para acessar um link para votar a sede do novo evento e no encerramento é apresentada a apuração.

Premiações
Todos os prêmios e sorteios devem ser entregues em uma única sessão previamente agendada;
Os patrocinadores devem premiar os melhores artigos.

Sorteios para os congressistas
Cada patrocinador fará o seu sorteio, sabendo que o cupom para o sorteio pode ser condicionado à participação em apresentações e/ou visita aos stands.

Patrocinadores
Em todos os intervalos das apresentações é interessante que haja vídeos dos patrocinadores e dos assuntos ligados ao evento;
No site do evento deve ter links dos patrocinadores direcionando para um site específico ou para uma apresentação em vídeo;
Todas as ações de cada patrocinador devem ser descritas, tanto a de apresentações, mini cursos, prêmios e brindes.

Certificado
Pode ser entregue a partir do primeiro dia. (ótimo)

Anais
Podem ser baixados como um todo ou artigo por artigo;
Seria interessante a divulgação dos Anais antes mesmo do evento (congressistas inscritos), para conhecimento prévio e uma melhor discussão após sua apresentação.

Chegada do congressista
Confecção do crachá;
A bolsa para o congressista deve ser de boa qualidade para que o mesmo possa utilizá-la após o evento;
Dentro da bolsa já pode ter os brindes dos patrocinadores, mapa da cidade, dicas de passeios e sugestão de restaurantes (os organizadores devem fazer convênio com restaurantes próximos para oferecer aos congressistas uma refeição de qualidade com um bom preço, mediante a apresentação do crachá);
Os organizadores podem também fazer convênio com hotéis de diversas categorias (estrelas);
Os organizadores podem também fazer convênio com empresas de transporte (ônibus, vans e taxi) para o translado do aeroporto ao evento na chegada e no término;
Pode ter também material promocional da candidatura do próximo evento.

Coffee Break
Deve ser divido em diversas áreas para evitar tumulto;
Deve ter opções para pessoas que estão de dieta e/ou não possam consumir açúcar;
Deve ter sempre água e café a disposição;

Período do evento
O ideal é o mesmo seja de segunda a sexta, ou que se inicie na segunda ou que seu término aconteça na sexta.

Comissão organizadora

Deve disponibilizar um relatório de como foi à execução do evento as “dificuldades, acertos e os erros” para que possam ajudar os colegas na organização de futuros eventos.

Por: Sérgio C. Reis

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O pequeno adesivo que faz você ficar invisível para mosquitos

Por  em 28.08.2013 as 16:00
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Essa é uma grande descoberta para quem vive nas zonas tropicais do país. A nova criação promete te livrar daqueles seres insuportáveis, suas picadas, seus zumbidos: dê adeus aos mosquitos. É o que promete o “Kite Patch”, um pequeno adesivo não tóxico que você deve colar em sua roupa.
Os mosquitos são capazes de detectar o dióxido de carbono exalado por você, a próxima refeição deles, a centenas de metros de distância. O adesivo, segundo os fabricantes, consegue interferir no radar de CO2 de um mosquito. Use um e você ficará efetivamente invisível para os sugadores de sangue por até 48 horas.
A invenção foi desenvolvida por Grey Frandsen, Michelle Brown e Torrey Tayanaka, todos dos Laboratórios Olfactor. De acordo com a página na internet do adesivo, sua fórmula foi baseada nas conclusões do pesquisador Anandasankar Ray e seus colegas da Universidade da Califórnia (EUA).
Os pesquisadores identificaram três grupos de produtos químicos que podem atrapalhar os receptores de dióxido de carbono de um mosquito.
Cada grupo de produtos químicos funciona um pouco diferente para confundir o alvo. O primeiro efetivamente imita o dióxido de carbono e pode ser utilizado para atrair mosquitos para bem longe dos seus alvos humanos e em armadilhas para insetos. O segundo tipo evita completamente a detecção de dióxido de carbono pelos mosquitos, enquanto o terceiro grupo é capaz de mudar todo o sistema usado pelos mosquitos para sentirem o CO2 humano, sobrecarregando os sentidos dos insetos a ponto de causar confusão em suas pequenas cabeças.
O grupo possui um projeto atualmente buscando financiamento para testar a campo, em Uganda, a nova invenção. Segundo os pesquisadores, “será uma das mais difíceis áreas para provar sua eficácia”.
Os cientistas esperam que os testes em larga escala que serão realizados em Uganda deem simultaneamente mais de 1 milhão de horas de proteção para famílias que estão sofrendo com taxas de infecção de malária acima de 60%, além de permitir uma melhora no produto antes que comece a escala para distribuição global do adesivo.
“Os resultados vão nos ajudar a finalizar a fórmula e nos dar alguma indicação de mudança no desenho do adesivo”, explicam os pesquisadores. “Uma vez que estivermos com tudo finalizado, podemos começar o processo de registro médico para os Estados Unidos. Assim que tivermos a aprovação nos EUA, seremos capazes de lançar o produto para uma distribuição ampla e direcionada – especialmente nas áreas onde uma picada de mosquitos pode significar a diferença entre a vida e a morte”, completam.
O “Kite Patch” faz parte do grupo de produtos conhecidos nos círculos epidemiológicos como repelentes espaciais. Em texto publicado na revista especializada “Malaria Journal”, pesquisadores observam que esses repelentes espaciais já prometeram uma revolução na luta contra as doenças de transmissão por vetores, como mosquitos, mas ainda precisam fazer parte de programas mais completos de controle de doenças.
Uma razão para isso é a falta de dados epidemiológicos que suportam a sua eficácia. “Há uma necessidade crítica de experimentos em comunidades que integrem o monitoramento simultâneo da incidência de infecção com dados da população de mosquitos”, escrevem. “O desafio surge na concepção de um estudo de impacto para garantir os verdadeiros efeitos de repelência”. [io9]
http://hypescience.com/o-pequeno-adesivo-que-faz-voce-ficar-invisivel-para-mosquitos/

14 instrumentos científicos imensos que você não vai acreditar que são reais

Por  em 28.08.2013 as 13:00
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A ciência é incrível. E, graças à era da internet, é fácil de ser testemunha desse fato. Por exemplo, uma bela imagem (acima) de tubos fotomultiplicadores nos detectores de neutrinos do Experimento Daya Bay hipnotizou milhões de internautas quando começou a circular online. No entanto, alguns de nós questionaram o que viram, perguntando como ela poderia ser real. Portanto, para o seu prazer visual – e para calar os céticos por aí –, confira um conjunto de enormes e fantásticas experiências científicas e máquinas semelhantes.

14. Tubos fotomultiplicadores dentro do detector de neutrinos Daya Bay, um projeto de física de partículas multinacional destinado a estudar neutrinos, no complexo do reator em Daya Bay, China.

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13. Super-Kamiokande, um grande detector Cherenkov operado em conjunto por seis países: Japão, Estados Unidos, Coreia do Sul, China, Polônia e Espanha. O detector está localizado a 915 metros embaixo da terra, na mina de Kamioka, no Japão.

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12. O ATLAS (a sigla em inglês para A Toroidal LHC ApparatuS), um experimento de detector de partícula, construído no Large Hadron Collider (LHC), um acelerador de partículas do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), na Suíça.

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11. O experimento Compact Muon Solenoid (CMS), um dos dois grandes detectores de partículas de física de uso geral, do Large Hadron Collider, também localizado no CERN, na Suíça.

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10. O Observatório de Neutrinos de Sudbury (SNO), visto por dentro e por fora. A estrutura está localizada a quase dois quilômetros embaixo da terra, na mina Creighton, na cidade de Sudbury, Ontário, Canadá.

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9. O Experimento Borexino, localizado no Laboratori Nazionali del Gran Sasso, perto da cidade de L’Aquila, na Itália. A máquina mede o fluxo de neutrinos solares e sua assimetria durante o dia e a noite.

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8. O “falecido” gerador Cockcroft Walton, da Fermilab. Infelizmente, ele foi desativado.

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7. A máquina Z, ou Usina de Energia Pulsada Z, é o maior gerador de raios-X do mundo, projetado para testar materiais em condições extremas. Ele está localizado em Albuquerque, Novo México, Estados Unidos, no Laboratório Nacional de Sandia. Seu pulso eletromagnético causa um impressionante relâmpago quando a máquina é descarregada.

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6. Gammasphere, um detector de raios gama no Laboratório Nacional de Lawrence Berkeley (EUA).

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5. A visão de dentro do maior tokamak (reator experimental de fusão nuclear) do mundo, o Joint European Torus (JET). A máquina imensa investiga o potencial da energia de fusão no Centro Culham de Energia de Fusão, em Oxford, na Inglaterra.

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4. O interior da câmara-alvo do National Ignition Facility (NIF), o maior laser do mundo, localizado no Laboratório Nacional de Lawrence Livermore, na Califórnia, EUA.

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3. Segmentos do espelho primário do telescópio espacial James Webb, observados na câmara de testes criogênicos no Centro de Voo Espacial Marshall, da NASA.

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2. A Centrífuga de Grande Diâmetro (LDC, na sigla em inglês), no Centro Europeu de Pesquisa e Tecnologia Espacial (ESTEC) da ESA, a Agência Espacial Europeia. A centrífuga de encontra na cidade de Noordwijk, na Holanda.

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1. O interior do Grande Simulador Espacial, no centro de testes da ESA, na Holanda.

[Gizmondo]
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Físico propõe solução para o enigma do “gato de Schrödinger”

Por  em 28.08.2013 as 12:00
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Há mais de 80 anos, o físico alemão Erwin Schrödinger elaborou um experimento hipotético, baseado em princípios da física quântica, para ilustrar o estranho fenômeno da superposição, em que uma partícula estaria simultaneamente em duas situações distintas, até que uma medição feita por um observador externo fizesse com que esse estado duplo entrasse em colapso, e a partícula fosse vista em uma única situação.
Em artigo recente, o físico Art Hobson apresentou uma solução para o problema – a chave estaria na “não localidade” e no “emaranhamento“.
“A teoria quântica parece sugerir que, se você conectar um sistema microscópico a um aparelho de medição em larga escala que faça distinção entre os dois estados distintos do sistema microscópico, o aparelho também ficará ‘emaranhado’ em uma superposição de dois estados simultâneos”, explica. “Contudo, isso é algo que nunca foi observado e não é aceitável”.
No experimento, o gato estaria preso em uma caixa junto com um átomo radioativo, que, enquanto não fosse analisado, estaria em um estado de superposição, simultaneamente liberando e não liberando radiação (se liberasse, ativaria um mecanismo que envenenaria o gato, matando-o); paradoxalmente, o gato estaria vivo e morto ao mesmo tempo, enquanto o material não fosse medido e o estado de superposição não entrasse em colapso.
O “gato vivo” é um sinal de que o átomo não liberou radiação; o “gato morto” é um sinal de que o material liberou radiação. De acordo com Hobson, o gato e o átomo radioativo estariam “emaranhados” – e como consequência sofreriam efeitos da “não localidade”, em que alterações em um dos objetos automaticamente provocaria alterações no outro, mesmo a distância. “É um único objeto se comportando como um único objeto, mas em dois lugares diferentes”.
Seguindo esse raciocínio, o gato não estaria ao mesmo tempo vivo e morto: ele simplesmente estaria vivo OU morto de acordo com a situação do núcleo radioativo.
Hobson lembra que pelo menos três soluções similares foram propostas desde 1978, mas não receberam a devida atenção, “levando a confusões e até mesmo a afirmações pseudocientíficas sobre as consequências da física quântica”. “Tenho esperança de que essa solução para o problema da medição seja agora aceita pela comunidade científica. É importante organizar os fundamentos da física quântica”, disse. [ScienceDailyPhysical Review A]

A sorte está lançada: Reator de fusão nuclear é selado

Redação do Site Inovação Tecnológica - 30/08/2013

A sorte está lançada: Reator de fusão nuclear é selado
Vista geral da construção do reator de fusão tipo estelarator, antes de seu fechamento final. [Imagem: IPP]
Esteralator
Enquanto o reator de fusão nuclear do ITER recebe o sinal verde para o início de sua montagem, o Wendelstein 7-X, na Alemanha, dá um passo ainda mais significativo.
Acabam de ser colocadas as últimas coberturas do complicado reator de fusão, selando definitivamente o invólucro onde os cientistas tentarão recriar o processo de geração de energia das estrelas.
Ao contrário do reator do ITER, que é do tipo tokamak, o reator do Wendelstein 7-X é do estelarator (stellarator).
Um tokamak é alimentado por uma corrente de plasma. Essa corrente fornece uma parte do campo magnético responsável por isolar o próprio plasma das paredes do reator - o grande desafio é evitar as instabilidades do plasma circulante pelo torus.
Um reator do tipo estelarator não tem corrente, eliminando de pronto o problema das instabilidades do plasma.
Mas o projeto tem seus próprios desafios, o que justificou a construção do Wendelstein 7-X, que, da mesma forma que o ITER, será um reator de pesquisas, para demonstrar a viabilidade do conceito.
Se tudo correr bem, ele entrará em funcionamento em 2014.
A sorte está lançada: Reator de fusão nuclear é selado
O anel retorcido do Wendelstein 7-X é formado por cinco módulos estruturalmente idênticos. [Imagem: IPP]
Janelas fechadas
O anel retorcido do Wendelstein 7-X é formado por cinco módulos estruturalmente idênticos.
Cada uma das cinco seções do canal de plasma, assim como as 14 bobinas magnéticas supercondutoras, foram conectadas e revestidas por um invólucro externo de aço pesando 120 toneladas.
Cada um dos cinco módulos tem diversas "janelas", onde são conectados instrumentos de medição, bombas e mecanismos de resfriamento.
Com a soldagem da janela número 254, agora o reator de fusão, assim como a sorte do que ocorrerá lá dentro, estão totalmente selados.

Orelhões brasileiros terão sinal de wi-fi gratuito


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TATIANE RIBEIRO
DE SÃO PAULO

O uso do celular no Brasil cresceu mais de 107,2% nos últimos seis anos. Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) também mostram que o acesso à internet foi ainda maior: aumento de 143,8%. Diante desse cenário, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estuda uma nova utilidade para os orelhões do país: torná-los pontos de wi-fi gratuito.
A ideia surgiu após um estudo elaborado no ano passado que demonstra que os 950 mil terminais existentes no país estão cada vez mais em desuso. Os dados apontam que 49% dessas unidades fazem menos de duas ligações por dia, e a receita média mensal, que era de R$ 110, caiu para R$ 12,50.
Segundo a agência, o estudo técnico será discutido em consulta pública até março de 2014 para determinar como será feita a modernização desses equipamentos para o acesso público coletivo.
Entre as previsões há a redução do número de orelhões na cidade. Eles serão mantidos principalmente em áreas de maior uso, como nas zonas rurais.
Sobre o funcionamento dos que restarem, será estudado a viabilidade desses orelhões terem outras funcionalidades, como wi-fi e facilidades nas formas de pagamento, como, por exemplo, com o uso cartão de crédito.
Em outros países, os tipos de serviços oferecidos nos atuais equipamentos incluem envio de SMS, acesso à internet com realização de videoconferência em telas sensíveis ao toque, pontos de wi-fi, impressoras térmicas, entrada para USB e leitor de cartão de memória.